quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

AMR - Loca (Shakira)


Análise: Primeiro single do álbum
Sale el Sol da Shakira. Lançado em Setembro, alcançou #32US.


Loca pra c*****...

——————————————

Depois do single "Waka Waka (This Time For Africa)" que foi até acusado de plágio, Shakira está de volta com mais um álbum bilingue. Na mesma linha que os álbuns Pies Descalzos, ¿Dónde Están los Ladrones? e Fijación Oral Vol. 1 (com sua versão en inglês Oral Fixation Vol. 2), Sale el Sol é um álbum de Pop Latino vindo mais das raízes da Shakira. Lembrando que para tornar os projetos mais abrangentes e comercialmente bem sucedido, a Shakira canta parte deles também em inglês - onde na minha opinião eles ficam melhores.


E "Loca" segue bem esta cartilha. Também cantada em inglês, lógico. Norte-americano não ouve nada do qual tenha que fazer qualquer esforço para que se entenda do que está sendo falando. E para reforçar isso, nesta versão Shakira chamou o rapper Dizzee "Quem?" Rascal. Ela podia ter chamado, sei lá, o Jay-Z vestido de dançarino de mambo ou o novato B.o.B. mesmo que faria mais sentido - tá, nem tanto porque o projeto é mais Latino... então chamem o Lou Bega! ahuahuaha...

O vídeo-clipe causou polêmica. Filmado na Espanha, Shakira aparece, dentre outros atos, dançando em uma fonte com populares e as autoridades espanholas acusaram Shakira de, digamos, vandalismo. Pô, a moça tava só gravando um vídeo-clipe! Os espanhóis não são nada receptivos mesmo.


A canção até que é divertida com seu clima latino e os vocais ora contidos ora soltos da Shakira. Até mesmo o Pitbull fez parte do projeto, trabalhando na produção. Com certeza ele seria mais interessante de se ouvir do que o Dizzee Rascal. O rapper dominicano El Cata, que participou da versão cantada em espanhol também trabalhou na produção juntamente com a Shakira.

Resta a minha fantasia de ver uma canção da Shakira com vídeo-clipe gravado na Russia e com participação do Lou Bega, hauhauahuahau...

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Aconteceu - Boletim Musical (19/01/2011)

"Artista plástico cria 'Barbie Dilma'"


Marcus Baby levou dois meses para confeccionar a boneca Dilma

Essa notícia não é sobre música, mas eu não poderia perder a piada...

Tá explicado o resultado final! Fora que não se deve mesmo ter muito critério na hora de fazer uma boneca voo-doo...

"'Quero ser igual ao Michael Jackson', diz Justin Bieber"


Hum, e eu quero R$190 milhões na minha conta neste exato momento.

E você, o que quer?

"MC Sandrinho é preso com drogas"


Funkeiro tentou subornar os policiais para não ser preso...

De acordo com um dos policiais, Sandrinho foi pego com algumas cópias de seus discos. E tentou subornar os policias com os mesmos; os oficiais, obviamente, recusaram este "bagulho malhado".

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Quick - Cartões Motivacionais 24


Detalhe: cartão de número 24...

AMR - Spotlight (Patrick Stump)

Análise: Primeiro single do álbum Soul Punk (com previsão de lançamento para Fevereiro) do Patrick Stump (membro da então banda em hiatus Fall Out Boy). Seu single de estréia lançado no mês de Novembro.



Caramba, que indecisão!

——————————————

O Fall Out Boy é para mim uma das bandas mais legais surgidas nesta década que passou. O Panic at The Disco se mostrou muito interessante com os singles "I Write Sins, Not Tragedies" e "But It's Better If You Do", mas eles acabaram não indo além destes dois projetos. Já a banda do vocalista e guitarrista Patrick Stump e do baixista Pete Wentz produziu canções como a punk "Sugar, We're Goin' Down", a divertida "Dance Dance", a alternativa e interessante "This Ain't a Scene, It's an Arms Race" e a curiosa "Thnks fr th Mmrs" (que, mais curioso ainda, foi produzida pelo Babyface!!).

As canções e os vídeo-clipes mostram uma banda inventiva e diferente. E considerando a chatice atual que ronda a cena musical, isso definitivamente não é de se jogar fora. Mas infelizmente, apesar de bem recebido, o último álbum Folie à Deux não produziu nenhum grande single ou algo divertido como os dois últimos projetos. No final das contas, a banda resolveu dar um tempo e os membros foram cuidar de seus projetos pessoais.


E o que anda fazendo Patrick Stump?

Primeiramente Stump resolveu emagrecer! O vocalista está magro e quase irreconhecível. Talvez seja para dar a si próprio uma nova faceta artista juntamente com seu primeiro trabalho solo, o álbum Soul Punk, com lançamento previsto para o mês de Fevereiro. E neste trabalho, Patrick resolveu fazer mais ou menos o que já era de costume em sua banda: umas pitadas de Punk com um pouquinho de R&B (um pouquinho) e as tradicionais pegadas Pop. O resultado deste caldeirão só poderá ser conferido no mês seguinte, mas um acetato já foi lançado para o público.

Aliás, aí está o grande porém do primeiro single de Patrick Stump. Ele marca, de uma certa maneira, uma indecisão musical por parte do artista, pois ele gravou duas versões da canção Spotlight: uma denominada "New Regrets" e outra denominada "Oh Nostalgia". Como ele é o responsável pela produção do álbum, ele manda né... Vamos falar um pouco de cada versão.

"New Regrets"


Seria a versão mais moderna da coisa, com seu clima mais dançante e o uso ostensivo de sintetizadores. Se você for analisar esta versão tecnicamente, levando em conta coisas óbvias como a atual cena musical, certamente esta versão seria a mais adequada para um lançamento comercial. Os vocais de Patrick não estão muito diferentes do que são com o Fall Out Boy, e isso com certeza é algo bom; Stump tem uma boa voz e ela se adequa bem aqui. (Aliás, a voz dele foi por muito tempo "calada" pelo fato dele antigamente ser baterista e ter caído no posto de vocalista por um acaso - inclusive caindo também no posto de guitarrista, um instrumento que ele teve que aprender imediatamente.)

"Oh Nostalgia"


Já esta versão aqui, como o título já faz referência, seria algo um pouco mais reservado, que nos remete aos tempos mais antigos mesmo (claro que nem tanto assim). No lugar dos sintetizadores temos um piano. A canção toda, comparada com a outra versão, soa um pouco intimista, com um cuidado um pouquinho maior na interpretação vocal. Os refrões não mudam muito, pois o objetivo seria mesmo o de agitar. Para quem prefere mais curtir uma música do que dançá-la, esta versão é mais interessante. Possivelmente Patrick tocou parte ou todos os instrumentos, e ouvindo as canções percebe-se que ele é também um ótimo instrumentista.


Qual das versões é melhor?

Honestamente, é difícil dizer. Simplesmente isso vai virar de ouvinte para ouvinte. As canções são legais e espero que as seguintes sejam boas (e que não causam tamanha indecisão e Patrick a ponto dele querer fazer mais de uma versão para cada). No final das contas, eu ainda sinto falta do tempo em que ele era gordinho e cantava "Dance Dance" ou "This Ain't a Scene, It's an Arms Race". Os bons tempos podem voltar, eu espero...

Quick - Gatos...

... os animais mais espertos do mundo. Por quê? Veja:



Tá certo que o primeiro gato gostar do Jonas ali é meio besta, mas ainda sim genial hauhauaha...