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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Aconteceu - Boletim Musical (03/06/2013)

"Paris Jackson tentou suicídio ao ser proibida de ver Alice Cooper e Marilyn Manson"


Ela ter ido ver o Marilyn Manson ia dar no mesmo...

"Liam Gallagher afirma que gostaria de reunir o Oasis em 2014"


Ou seja: o Beady Eye tá bombando...

"Taylor Swift participa de show dos Rolling Stones"


Stones? Tem certeza que não era o One Direction? Opa...

quarta-feira, 29 de maio de 2013

AMR - We Are Never Ever Getting Back Together (Taylor Swift)

Análise: Primeiro single do álbum Red, da Taylor Swift. Lançado em Agosto de 2012, alcançou #1US e #4UK.



Não tinha um nome mais comprido?

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Não. Sobre o nome da canção, não estamos falando sobre um novo single do Fall Out Boy ou do Panic at The Disco. Pelo visto, eles não são os únicos sem noção que gostam de colocar extensos nomes em suas obras. Reconheço que as motivações aqui são diferentes. Mas...


O fenômeno da música Pop e Country, Taylor Swift, continua na ativa. E pelo que posso ver, sem Kanye West para deixar a coisa constrangedora! Red, seu quarto álbum, continua seguindo a linha de sucesso dos antecessores. Swift mantém uma média de 5 milhões de cópias por álbum, bem coeso para um artista com menos de 10 anos de carreira e que não canta coisas tão populares (vide Rihanna, Madonna, Aguilera e o sexismo exacerbado).




O que Swift trouxe é algo diferente do seu habitual substrato de Country. Seu Country jovem passou para um Pop, que aliás tem uns bom elementos semelhantes ao single "Don't Tell Me" da Madonna (que coincidentemente é um Country). Também temos alguma coisa do novo single da Avril Lavigne, o "Here's to Never Growing Up" (que foi lançada depois, verdade seja dita). Ou seja: uma massaroca de estilos e referência involuntárias (eu acho). Honestamente, não ficou ruim. Agrada aos fãs dela (eles gostando ou não, se é que me entende) e não é uma força negativa neste sentido.

O problema é que, apesar de não ser ruim, não sai deste campo. Ou seja, apenas não é ruim não significa ser realmente bom, produtivo. Quando algo é recomendável apenas para fãs ou iniciados, é porque faltou algo. Talvez não seja a intenção dela agradar a todos. Mas pode ter certeza que é intenção da gravadora agradar e render...

terça-feira, 23 de abril de 2013

Aconteceu - Boletim Musical (23/04/2013)

"Povo de Omã está horrorizado com a possibilidade de um show de Bieber"


Piada pronta! Hahahaha...

"Taylor Swift ensina Selena Gomez a escrever sobre separação"



Ambas são especialistas em namorar bunda-mole.

"Petição de site propõe trocar o Hino Nacional Brasileiro por música do Metallica"


O Brasil tem uma porrada de coisas ruins e erradas. O hino que é uma das melhores coisas já feitas aqui querem substituir. Triste...

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Quick - O Philosoraptor


"Mas se o Kanye (West) tomou o microfone... é a Taylor realmente rápida*?"

*Swift, o sobrenome da cantora, significa "rápido/a".

Lá do Meme Generator.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Quick - One Direction pro sapato...

A única direção que o sapato teve foi esta...





Obs: se tivesse sido realmente a Taylor Swift quem fez isso, obviamente este seria o maior mérito musical da sua carreira!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Especial - 55ª Edição do Grammy

Tivemos nesta edição a apresentação da premiação pelo rapper LL Cool J, melhor conhecido por seus trabalhos nos anos 90, só não me pergunte quais. Fora a adição de outros 3 prêmios, totalizando 81! Nada realmente relevante, mas...

Gravação do Ano (Record of The Year)

"Somebody That I Used to Know" do Gotye com Kimbra





Dentre todos os indicados, a canção de Gotye era a mais merecida para a posição. Com sua voz a la Sting, com a participação acertada de Kimbra e a forcinha que a base de "Seville", do compositor brasileiro Luiz Bonfá, foram a receita de sucesso para este single, que já recebeu várias versões e paródias. Você nunca ouviu Gotye antes, agora falta esperar e ver se vai ouvir depois disto (e o mesmo vale para a Kimbra).


Outros indicados da categoria


"Lonely Boy" do The Black Keys






Se o Gotye não houve abocanhado o prêmio, com certeza o The Black Keys seriam os merecedores. Poucas vezes ouvi um Rock tão fiel ao que se ouvia há muito tempo atrás (na medida do possível, lógico). Senti uma pontinha de The Doors e até mesmo Iggy pop, o que contribuiu bastante para o resultado final. Enfim, comparado com os outros artistas, pareceu antiquado. E deve ser exatamente por isso que é bom.


"Stronger (What Doesn't Kill You)" da Kelly Clarkson





A coisa mais acertada que Kelly Clarkson fez na vida foi chutar a bunda dos caras que queria basear a carreira dela em baladas românticas. Já a pior coisa foi confiar um single na mão do Ryan Tedder (ou fazer aquele filme, De Justin para Kelly - que ela só fez por questões contratuais, mostrando que desde cedo ela já se mostrava esperta com relação às ideias equivocadas dos executivos das gravadoras). Enfim, apesar de Kelly ser competente no ramo das baladas românticas, ela também é muito boa em fazer o Pop Rock. "Stronger" é mais uma perfeita amostra disso, que também foi um potencial concorrente ao prêmio. Mas já que apenas um pode ganhar...

"We Are Young" do Fun com Janelle Monáe





Poucas coisas foram tão chatas quanto este single. Por todo o falatório e repercussão, até dá pra pensar em esperar algo de fato - ledo engano, pois justamente por isto que não poderia esperar grande coisa. Os novatos do Fun (que parece nome daquelas bandas brasileiras constrangedoras como Fresno e Restart) tiveram um reforço da Janelle Monáe. Isso deveria ter ajudado um pouco, mas no final das contas, tivemos um placar zerado. Mais sorte da próxima!

"Thinkin' 'Bout You" do Frank Ocean





Frank Ocean seria mais um destes caras que vieram na mesma leva de artistas como Taio Cruz e Jason Derülo. A diferença é que ele larga toda aquela parafernália eletrônica e a deixa em seu devido lugar para usar nada mais, nada menos, que a garganta. Ou seja, Auto Tune off - o que lhe dá uma vantagem incrível sobre estes outros. O single é um tanto monótono, mas não é ruim. É mais agradável e interessante do que o do Fun. E isso já também uma grande vantagem.

"We Are Never Ever Getting Back Together" da Taylor Swift




A canção de Taylor Swift é exatamente isso aí: uma canção da Taylor Swift. Não com o mesmo apelo e novidade que já lhe foi de costume e que é reservado ao pessoal que está pisando no carpete da fama pela primeira vez, mas os fãs simplesmente não vão se decepcionar. Agora, levando em consideração estes fatos, achei difícil mesmo esta single ser considerado gravação do ano. É como considerar a Coca Cola inovadora, se é que me entendem... 


Álbum do Ano (Album of The Year)

Babel do Mumford & Sons




Os Folk-interessantes Mumford & Sons e seu vocalista com voz de Michael Stipe do R.E.M. não ganharam nenhuma das seis estatueta das quais lhes foram indicadas nos anos anteriores. Neste ano, das seis indicações, venceram duas - uma delas por Álbum do Ano. O Folk feito pelo quarteto tem qualidade e é uma banda boa (apesar de sua sonoridade poder ser confundida com falta de originalidade). O Folk ganhar um prêmio destes foi uma espécie de "A Vingança dos Nerds" do mundo da música. Seria tipo a Bossa Nova se sobressair das trevas para sobrepassar o execrado e dispensável Sertanejo Musical. Blergh... 


Outros indicados da categoria

El Camino do The Black Keys



O que foi dito sobre o Mumford & Sons logo acima poderia ser aplicado ao The Black Keys, caso eles tivessem arrematado o prêmio. O que me faz lembrar que esta edição do Grammy foi um tanto retrô. Só faltou o Chucky Berry se apresentar na cerimônia com os caras e um holograma do Elvis interagir com eles neste ínterim. Aliás, a Adele ganhar um prêmio este ano só reforça ainda mais esta impressão...

Some Nights do Fun


Bem, se aqui nós temos e, infelizmente, acabamos por supervalorizar artistas como Gabby Amarantos (que se auto-intitula como "Beyoncé Brasileira" - embora eu ache que, guardadas as devidas proporções, este título seria melhor atribuído à Ivete Sangalo). A tal da Amarantos está mais para Jennifer Hudson antes de emagrecer ou o Jabba, do Star Wars. Ah, sim! Sobre o Fun? Bem... sobe a página até a parte deles que tá tudo escrito.

Channel Orange do Frank Ocean





E ora vejam só: o álbum de Frank Ocean ver com um selo de aviso para os pais. Até parece que músicos afrodescendentes não conseguem falar ou cantar sem colocar palavrão no meio. Bem, não sendo como gente tipo Akon, que usa palavrões como vírgulas, ele tem futuro.

Blunderbuss do Jack White



Eu me pergunto: com tantos projetos paralelos (ou problemas, como preferirem definir), como Jack White consegue ter tempo para lançar um álbum solo? Mesmo com o fim do The White Stripes, ainda tem o The Raconteurs e o The Dead Weather. Fora os momentos em que ele tenta inflar seu ego tentar se colocar no mesmo patamar que Jimmy Page e outros guitarristas. Mas mesmo com seu jeito não muito convencional (esta denominação costuma ser boa na minha opinião, mas aqui soa distorcida e incorreta), o álbum foi sucesso nos Estados Unidos e Reino Unidos. Ou seja: Jack não vai precisar gastar com Prozac por um tempo...

Canção do Ano (Song of The Year)


"We Are Young" do Fun


Ha! E não é que a banda Fun ganhou uma estatueta? Bem, falando sobre o single. Uma parte dele me faz pensar que eles pegaram inspiração do Don McLean (ouçam "American Pie"). De resto, é uma canção um tanto pedante e monótona. Janelle Monáe, cantora da qual eu estava acostumado com algo mais groove, mais dançante, tenta dar uma força no refrão, para tornar a coisa toda mais forte e significativa. Acabou falhando. Bem, não poderíamos esperar muito neste caso, mas uma estatueta foi demais.


Outros indicados da categoria


"The A Team" do Ed Sheeran




Com relação ao vencedora da categoria, esta canção se mostra mais intimista, mais introspectiva. Ou seja: mais Folk Music na premiação. Apesar da invasão Folk, e de não ser lá muito marcante, ainda foi mais merecedor do prêmio do que a canção do Fun. Fora disso, não é algo que você vá se lembrar muito tempo depois - a não ser que você seja fã de Folk...


"Adorn" do Miguel




Caramba! Tipo, parece que o Ne-Yo fez algumas cirurgias e resolveu cantar com outro nome. "Adorn" não é ruim, aliás, faria a alegria de quem gosta de ouvir rádio FM especializadas em R&B. Apesar de não ser pomposa como a vencedora da estatueta, também seria mais merecedora do prêmio. Eu só me pergunto se realmente era necessário um nome artístico sem personalidade e tão genérico quanto Miguel. Dá impressão que ele vai cantar alguma coisa como "Mambo Number Five" do Lou Bega...

"Call Me Maybe" da Carly Rae Jepsen


Hum... podem adivinhar o que eu vou dizer agora? Sim, também merecia mais do que o vencedor desta categoria. Ao contrário desta, é uma canção mais frenética, divertida, com uma atuação vocal superior. Bem, de resto, eu já falei sobre ela em um artigo individual...

"Stronger (What Doesn't Kill You)" da Kelly Clarkson


E acredito que sem surpresas, temos que eu acredito que seria a mais merecedora de todos na categoria de Canção do Ano. Após a infeliz situação criada por Ryan Tedder e que envolvia até mesmo a Beyoncé, Kelly Clarkson deu a volta por cima e lançou um single cheio de energia. Como consolo, ela tem o fato que é a única de fato sobrevivente do American Idol e que se mantém sólida na indústria - fora que é muito mais legal que bandas por aí, como por exemplo, sei lá, o Fun...

Melhor Novo Artista (Best New Artist)



Fun



...

Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh!!

(O que aconteceria se derrubassem ácido sulfúrico com elementos tóxicos nos Beastie Boys? Veja a foto acima...)


Outros indicados da categoria

Alabama Shakes





Fico pensando como coisas como Alabama Shakes é rejeitado em detrimento de coisas como o Fun. Ouvir o Alabama te transporta para uma época em que a música era uma solução para a mente conturbada, não como agora, que muitas vezes conturba mentes. Injusto, muito injusto...

Hunter Hayes



Putz! O cara se chama Caçador! Bem, veio caçar uma estatueta do Grammy e errou o alvo. O rapaz é músico do Country, o que em situações normais me faria pensar que o Fun até poderia merecer mais do que ele. Porém, ouvindo uma das canções do rapaz, vemos que ele não impregna a sensação de boi mascando ou coisa do tipo. No geral, não é muito relevante, mas considerando a situação atual, merecia a estatueta acima do Fun por poucos pontos...

The Lumineers




Ora, ora. Mais Folk. Deveria ter mudado o nome do prêmio para Folk Grammy Awards. De qualquer maneira, dentre todos os artista Folk desta premiação, me pareceram os menos relevantes. Parecem uma versão pocket do Mumford & Sons. A canção de estréia deles, "Ho Hey" (Go's Let? Huahuahauah...) me lembro um pouco "I Belong to You" do Lenny Kravitz! Que ecleticismo...
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Pop - Melhor Performance Pop Solo (Best Pop Solo Performance)


"Set Fire to The Rain" da Adele




A Adele conseguiu ganhar uma estatueta este ano também. Por um trabalho feito na época em que foi premiada com outras estatuetas pelo mesmo conjunto! Ou ela realmente fez um trabalho duradouro e atemporal ou havia um quorum na categoria. Vale frisar que a versão em questão é ao-vivo. Ou seja, foi julgada uma versão muito mais propensa a imperfeições e problemas técnicos e ainda sim bateu gente como Kelly Clarkson, Katy Perry e Rihanna. Muito bem!

Pop - Melhor Duo Pop/Performance em Grupo (Best Pop Duo/Group Performance)

"Somebody That I Used to Know" do Gotye com Kimbra




Só o fato do Gotye e da Kimbra terem tirado esta estatueta do Fun e da Janelle Monáe já é o suficiente como mérito musical para eles. De qualquer maneira, Gotye Sting (hahaha) e Kimbra fizeram um trabalho excelente, merecedor do prêmio. Se bem que, considerando que eles competiram com, além do Fun, o LMFAO!!! (com "Sexy and I Know It"!). Tava fácil, não?

Pop - Melhor Álbum Vocal Pop (Best Pop Vocal Album)


Stronger da Kelly Clarkson





Aêeeee! Sem grandes surpresas, a loira arrematou este prêmio. Ela disputou com o superestimado Fun e teve uma concorrente de verdade, a P!nk. O Maroon 5 tava no páreo também, mas não teve jeito.

R&B - Melhor Performance R&B (Best R&B Performance)


"Climax" do Usher




Caramba! O Usher ainda existe! E ainda por cima, ainda canta! Dentre os concorrentes, ele era o nome mais conhecido, e apesar da canção não ser lá grande coisa, foi um prêmio surpreendentemente acertado dentro do contexto. Agora só falta o Usher andar por aí com uma camiseta bem grande escrita "I'm still alive, bitch!".


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O Miguel ganhou uma estatueta de Melhor Canção R&B, o The Black Keys conseguiu arrematou merecidamente o Melhor Performance de Rock e Melhor Canção Rock com "Lonely Boy" e Melhor Álbum Rock com El Camino. Justiça feita!

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As performances mais importantes:




Bruno Mars, Rihanna, Sting, Damian Marley e Ziggy Marley fizeram um tributo a Bob Marley. Eu imaginei que neste momento não fosse dar pra enxergar nada no palco por causa da fumaceira, mas me surpreendi...


Justin Timberlake e Jay-Z cantaram juntos. Jay-Z não canta, proclama rap e Justin Timberlake cantar até parece piada. Ele bem que poderia ter substituído a performance musical por uma cênica e ter recriado uma guerra de tortas a la Os Três Patetas. Seria muito mais divertido e gratificante. Mais ainda se ele passasse a fazer apenas isso o resto da vida...

Houve também performances em tributos a artistas que só devem conhecer num raio de 100km do local da apresentação. Taylor Swift, Kelly Clarkson, Elton John, Alicia Keys... um montão de gente.

Grammy 2013. Mais um Grammy, mais um...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

AMR - Birthday Cake (Rihanna)

Análise: Quarto single do álbum Talk That Talk da Rihanna. Lançado no mês de Março, alcanõu #22 no US Bubbling Under Hot 100 Singles - ou #122US.


Bolo com creme batido... batido!

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Vou ser bem honesto aqui. Eu não tive nenhum outro motivo para comentar um single tão pouco ou nada representativo e de qualidade praticamente nula se não fosse pelo fato de uma certa participação ter ocorrido como puro golpe de marketing. Sim, a canção é uma droga, mas me vi obrigado a analisar a coisa toda porque Chris Brown deu as caras ("deu as caras", não "deu na cara", ok?) e "cantou" (alguém ainda acha que é humanamente possível Brown cantar?) ao "lado" (quantos metros de distância da Rihanna ele tem que manter?) da Rihanna. Esta é a primeira vez que ambos participam de algo juntos desde o boletim de ocorrência...

Todo mundo sabe que o marketing é uma grande ferramenta de promoção e etc. E nada melhor do que um beijo lésbico na televisão, uma dupla tirar parte do vestido da outra para mostrar um seio em pleno intervalo do Super Bowl para uma audiência de milhões (incluindo crianças), desmerecer um prêmio que uma cantora ganhou dizendo que outra cantora que perdeu era melhor... Ah, e claro: uma participação em uma canção sua do seu ex-namorada que usou seu rosto como saco de areia. Brown previu a febre do MMA na cara de sua ex. (Eu adoraria ver o Brown num ringue com o Anderson Silva!)


Não há muito o que dizer sobre a canção. Dentre os compositores está a própria Rihanna e a letra fala sobre sexo. Considerando a participação de Brown na peça, podemos dizer que é sexo sadomasoquista ou coisa do tipo. A canção realmente não acrescenta nada a lugar algum. O clima desolado e bagunçado da canção me faz pensar se a Rihanna não quis traduzir em música como seus pensamentos ficaram depois de servir de sparring pro Brown. E acredito que diferente de qualquer outra canção que tenha sido lançada pela Rihanna nos últimos tempos, nenhuma teve a pretensão e coragem de ser tão idiota por se basear num golpe de marketing tão besta e de mal gosto como este.

Esperamos apenas que no próximo álbum o marketing seja usado de maneira menos depreciativa. Ou seja, Rihanna, além de ficar longe do Chris Brown, fica longe da Nicki Minaj! Ela é estranha por natureza, sem precisar bater em ninguém ou qualquer coisa do tipo. Se precisar de algo pra divulgação, sempre é viável um projeto com a Madonna - mas sem beijos na boca, pois este posto a Laetitia Casta já ocupou.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

AMR - Just a Kiss (Lady Antebellum)

Leia também: AMR - Need You Now (Lady Antebellum)


Análise: Primeiro single do álbum Own The Night, da banda Lady Antebellum. Lançado em Maio de 2011, alcançou #7US e #78UK.



Buuu!

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Apesar de eu não gostar de Country, tenho que admitir que este grupo é algo que falta bastante na cena musical atual. O Lady Antebellum não tem o canto característico de arrasto que permeia o Country normalmente. Se querem um exemplo do que digo, basta ouvir dois estandartes do gênero: Alan Jackson e Garth Brooks. Isso porque eu resolvi na tocar no nome de Willie Nelson. O fato é que, em boa parte dos momentos, eles se deixam levar de corpo e alma por aquela sonoridade bovina que, aparentemente, está ficando em segundo plano, numa espécie de metamorfose musical bem positiva. O que me faz lembrar de Shania Twain (devo citar a Taylor Swift?).

Do mesmo modo que, em alguns momentos, Twain não parece ser uma artista Country, o Lady Antebellum vai pelo mesmo caminho. Eles fazem um estilo meio Power Ballad ou um Ballad com um pré-rótulo qualquer. O fato é que, independente de qualquer rotulação imprecisa, o placar geralmente está em cima da média - o que, não canso de repetir, se tratando da atual cena musical, é algo de extrema relevância e importância.


"Just a Kiss" foi escrita pelos três membros da banda (na ordem da foto acima: Charles Kelley, Hillary Scott e Dave Haywood) e Dallas Davidson, um cantor e compositor Country de carreira recente, mas já relativamente conhecido como compositor. E a canção nasceu apartir de um riff tocado num teclado por Dave Haywood. Daí para frente foi apenas o produtor Paul Worley (que foi o cara que descobriu as Dixie Chicks) lapidar todo o projeto para o então resultado final.

A canção é bonita e tem uma bela interpretação e harmonia vocal por parte dos três integrantes. Fora que foi de fato realmente bem produzida. Mas se é para comparar com outros produtos do gênero, digo: infelizmente não conseguiu chegar no mesmo nível emocional que "From This Moment" e "Still The One" da Shania Twain nem na acessibilidade pop de "Love Story" da Taylor Swift. Mas isso não exatamente depõe contra eles, pois os pontos positivos ainda são muitos.

Afinal, hoje em dia, ouvir uma canção Country sem imaginar a baba do boi já é uma grande coisa...

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Quick - Como eram os atuais famosos?

Clique para ampliar!


Com exceção da Katy Perry e talvez da Selena Gomez, eles eram feios, feios pra c*****...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

AMR - Need You Now (Lady Antebellum)

Análise: Primeiro single do álbum Need You Now, do grupo Country Lady Antebellum. Lançado em Agosto, alcançou #2US e #21UK.


Lady o que??

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A banda Lady Antebellum (sim, é uma banda e não o nome artístico da cantora, como eu imaginava) foi criada em 2006 pelo membros Charles Kelley, Dave Haywood e Hillary Scott. São representantes da atual cena Country dos Estados Unidos (junto com bandas como LoneStar). Diga-se de passagem, são bastante bons no que fazem.

Mas o que chamou a atenção da banda junto ao público (nível mundial, não só os caipiras Norte-americanos que gostam de ficar na cadeira de balanço com seu cachorro do lado curtindo Willie Nelson) foi a canção "Need You Know". E posso dizer que, na minha opinião, isso aconteceu justamente por este single não lembrar nada muito Country. Apenas parece uma canção easy nova. A propósito, ela conseguiu ser a segunda canção Country mais baixada na net, perdendo apenas para "Love Story" de Taylor Swift.

Não tendo muitos atributos Country e sendo uma canção bonita, calma e fácil de tomar os ouvidos, Lady Antebellum consegue algo bem feito o suficiente para pelo menos dar uma passeada pelo mainstream e, quem sabe, fazer uma moradia de longa estada por ali. Isso é perfeitamente possível de acontecer - ou vocês realmente acreditavam que Lady Gaga iria conseguir passar de "Poker Face" e Katy Perry de "I Kissed a Girl"?


Tá bem... no fundo a análise não teve muito contexto devido a diferença entre temas e estilos, mas foi uma tentativa de analisar o mercado no geral (lembrem-se da força que o Country tem na terra do Tio Sam mas, porém, do quão fraco é fora de lá). No final das contas, se tratando do lado comercial e de onda atual, todo mundo vai acabar recorrendo à Taylor Swift...

A banda produziu a canção juntamente com o produtor Country Paul Worley (que já trabalhou com as Dixie Chicks), mantendo um certo esmero na produção - pelo visto, a banda já é instintivamente cuidadosa neste quesito, possivelmente característica do estilo musical. Cada instrumento está em seu lugar fazendo seu papel direitinho. Os vocais também são bons, apesar de eu achar que os do Charles Kelley poderiam ser omitidos em prol dos vocais da Hillary Scott, que sem dúvida poderia levar a canção sozinha numa boa.

Se você gosta de Country, baladas românticas e canções de banda de Country que não parecem Country, pode ouvir "Need You Now" do trio Lady Antebellum sem medo, sem problema nenhum. Vai fundo, eu recomendo.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

AMR - Power (Kanye West)


Análise: Primeiro single do álbum
Good Ass Job do Kanye West. Lançado agora no começo de Julho, alcançou #22US.


Cara, o Kanye West acaba de ler minha mente! (tirando a coroa, é claro)


E a da Taylor Swift também!

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Depois de chorar rios lacrimosos com o fim de seu casamento e de revolucionar criando o Hip-Hop Emo em 808s & Heartbreak, Kanye West está de volta com um novo álbum. Good Ass Job mostra Kanye West, mais uma vez, falando sobre algo que ele definitivamente ama mais do que qualquer coisa nesta vida: ele mesmo. Se no álbum anterior ele falava sobre seus sentimentos arruinados, parece que no atual ele pretende falar sobre seus demônios (ou não).

Primeiramente, West queria resgatar o (péssimo) costume de samplear os clássicos. Neste caso, "Power" contém partes da canção "21st Century Schizoid Man", de uma notória banda de Rock Progressivo, o King Crimson - ainda na época em que Greg Lake (do Emerson Lake and Palmer) assumia os vocais e baixo. Não que este projeto tenha um sample realmente substancial, mas acredito que já seja o suficiente para irritar os roqueiros mais assíduos.

Outro fato aborrecedor é que esta canção lembra muito a recente "Not Afraid" do Eminem, pelos vocais frenéticos e ritmo um tanto confuso. West co-produziu a faixa com o produtor S1 (que deve ser o irmão Hip-Hop do Emocore S2). Bem, ao menos não foi apenas culpa do Kanye, mas até mesmo sem querer ele acaba não sendo original.

E andam dizendo que este álbum vai ser o melhor do Kanye e que esta faixa vai ser melhor do que trabalhos como "Stronger". Só digo uma coisa: não só dificilmente Kanye vai conseguir fazer algo melhor do que aquilo como esta canção está longe de ser relevante. Mais parece uma faixa pra encher linguiça. Talvez se ele tivesse cantado em vez do rapping e tivesse se entupido de Auto-Tune, não seria tão ruim - na verdade, não sei o que é pior.

Agora, falando em falta de originalidade, vamos fazer uma continha básica:

Logo no final do cálculo, temos a capa alternativa do single, onde West supostamente mostra o que ele pensa sobre si mesmo às vezes:

Clique para ampliar!

Agora, um comentário a parte. Kanye West é um dos artistas mais idiotas e presunçosos da face da Terra. Alguém que não consegue olhar para nada além de seu umbigo. Deixa seu ego (que não tem motivo nenhum de ser) dominar e fazer uma cagada atrás da outra. Tudo para depois pedir desculpas de alguma maneira e tornar a fazer as cagadas de novo. Do que adianta você erradar, pedir desculpas e repetir os atos? De nada vale adquirir notoriedade e não ter a humildade para ser um artista de verdade. Atos como o que foi feito com Taylor Swift jamais precisaram ser feitos por Michael Jackson, Stevie Wonder, Eric Clapton ou qualquer outro grande artista que não tenha ganho algum prêmio ou coisa parecida.


"Ter cabeça: é pra quem pode!"

sábado, 10 de abril de 2010

Quick - Nunca diga nunca!

Às vezes a gente escuta alguma música no rádio e pensa : "putz, como alguém pode gostar disso?". Mas o que tem se tornado muito comum hoje em dia é artistas fazerem versões cover dos grandes sucessos em voga - mudando instrumentos, estilo e até a estrutura melódica - e muitas vezes acabamos até gostando.

Trouxemos alguns exemplos e gostariamos que o pensamento musical (ou melhor, o pensamento em si!) fosse guiado pelo "nunca diga nunca". Só um aviso : isso também não é nenhuma apologia à drogas - Funk e afins continuam sendo altamente não-recomendáveis.

You Belong With Me (Versão Metal) - Taylor Swift


3 (Violino) - Britney Spears


Paparazzi (Violino) - Lady GaGa



Right Round (Violino) - Flo Rida ft. Ke$ha


Esse não é um sucesso atual, mas acabou ficando muito bom/engraçado também :

What a Wonderful World (Versão Death Metal) - Louis Armstrong


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quick - Taylor Swift - Fearless (Vídeo-clipe)


Vídeo-clipe de Fearless, de Taylor...zzz....Swift...zzzzzzzzzz..........

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Quick - ENTENDI TUDO AGORA!



HAHHAHAHAHA

by @victoroliveira