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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Quick - 11 Dados Decepcionantes Sobre o Universo da Música

Antes de mais nada: vi lá no Caixa Pretta!



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11 Dados Decepcionantes Sobre o Universo da Música



1 - Creed vendeu mais discos nos EUA do que Jimi Hendrix




2 - Led Zeppelin, REM, Depeche Mode nunca colocaram um single em 1° nas paradas. Rihanna já soma 10




3 - "Tik-Tok" da Ke$ha vendeu mais do que QUALQUER single dos Beatles




4 - "Low" do Flo Rida vendeu 8 milhões de cópias, o mesmo que "Hey Jude" dos Beatles




5 - "I Gotta Feeling" do Black Eyed Peas é mais popular do que qualquer música do Elvis ou Simon & Garfunkel




6 - "Falling Into You" da Celine Dion vendeu mais cópias do que qualquer gravação do Bruce Springsteen, Queen ou Nirvana




7 - Katy Perry possui o mesmo recorde do Michael Jackson de mais singles nº 1 em um álbum




8 - Barbra Streisand já vendeu mais discos (140 milhões) do que Pearl Jam, Johnny Cash, Tom Petty e juntos




9 - 20 milhões de cópias foram vendidas em um álbum do Ray Cyrus. Mais do que qualquer um do Bob Marley




10 - As músicas da série ‘Glee’ tem mais músicas nas paradas que os Beatles


E o fato mais decepcionante de todos...


11 - Esse cara existe


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Acho injusto falar sobre Celine Dion e Barbra Streisand, pois acho que elas representam uma boa geração musical. Agora de resto...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Aconteceu - Jay-Z: "Usher pode ser o novo Rei do Pop"


Alguém viu minha carreira?

Jay-Z declarou que Usher tem o potencial para se tornar o novo Rei do Pop.

O rapper admitiu que ficou impressionado ao ver Usher se apresentar no Grammy, cantando um tributo a Michael Jackson.

"Achei o tributo a Michael fantástico e acho que Usher está fazendo um trabalho magnífico", ele contou ao Access Hollywood. "Ele é um dos caras que sabe, está no caminho para completar esse grande espaço. Não quero colocar pressão nele, mas eu realmente acho que ele está no caminho".

Usher cantou "Earth Song" juntamente com Celine Dion, Jennifer Hudson, Smokey Robinson e Carrie Underwood, no dia 31 de Janeiro, no Staples Center.

Fonte : Popline
Uxa dança, canta e até é bonito...realmente, potencial tem. Só vai ter que usar tudo isso - a seu favor - em uns 4 álbuns muito relevantes pra tal título. Ferrou...

There's no love for Usher in this blog.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

AMR - All I Want For Christmas Is You - Mariah Carey

Versão Natalina!



Ah, o verão…digo, ah, o Natal : época de comer o peru (oi?), beber aquela Cidra básica por ser um jantar super familiar e, para países anglofônicos, ouvir All I Want For Christmas Is You novamente. A canção de Mariah Carey é o primeiro single do seu álbum de natal lançado em 1994, Merry Christmas, e o último dos clássicos do gênero.

À época do lançamento do álbum, Mariah estava casada com ninguém mais, ninguém menos que o presidente da Columbia Records, Tommy Mottola – se for necessário dizer, gravadora de Carey. Os planos de promoção de Mottola eram implacáveis : a cantora lançava um CD por ano, em meio a promoções infindáveis (maridão sempre zelando pelo conforto e saúde de sua esposa, né?). Só lhe faltava então, comercialmente falando, lançar um álbum de Natal – que, enquanto o artista for popular, sempre terá vendas garantidas na temporada das festas. Mas a canção que pegou mesmo foi uma só.

Esta obra-prima da felicidade alheia foi composta pela própria Carey e por Walter Afanasieff – produtor muito respeitado que já criou muitos sucessos para as Destiny’s Child, Lionel Richie, Christina Aguilera, a própria Mariah, Céline Dion, entre outros; inclusive co-produzindo My Heart Will Go On. Os dois se afastaram após o álbum Butterfly (1996) de MC por motivos que até hoje ninguém sabe muito bem; o fato é que a partir desse período, a cantora despertou toda a sua piriguetisse hip-hopesca e tem trabalhado com produtores e composites como P.Diddy, DJ Clue, Jermaine Dupri, Swizz Beatz e similares. A voz adocicada e poderosa de Carey levou o potencial da música às últimas consequências, além de a própria imagem de Mariah (na época) ser compatível com essa ingenuidade sincera (?) do Natal. Vê como as coisas mudam? Hoje Mariah parece estar sempre pronta pra te jogar na parede e te levar para um quarto escuro.

As regras da Billboard Hot 100 no período do lançamento do single não permitiram que a canção entrasse em sua parada, por não ter acontecido o lançamento físico do single. Mas sin problemas : a canção entra nas paradas todos os anos na época natalina; em 2005, com ajuda do então recente álbum The Emancipation Of Mimi, a canção atingiu o #1 da parada de singles recorrentes e também #1 na Hot Digital Singles. A música conseguiu ainda ser o primeiro ringtone natalino a vender mais de 1 milhão de cópias pelo mundo.

Há ainda três versões de videoclipes : uma em que vemos uma Mariah (magrinha, rs) rolando pela neve com seu cachorro falecido há cerca de um ano, Jack, outra em que ela está (magrinha também) num set de uma espécie de programa dos anos 60 e outro que é o da versão So So Def Remix – totalmente dispensável.

Curtam o mais divertido deles :


sábado, 21 de novembro de 2009

AMR - 70’s Jukebox 3

Artista: Eric Carmen (11/08/1949)
País de Origem: Estados Unidos da América
Estilo: Pop, Rock
Hits: "All By Myself", "Hungry Eyes", "Make Me Lose Control"
Hit da Jukebox: "All By Myself" (1975, #2US – #12UK)



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Essa com certeza é uma das músicas mais tristes já escritas na história da música moderna. Junte isso à um piano igualmente melancólico e a voz de Eric Carmen. Surpreendente. Carmen liderava uma banda chamada Raspberries, que fazia relativo sucesso com vários hits. A banda se desfez en 1975 e Eric lançou seu álbum de estréia, contendo a canção "All By Myself".

A beleza desta canção é infindável. Carmen chegou até a incluir no meio de sua obra uma parte do "Concerto de Paino Nº2 em C (Dó) Menor" de Sergei Rachmaninoff, acreditando que a música estivesse em domínio público. Só esqueceram de avisar Eric que uma obra cai em domínio público mais ou menos 70 anos depois da morte do criador. Rachmaninoff morreu em 1943 (ou seja, nem hoje em dia estaria).


Essa canção deve ser bem mais conhecia pela emocionada e poderosa interpretação de Celine Dion no seu álbum Falling into You, de 1996, conseguindo #4US e #6UK. Ambas as versão são magníficas, um tesouro no mundo das power ballads e das músicas tristes e melancólicas…

A canção foi escrita pelo próprio Carmen (o que nos faz pensar que ele realmente sabe o que é solidão – talvez a separação do seu grupo Raspberries tenha inspirado a letra?). A produção ficou por conta de Carmen e Jimmy Ienner.

domingo, 29 de março de 2009

AMR - Apologize (OneRepublic & Timbaland)

23/12/2010 - Como meu conceito básico de uma AMR (Análise Musical Rápida) mudou radicalmente com o desenvolver do blog, vou substituir o texto original desta AMR por uma análise do single "Apologize", do OneRepublic com a participação de Timbaland. Se quiser dar uma olhada no material original clique aqui.

Análise: Primeiro single do álbum Dreaming Out Loud, da banda estreante OneRepublic. Lançado em Novembro de 2007, alcançou #2US e #3UK. Há também um remix feito pelo rapper Timbaland que também será analisado em seguida.


É melhor se desculparem mesmo por chamarem o Timbaland!

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A banda OneRepublic faz um som mais alternativo sendo uma espécie de Fall Out Boy ou Panic at The Disco sem o teor de veadagem e/ou fator Emo (que se formos analisar, já nem existe mais - foram substituídos pelas bandas coloridas que tocam o malfadado Happy Rock!). O som destas três bandas são bem legais, porém o OneRepublic (do vocalista Ryan Tedder, que já aprontou das suas) tem a cereja do bolo: canção de clima melancólico e intimista "Apologize".

A canção em questão foi produzida por Greg Wells (produtor renomado que foi responsável pelos singles "Waking Up in Vegas" e "Ur So Gay" da Katy Perry, "Grace Kelly" do cantor Mika e teve participação no álbum Let's Talk About Love da Celine Dion), e tem um clima envolvente, explorando bem cada instrumento da banda, desde a guitarra triste de Zach Filkins até o piano atraente de Tedder. Possivelmente prestando bem atenção no trabalho de Wells que Ryan Tedder tenha decidido se dedicar ao ofício de produtor musical, englobando tanto os trabalhos de sua banda quanto de outros artistas (incluíndo, além de Beyoncé e Kelly Clarkson, Jennifer Lopez).


Outra faceta que surgiu desta canção e que a arremessou para o céu do mainstream foi o remix feito pelo rapper Timbaland. O rapper estava lançando seu álbum Shock Value e incluiu este remix no seu trabalho. Analisando friamente o remix, podemos ver lados bons e ruins da coisa e julgar se a participação especial foi realmente especial ou apenas mais um golpe para erguer mais ainda o ego dele. Pensando bem, já imaginaram se, no lugar dele, fosse o Kanye West? O single teria saído no álbum dos caras mas creditado como "Kanye West featuring five white guys"...

A base musical foi mantida, com mínimos retoques; os vocais de Ryan ficaram muito superiores no remix, com uma atenção maior e melhor nesta parte da produção; o solo de guitarra foi substituído apenas pelo fundo musical corrente e, por último, os irritantes e insistentes gritos do Timbaland que tanto reclamei tempos atrás. Sua participação, no final das contas, foi basicamente melhorar o trabalho vocal por parte de Tedder, tirar um solo de guitarra que estava simplesmente no lugar certo e ficar adicionando berros sem sentido.


Na minha opinião não foi uma participação muito construtiva. Mas deu certo, tanto que "Apologize" teve mais de 10 milhões de downloads - a canção recorde na categoria. A banda de Tedder chegou ao estrelado e lançou singles mais modestos como "Stop and Stare". Resta esperar mais um pouco e ver se a banda pode sobreviver sem berros de um rapper no fundo de uma canção que já era tecnicamente ótima.

Versão original do OneRepublic:


Versão remix com Timbaland:

domingo, 8 de março de 2009

AMR - A volta, Céline e Alanis

Olá, 5 pessoas que lerão o post!
Só pra constar : eu tenho um outro blog chamado Crackolândia, que eu vou mudar de nome daqui a alguns segundos…mas daí eu entrei lá e pensei : tem uns posts que eu não gostaria de recordar, a foto-cabeçalho parece meio preconceituosa ( e acho que só uma pessoa ia entender), tô com preguiça de mudar, e…etc e tal. Hoje eu vou dar uma de crítica e falar de dois CD’s que eu escutei :


A New Day Has Come (Céline Dion)*

*pior que tem acento mesmo, mas americanos não o utilizam*




Tem um retângulinho branco ali embaixo, onde se lê : “will NOT play on PC/MAC”. Quanta ironia.


À primeira vista, parecia que eu estava ouvindo a Cher cantando, mas sem o Auto-Tune. Demorou umas 3 músicas pra minha impressão mudar, e não foi pra melhor; me deparo com pop misturado com R’nB, resultando em algo do tipo Britney Spears/Spice Girls, só que com uma potência de piano, não de tecladinho de animais da fazenda. E a mistureba é bem justificada : tem 19 produtores – e o álbum tem só 17 músicas! Os caras : “Ah, é minha vez no winning eleven, segura o botão aí pra mim”. Haha…nem deu, enfim.
Sinceramente eu acho uma pena, (e antes que alguém ria da minha cara, sim meu gosto musical é meio exótico) porque a Céline tem uma voz do cascalho, e devia cantar canções que fizessem jus à mesma. Mas parece que não é assim. Eu ainda vou escrever um artigo sobre a Cêcê; andei escutando vários CD’s pra “aumentar” meu vocabulário musical *
aiq fresca nojenta* e anotei várias coisas aqui, pra quando fosse postar no blog novamente.

Jagged Little Pill

(Aléni Morissette, como diz o Faustão)




Eu não sei que parte do álbum é mais psicodélica/legal : a capa, a contra capa, a Alanis, a sua voz de cabrita, as músicas…mas o importante é dizer: é um belo CD. Que na verdade não é o primeiro; a canadense já havia lançado dois trabalhos anteriormente, mas somente no país de origem. Dizem que, com a morte de Kurt Cobain, foi criado um “vácuo” musical e as gravadoras saíram em busca do próximo “hit”. Jagged Little Pill talvez tenha sido exatamente o resultado de estar no lugar certo na hora certa. O CD é o 16° mais vendido da história; isso significa aproximadamente 30 milhões de cópias até agora.
As canções deste álbum são todas autobiográficas, e com isso você consegue algo que não conseguiria com qualquer ghostwriter por aí : autenticidade. As letras não são como a maioria das canções-chiclete que você encontra, apesar de o album ser Pop/Rock e bem viciante. Não é Barney – “I love you, you love me, we’re a happy family”. São mais algo do tipo : “I love you but you’re cheating on me you son of aaaa bitch!!”
/Lily Allen mode off. É o tipo de canção que oferece mais que uma melodia agradável; é um pedaço de vida lá no meio. Eu recomendaria esse pra você, o da ~*Céliniii*~ não.
Bom, é isso aí. Por incrível que pareça, eu demorei 3 horas pra escrever essa merdinha (parando pra jantar e etc). Acho que tô meio enferrujada.

Bjos de luz e compreensão