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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Aconteceu - Boletim Musical (20/06/2013)

"Liam Gallagher xinga Robbie Williams"


Aparece que o ex-Oasis ficou puto por não ter mais do que 1500 pessoas em seu show, enquanto Williams tinha 60 mil.

Não preciso nem fazer piada...

"Robbie Williams diz que comprará drogas para filha quando ela crescer"


Ele já está para comprar todos os discos do Take That e da carreira solo dele para presenteá-la!

"Kanye West lança música sobre Kim Kardashian"


Não vai fazer muita diferença. Rapper fazendo música sobre bundas. Qual a diferença afinal?

sábado, 6 de abril de 2013

AMR - Trouble (Leona Lewis)

Análise: Primeiro single do álbum Glassheart, da Leona Lewis. Lançado em Outubro de 2012, alcançou #7UK.



27 mil cópias? É, trouble...

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A vencedora da terceira temporada do X-Factor, Leonal Lewis, alcançou o topo do mundo quando lançou seu single "Bleeding Love". Com o álbum Spirit (que teve envolvido em sua produção uma infinidade de gente) vendeu mais de 8 milhões de cópias no mundo, sendo 3 milhões só na Inglaterra. O citado single foi produziu pelo redundante Ryan Tedder e foi a porta de entrada da moça ao show business.

Após este início arrebatador, Lewis produziu mais alguns grandes hits na Inglaterra, mas nada tão memorável, pelo menos nada perto do supracitado single - podemos citar a excelente "Better in Time", que não foi tão bem nas paradas, mas que em nível qualitativo foi o que de melhor Leona produziu até hoje. Nos Estados Unidos ela permanece um tanto ignorada, fazendo parte da lista de artistas ingleses que não conseguem adentrar com sucesso o mercado do Tio Sam - como o Robbie Williams, por exemplo.


Mas não é necessário que um artista faça sucesso neste outro país para se considerar bem sucedido, o próprio Williams (apesar de ter voltado a tocar com sua antiga banda, num sinal de cansaço, desgaste da carreira solo - para depois seu ego inflar o bastante para não se permitir ficar) sempre se manteve em alta em seu próprio país. Ele não é obrigado a mais que isso, uma vez que no Brasil não é necessário que nossos artistas estourem lá fora. O fato é que Leona é estava bem na Inglaterra. Estava. Seu último álbum, Glassheart, vendeu menos de 30 mil cópias por lá. Situação complicada. Mas, indo para o single principal, vem a pergunta: ela ainda merece algum destaque?

"Trouble" teve tantos produtores e compositores adjuntos que nem vale apena citá-los (até porque não há ninguém famoso ou de importância envolvido nesta parte, com exceção da própria Leona). A canção já vinha sido trabalhada desde 2009 por parte dos produtores, sendo amadurecida durante todo este período. Ou seja, uma grande demanda de pessoal e um logo período de trabalho. Muitas vezes isso costuma gerar um problema...



Mas o que temos aqui é o contrário. É um trabalho realmente muito bom, um clima diferente, algo tão bom quanto "Better in Time", sem a obviedade e melosidade de "Bleeding Love". Os instrumentos, com uma bela melodia construída no piano, sendo encoberta por uma batida tensa, deram um toque especial. Fora o desempenho nas paradas, com #7UK. Merecia mais, mas como não havia o viés apelativo enquanto single hit que é alvo dos executivos das gravadores, infelizmente não foi tão longe.

Acredito que Leona pode ir mais longe. Com tantos grupos femininos da música inglesa que demoram pra conseguir resultados relevantes, mas conseguem - Sugababes, Girls Aloud, por exemplo. Leona ainda está no começo, vamos esperar...


sábado, 13 de outubro de 2012

AMR - Candy (Robbie Williams)

Análise: Primeiro single do álbum Take The Crown, do cantor Rbobie Williams. Com data de lançamento oficial prevista para 29 de Outubro de 2012.




Uh! Docinho...

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Depois de lançar o álbum Reality Killed the Video Star e este ser o primeiro de sua carreira a não alcançar #1UK ("amargando" um #2UK) e depois tentar uma reunião com seu velho grupo, o Take That, Robbie volta com um novo álbum. Álbum este que pode definir se Williams vai perder definitivamente toda a relevância ou se vai continuar na mesma enquanto cantor Pop inglês. É uma tênue linha entre um e outro, o que me faz perguntar se há alguma diferença...

A impressão inicial é que, devido ao fato de Robbie não ter conseguido o oitavo #1 em seu país, ele tenha resolvido dar um pequeno hiato em sua carreira para repensar. Neste ínterim, uma reunião com o Take That para reacender a nostalgia britânica e tirar uns trocados não pareceu má ideia. Um álbum bem sucedido e turnê idem aparentemente foram o bastante para Williams se preparar para uma nova empreitada.




E o single "Candy" acaba sendo um carro-chefe mais divertido do que foi "Bodies", do álbum anterior, o Really Killed the Video Star. Apesar de não ser lá muito criativo, com sacadas vocais e melódicas que te fazendo revistar em sua mente tudo o que você já ouviu antes, inclusive jingles comerciais. Mas apesar disso, dá pra ouvir numa boa. É um Pop bem no estilo do Robbie, te fazendo ter lembranças (ou saudades) de "Tripping", por exemplo.

Robbie está muito longe de ter a capacidade de algum material que cative lugares como a terra do Tio Sam, e está começando a ficar inclinado a não agradar mais a Rainha também. Talvez por isso a reunião "casual" do Take That tenha ocorrido. A aproximação com Gary Barlow (sem relações com as irmãs Gospel do Barlow Girl), companheiro de grupo, pode ser também um artifício para captar algo para dar um up em sua carreira, algo que só o Take That tenha em sua essência. Enfim, é esperar e ver o que acontece...

Ah... O vídeo clipe até que é interessante.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Aconteceu - Boletim Musical (11/08/2011)

"Pai de Amy Winehouse diz que a filha morreu feliz"




Doce ilusão, Mitch. Doce ilusão...

"Belo comemora 10 anos de carreira"



Comemorar? Comemorar o quê?

"Robbie Williams abandona novamente o Take That"



Talvez a banda fosse pequena demais para o ego dele. Aliás, quer maior atestado de insatisfação na carreira solo do que voltar para seu antigo conjunto?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

AMR - Everybody Hurts (Helping Haiti)

Análise: Single lançado com o objetivo de arrecadar fundos para o Haiti, lançado por vários artistas sob o nome de Helping Haiti. Regravação de "Everybody Hurts" da banda R.E.M.

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Tudo bem, o grupo Helping Haiti não fez algo diferente do projeto We Are The World 25, ou seja, regravaram uma canção. Mas pelo menos não foi algo que, como disse sabiamente Jay-Z, é simplesmente intocável. A canção escolhida por Simon Cowell para ajudar o Haiti saiu do álbum "Automatic For The People" da banda R.E.M e se chama "Everybody Hurts".
Foi uma canção de sucesso moderado e agora conseguiu um primeiro lugar na Inglaterra, em prol de quem precisa. Mas agora vamos ver quem são os envolvidos...

Aviso: Por ter como principal envolvido Simon Cowell, a gravação contém excesso de participantes dos programas do qual Simon trabalhou como jurado.
Leona Lewis, Joe McElderry, JLS, Alexandra Burke e Susan Boyle dão suas contribuições mostrando que projetos como X-Factory e etc são bem produtivos se forem levados a sério. Todos são afinados e ótimos. Agora, vai ver aqui no Brasil, onde programas como Astros e Ídolos só prestam até o momento das audições - onde ficam a parte das patéticas pessoas que querem aparecer e servir de chacota.
Rod Stewart, Mariah Carey, Jon Bon Jovi, Kylie Minogue, Robbie Williams e Chrissie Hynde, o pessoal da velha leva musical (ou que poderiam ser chamados de "pessoal excluído do We Are The World 25" e que devem agradecer por isso) mostram o motivo de terem marcado com força suas raízes na música. Foi mais memorável e louvável que o pessoal do remake. Valeu.
Miley Cyrus e Selena Gomez, as duas menininhas do projeto estão ali. E acho que não tem muito que se possa dizer sobre. Cyrus já participou do outro projeto e Gomez é uma estrela engatilhada no caminho da companheira. Só que acho difícil conseguir ir pro mesmo lado sucedido. Quem mandou ela não ter um pai do country com uma one hit wonder nas costas?

Cheryl Cole (do Girls Aloud), Gary Barlow e Mark Owen (do Take That, ex-companheiros do Robbie Williams) e Shane Filan e Mark Feehily (do WestLife) representam um dos filões favoritos dos britânico: as boy bands e similares. Pelo menos não acredito que seja tão patético quanto o que acontece por aqui (nossa resposta são as bandas emo do tipo NXZero - ou NX -1 -, Hevo #algum número#, Cine, Fresno, e etc).
Mika, Michael Bublé, James Blunt e James Morrison são os representantes da leva de novos músicos que não sairam de algum programa de tv nem participaram de boy bands e etc. Mika estudou música em faculdade, Bublé já tem uma carreira de respeito apesar da chatice da maioria de seus trabalhos, Morrison ainda está tentando mostrar seu potencial e Blunt, ah Blunt! que voz mais irritante! Enfim.
A feliz novidade aqui é que não temos rap! Nenhum rapperzinho, nem auto-tune! Demais. Realmente dá pra ajudar as pessoas sem deterioração musical. Comparando com o outro projeto, esse sai no lucro. Lucro mesmo!
Um última pergunta: quem é Sharbel Karam e o Brother Land??
Vídeo:


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

AMR - Bodies (Robbie Williams)

Análise: Primeiro single do álbum Reality Killed The Video Star, de Robbie Williams, lançado agora em Outubro.


"Robbie Williams? Não é aquele ator do Jumanji?"

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Robbie Williams anda numa espécie de montanha-russa com seus singles. "Intensive Care" teve como primeiro single a interessante "Tripping" (#2UK) e o álbum ainda tinha "Advertising Space" (#8UK), uma das melhores de sua carreira. Já "Rudebox" trouxe o single de mesmo nome (#4UK) em que aparentemente Williams queria ser rapper. Ou seja, uma canção hip-hop com Robbie fazendo rap, não podia dar certo mesmo. E ele ainda fez uma cover da constrangedora "Bongo Bong" do Manu Chao. Pra compensar, "She's Madonna" (#16UK) com a participação do Pet Shop Boys, é bem interessante.

Agora Robbie lança o álbum "Reality Killed the Video Star", título que faz referência ao clássico do The Buggles, "Video Killed the Radio Star". Aliás, este foi o primeiro álbum de inéditas da carreira de Williams a não chegar no topo das paradas. Como ele, seu primeiro single, "Bodies" (#2UK).


Bem, a canção já é uma grande evolução com relação à desastrada "Rudebox". Às vezes dá pra pensar que Robbie poderia ser um artista do tipo world music. Suas composições têm um caráter bem diferente das dos outros. São canções muito distintas que conseguem ser comerciais.

"Bodies" tem sua ponta de interesse, é bem produzida e a interpretação de Williams tá na média. Ou seja, não é uma canção ruim, mas não mereceu mesmo estar em primeiro. "Rock DJ" era uma canção bem mais interessante, com um clipe mais ainda. No caso, a coisa passou raspando. Podemos até parar pra pensar que tipo de canção sairia dele se ele fosse convidado a fazer uma para um filme da série 007. "A Man For All Seasons", feita para a paródia de 007, "Johnny English" deu bastante certo, sendo uma de suas melhores canções.


Enquanto isso, seu antigo grupo, o Take That, tá indo muito bem mesmo sem Robbie. Com dois #1UK e alguns top 20. Será que a mídia vai querer reviver a antiga rivalidade que Robbie tinha com um dos membros do grupo quando este resolveu também seguir carreira solo? Hum, veremos...

Vídeo: