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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Aconteceu - Boletim Musical (22/07/2013)

"Novo clipe do Beady Eye tem mulheres nuas"


Liam Gallagher precisava trazer algo de real interesse para seu trabalho, não?

"Miley Cyrus sobre Justin Bieber: 'Tem feito coisas estúpidas'"


Concordo com a Miley. Ele tem feito coisas bem estúpidas. Tipo cantar.

"Rapper J Cole pede desculpas por letra sobre autismo"


Interpretaram mal o cara. Era apenas uma letra auto-biográfica...

sábado, 18 de agosto de 2012

Aconteceu - Boletim Musical (18/08/2012)

"Lady Gaga cria intriga com o grupo PETA"


E com razão! Olha essa foto!

"Miley Cyrus aparece com novo visual: cabelo curto"


É, este é o visual novo. O visual já recorrente é o sem roupa...

"Pitty lança violão que leva seu nome"



Violão baiano já tem nome: berimbau...

sexta-feira, 27 de abril de 2012

AMR - Price Tag (Jessie J)

Análise: Segundo single do álbum Who You Are da cantora Jessie J. Lançado em Janeiro de 2011, alcançou #23US e #1UK.



Na mão do B.o.B é mais barato! (ba du tis!)

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Devo confessar que não conheço praticamente nada a respeito desta nova empreitada do ramo musical internacional. Mas vamos lá: Jessie J (nascida Jessica Ellen Cornish, em 27 de Março de 1988), com seus tenros 24 anos é uma cantora de R&B com alguns elementos de Hip-Hop ou algo do tipo. Foi introduzida ao mundo da arte aos 11 anos, participando do musical Whistle Down the Wind, idealizado por Andrew Lloyd Webber e Jim Steinman. Mais tarde, Jessie tentou um contrato com a gravadora Gut Records, mas a mesma acabou falindo nesta época. Posteriormente, ela acabou conseguindo emprego como compositora para a Sony ATV (inclusive sendo co-autora da canção "Party in The USA", da Miley Cyrus). Ela até mesmo escreveu uma canção para Britney Spears chamada "Being Britney", mas que ficou de fora da seleção de faixas para o álbum Femme Fatale. Talvez tivesse sido um grande hit. Afinal, dentre as canções rejeitadas pela Spears, encontram-se "Telephone" da Lady Gaga, 


Jessie veio trabalhando em seu álbum de estréia desde 2006 e de acordo com Jessie, o processo criativo iniciou aos seus 10 anos de idade, com a composição da canção "Big White Room". Durante este período de quase 6 anos, vários produtores passaram pelas gravações do álbum, dentre ele Dr Luke (que trabalhou com Katy Perry, Kelly Clarkson e Ke$ha), Oak (que trabalhou com Nicki Minaj) e The Invisible Man (trio londrino que trabalhou com as Sugababes e Girls Aloud). O que, a princípio, nos dá uma impressão de variedade ao trabalho de Jessie.



"Price Tag" foi produzida pelo Dr Luke e escrita por uma porrada de gente. Só pra citar: além da própria Jessie, o Dr Luke, o B.o.B (obviamente, pelo rap) e Claude Kelly (que já trabalhou com Leona Lewis, Britney Spears, Kelly Clarkson, Backstreet Boys e até Whitney Houston). A produção de Luke ficou bem colocada e a voz de Jessie J é muito boa. Porém, eu acabei enxergando um problema: ouvindo a versão acústica da canção, pude perceber uma certa (pequena, na verdade) semelhança vocal com a Duffy - o que com certeza não pode ser chamado de bom referencial. O que seja, tirando aquela cobertura toda e deixando a canção desnuda, apenas voz e violão notamos alguma fragilidade. Fora que ela tem até uma certa semelhança com nossa amiga cantora com voz de pato!

E temos o B.o.B com um rap. É basicamente a mesma coisa que você encontra em qualquer canção que tenha um rapper. Sério.

Temos uma opção diferenciada deste Pop/R&B de hoje em dia dominados por cantoras como Beyoncé e Rihanna. Você consegue assistir sem ficar prestando atenção ou comendo com os olhos a artista. Fora que é algo diferente do que se ouve. Não vai convencer fãs das já citadas artistas, mas para o pessoal admirador do Pop em geral é um nicho legal para ser explorado. Pelo menos até alcançar o stardom e virar uma espécie de Katy Perry - não que a Perry tenha ficado ruim, mas ela é uma exceção, que fique bem claro.

quarta-feira, 7 de março de 2012

AMR - Person of Interest (Rebecca Black)

Análise: Single da cantora norte-americana Rebecca Black. Lançado no dia 15 de Novembro de 2011.



Person tá ali. Agora, interest?

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E quem diria que Rebecca Black, uma das celebridades mais negativadas no vídeos do Youtube depois do Justin Bieber, conseguiria manter-se na ativa após a chuva de críticas que lhe são dirigidas desde de a infame "Friday"? Se você não conhece este clássico, possivelmente deve estar acessando a internet desde semana passada. Ela é uma espécie de Luiza do Canadá: ambas acabaram surgindo de uma piada involuntária e só só continuam em evidência pelo fato de existir muitas pessoas que não levam a maioria das coisas a sério.

Mas é obvio que após os mais de 200 milhões de acessos não deixariam a carreira da moça ser apenas um "15 minutos de fama" qualquer. Qualquer coisa que consiga mobilizar tal massa (que, em partes, pode ser considerada ignara) pode certamente render algo mais. Tanto isto é certo que, após "Friday", tivemos outros projetos, como "My Moment" e "Person of Interest". Porém, a impressão que tenho é que eles, compreensivelmente, não estão lá tão seguros a ponto de todos este singles serem a parte de um álbum - pelo menos ainda não há um álbum inteiro com canções de Rebecca.



Em comparação à canção "Friday", temos uma Rebecca mais contida, e isso é, obviamente, porque sua capacidade vocal não está (ou ainda não está) em condições para tanto. Nem parece a Rebecca Black - se isso tocasse em alguma rádio teen por aí, poucos reconheceriam Black (a não ser aqueles que, por algum motivo, ficaram fissurados o suficiente no primeiro single dela para conseguir memorizar a voz dela). Fora que é o Pop básico e inofensivo ao nível de um Justin Bieber da vida. Felizmente não é tão pretensioso e devasso como Britney Spears, até porque os 14 anos da moça não lhe permitem.

Se você é fã de Selena Gomez, Miley Cyrus e similares azar o seu. Huahuahauaha... digo, talvez o rumo que esteja sendo sedimentado para ela possa lhe interessar. Obviamente não é nada grandioso, glamouroso e, a princípio, interessante. E analisando friamente a qualidade e nível musical geral, faço-me mais um vez repetitivo dizendo: é muito melhor do que ouvir por aí "ai se eu te pego"...

Clique para ampliar!


domingo, 2 de janeiro de 2011

AMR - Whip My Hair (Willow)

Análise: Single de estréia da cantora mirim Willow. Lançada agora em Outubro, alcançou #11US.



Infância musical que não tem fim...

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Miley Cyrus, Justin Bieber, Demi Lovato, Selena Gomez. Há muita gente que admira os citados artistas, há muita gente que deteste os mesmos. Mas o que importa mesmo nestes quatro elementos é que eles são (ou foram) estrelas mirins. Digo foram porque alguns já não são mais criança (sobre o Bieber estou indeciso). Bem, não há nada de errado com estrelas mirins, o mundo viu várias delas e muitas desenvolveram um talento extraordinário. Michael Jackson começou com 5 anos de idade e se tornou simplesmente o maior astro da música Pop internacional da história. Sua irmã Janet Jackson, a cantora Nikka Costa, Beyoncé (que começou no Destiny's Child com mais ou menos 10 anos), Stevie Wonder, Christina Aguilera, Justin Timberlake, Britney Spears (estes dois últimos mostram que qualidade não é bem o quesito crucialmente exigido, mas...) e até mesmo a consagrada cantora Judy Garland. Todos conheceram os holofortes muito cedo.


O que vem após esta fase é um teste para o artista. Com os anos o talento (ou a falta de) vai aflorar e se tornar algo bom e proveitoso. Na nova leva de artistas menores de idade, temos a filha do ator e rapper Will Smith e da atriz Jada Pinkett, Willow Camille Reign Smith. A garota fez uma ponta no filme Eu Sou a Lenda e é irmã do Jaden Smith, o garoto que estrelou ao lado do pai o filme À Procura da Felicidade e estrelou com Jackie Chan o remake de The Karate Kid - fora que o rapazinho também é rapper!. Will Smith realmente não quer sustentar ninguém, tendo em vista que botou a prole toda para trabalhar...

Vamos ao que importa: o single "Whip My Hair" foi lançado sem nenhum álbum como suporte. Acredito que a ideia era fazer um teste e ver como um single lançado por uma garotinha de 9 anos filha de um grande astro do cinema se sairia. O resultado acabou sendo até que surpreendente, com um #11US, sendo Willow a artista mais nova a conseguir tal posto. Agora um álbum está sendo produzido para complementar o single.


Não consegui reparar se a voz da Willow é auxiliada por algo do tipo Auto Tune ou Pro Tools, mas caso não seja, a garotinha manda muito bem nos vocais. Tem o swing necessário para a coisa. A canção é aquela coisa: um clássico protótipo de Hip-Hop sem grandes pretensões e que em partes acaba sendo repetitivo demais. Onde digo "sem grande pretensões" podem ler "sem variações ou algo mais interessante/cativante". O que vale mesmo aqui é a curiosidade de ver uma artista deste tipo - mesmo que o mundo já esteja cansado de ver sempre a mesma coisa, sempre ver que uma criança é capaz de cantar, dançar, entreter sem grandes dificuldades.

Por falta do que fazer, poderiamos comparar Willow com Justin Bieber. O grande diferencial dentre os dois é que Bieber tem um apelo Pop muito maior, o que também aumenta sua taxação como descartável. Willow começou com este single meio que de maneira underground, mas que acabou subindo de uma maneira não muito previsível - tendo em vista que ela já nasceu como estrela sendo filha do Will Smith. Bieber sabe cantar e dança apenas como uma pessoa desinibida faz numa balada por exemplo, enquanto Willow apenas dança como uma criança engraçadinha bem direcionada. No final das contas ambos servem como produtos de um mercado que não pode ficar sem nada no mostruário: o de crianças fazendo arte (e a arte no caso não é amarrar a bombinha no rabo do gato ou atirar pedra na janela no vizinho). Só vai dar para fazer uma análise verdadeira e concreta quando estes dois forem mais velhos. E aí eu pergunto: você vai ter paciência de ouvir tudo o que eles vão produzir até lá?

Às vezes acho que a falta de um artista adulto com interesse e criatividade é gritante...

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Quick - Como eram os atuais famosos?

Clique para ampliar!


Com exceção da Katy Perry e talvez da Selena Gomez, eles eram feios, feios pra c*****...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Quick - Cartões Motivacionais 21


Essa foi a melhor huahauhauauah...

sábado, 11 de dezembro de 2010

Quick - Miley Cyrus Fumando Um

Untitled from BuzzFeed on Vimeo.


Bom, essa foi a legenda que o site de fofocas deu pra isso. Eu já chamaria de "Miley Cyrus Grava Músicas do Novo Álbum"

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Quick - Cartões Motivacionais 1

quinta-feira, 3 de junho de 2010

AMR - Can't Be Tamed (Miley Cyrus)


Análise: Primeiro single do álbum Can't Be Tamed, de Miley Cyrus. Lançado neste mês de Maio, alcançou, até o momento, #8US.


O Billy Ray Cyrus bem que tentou...

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Miley Cyrus continua na sua jornada para tentar se desvencilhar de Hannah Montana. Afinal, temos que concordar que se fosse pra ela basear sua carreira apenas na personagem que a consagrou, ela não iria mesmo muito longe. Então é hora de mostrar que é capaz de ser algo mais que uma garota que fica mudando de peruca!

"Cant' Be Tamed", para variar, é mais um exemplar de Electropop - com pitadas de Synthpop. O clima desolado no qual a canção foi construída condiz com a letra: "não posso ser domesticada". É Miley atirando para os lados de maneira a afastar qualquer vestígio de perucas e seriados da Disney. E é realmente notável um single tão obscuro ser o carro-chefe de um novo projeto de uma artista como Miley.


Agora, com tantas vertentes Pop correndo nas veias de Cyrus e de seus projetos (incluindo este em questão), é de se estranhar a seguinte notícia:

"Miley Cyrus dispara: 'Não escuto música Pop'"

Bem, ou ela não presta atenção no que ela mesma toca, o esqueceram de especificar na notícia se isso é opinião da Miley Cyrus ou da Hannah Montana...

Cyrus tem uma voz distinta, positivamente falando. Não é uma distinção como a de Britney Spears, por exemplo. Não desagrada com maneirismos vocais, indo direto ao ponto. Em resumo: Miley tem vocais acima da média.


Vamos ver o que mais ela prepara para o público. Apesar de supostamente não gostar de Pop, gosto muito do seu exemplar Pop maior, "Start All Over". Fora o fastígio de "The Climb", que mostra que se ela não gosta, os produtores dela adoram música Pop.


Em tempo:

Espero que as citações a respeito de Miley e Britney não vão além das referências nesta resenha. Porém, certas coisas vistas por aí não me animam muito...


Que Miley não vire uma boneca de plástico, se é que me entendem...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

AMR - Thinking 'Bout Somethin' (Hanson)

Análise: Primeiro single do álbum Shout It Out, com lançamento previsto para Junho, do grupo pop Hanson. Lançado no dia 5 de Abril.


Com vocês, a boa e velha girl-band, digo, boy-band...

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Anos 90. Muita coisa aconteceu nesta década. Dentre elas o surgimento de coisas como o Hanson (claro que também me refiro à coisas como Backstreet Boys e 'NSync, mas neste caso a coisa é mais infantil, mais "Bieberiana"...). Quem não se lembra do grupo formado por três irmãos, - Isaac, Taylor e Zac Hanson, que mais pareciam três meninas - que foi um fenômeno teen, catapultados pelo hit "Mmm Bop" (???), que alcançou primeiro lugar nas paradas?.

Pois é, os rapazes (rapazes ;-) ) ainda estão na ativa, com inacreditáveis 8 álbuns na bagagem (alguém ouviu algum fragmento destes trabalhos ou ouviu falar nisso?), um deles para ser lançado em Junho, Shout It Out, que contém o single "Thinking 'Bout Somethin'".


Bem, pra começar, a canção tem sua base contruída sob o piano elétrico Wurlitzer (instrumento muito popular no rock, durante os anos 70 e 80, mais conhecido e especialmente utilizado pela banda Supertramp), o que dá um toque bastante diferente, porém, retrógrado. Fora que os metais usados deveriam dar um clima de força, mas além de reforçar o clima retrógrado, nos fazem lembrar ligeiramente o Lou Bega... Até que na parte da guitarra não está mal. Seja lá quem toca (será que é um deles?), domina bem o instrumento.

O álbum é todo escrito e produzido pelo grupo. Que aliás sempre foi envolvido na parte de desenvolvimento de seus trabalhos (desde o início!! quando eram crianças!!). Mas vejam só, nem Justin Bieber ou Miley Cyrus ficam se metendo na produção de seus trabalhos. O que lhes dão algum mérito. Principalmente a Bieber. Enfim...


Este trabalho atual do Hanson é bem, bem melhor do que as canções que os lançaram ao estrelato. Mas, pelo visto, ainda está longe de ser algo realmente significativo. Os anos 90 se foram e ao menos não temos mais mmm bop, da buda dop, da buda dop, mmm bop...

Vídeo:

domingo, 11 de abril de 2010

Aconteceu - Boletim Musical (11/04/2010)

"Novo álbum : Mariah Carey volta ao estúdio e grava com Jermaine Dupri"



É verdade que ela vai compor a trilha sonora de Moby Dick?
PS : Medo do Jermaine!!

"Selena Gomes nega que esteja tentando substituir Miley Cyrus"



Como se Miley fosse insubstituível...

Bônus Miley Cyrus :

"Miley Cyrus diz que vai queimar peruca de Hannah Montana após último episódio do seriado"



Fofa, faz isso não. Sua carreira já foi queimada o suficiente nesse quesito, não desconta na peruca!

domingo, 21 de março de 2010

Aconteceu - Boletim Musical (21/03/2010)

"Miley Cyrus desabafa : 'Odeio ser vista como um produto'"


Acho que ela deveria ter lido as letras miúdas no contrato...
Mickey Mouse só tem cara de bobo!
Será que ela vai assinar com a Trakinas agora?

"Grupo Pussycat Dolls perde duas integrantes (Ashley e Kimberley)"


Faltam muitas ainda?

"Justin Bieber odeia a escola e trata Twitter como prioridade na sua vida"


Em outra época, essa foi a trajetória do presidente Lula e olha no que deu.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

AMR - Everybody Hurts (Helping Haiti)

Análise: Single lançado com o objetivo de arrecadar fundos para o Haiti, lançado por vários artistas sob o nome de Helping Haiti. Regravação de "Everybody Hurts" da banda R.E.M.

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Tudo bem, o grupo Helping Haiti não fez algo diferente do projeto We Are The World 25, ou seja, regravaram uma canção. Mas pelo menos não foi algo que, como disse sabiamente Jay-Z, é simplesmente intocável. A canção escolhida por Simon Cowell para ajudar o Haiti saiu do álbum "Automatic For The People" da banda R.E.M e se chama "Everybody Hurts".
Foi uma canção de sucesso moderado e agora conseguiu um primeiro lugar na Inglaterra, em prol de quem precisa. Mas agora vamos ver quem são os envolvidos...

Aviso: Por ter como principal envolvido Simon Cowell, a gravação contém excesso de participantes dos programas do qual Simon trabalhou como jurado.
Leona Lewis, Joe McElderry, JLS, Alexandra Burke e Susan Boyle dão suas contribuições mostrando que projetos como X-Factory e etc são bem produtivos se forem levados a sério. Todos são afinados e ótimos. Agora, vai ver aqui no Brasil, onde programas como Astros e Ídolos só prestam até o momento das audições - onde ficam a parte das patéticas pessoas que querem aparecer e servir de chacota.
Rod Stewart, Mariah Carey, Jon Bon Jovi, Kylie Minogue, Robbie Williams e Chrissie Hynde, o pessoal da velha leva musical (ou que poderiam ser chamados de "pessoal excluído do We Are The World 25" e que devem agradecer por isso) mostram o motivo de terem marcado com força suas raízes na música. Foi mais memorável e louvável que o pessoal do remake. Valeu.
Miley Cyrus e Selena Gomez, as duas menininhas do projeto estão ali. E acho que não tem muito que se possa dizer sobre. Cyrus já participou do outro projeto e Gomez é uma estrela engatilhada no caminho da companheira. Só que acho difícil conseguir ir pro mesmo lado sucedido. Quem mandou ela não ter um pai do country com uma one hit wonder nas costas?

Cheryl Cole (do Girls Aloud), Gary Barlow e Mark Owen (do Take That, ex-companheiros do Robbie Williams) e Shane Filan e Mark Feehily (do WestLife) representam um dos filões favoritos dos britânico: as boy bands e similares. Pelo menos não acredito que seja tão patético quanto o que acontece por aqui (nossa resposta são as bandas emo do tipo NXZero - ou NX -1 -, Hevo #algum número#, Cine, Fresno, e etc).
Mika, Michael Bublé, James Blunt e James Morrison são os representantes da leva de novos músicos que não sairam de algum programa de tv nem participaram de boy bands e etc. Mika estudou música em faculdade, Bublé já tem uma carreira de respeito apesar da chatice da maioria de seus trabalhos, Morrison ainda está tentando mostrar seu potencial e Blunt, ah Blunt! que voz mais irritante! Enfim.
A feliz novidade aqui é que não temos rap! Nenhum rapperzinho, nem auto-tune! Demais. Realmente dá pra ajudar as pessoas sem deterioração musical. Comparando com o outro projeto, esse sai no lucro. Lucro mesmo!
Um última pergunta: quem é Sharbel Karam e o Brother Land??
Vídeo:


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Especial - Miley Cyrus e o final de Hannah Montana

Eu vi esse texto no site Pollstar.com, que escreve artigos sobre música e é muito respeitado entre os executivos da indústria, e achei que fez justiça. Espero que gostem!


Ela é tudo isso (Ou pode ser)

Na sexta-feira (08/01/2010), O New York Post reportou que a descendente mais bem sucedida de Billy Ray Cyrus iria pendurar as chuteiras depois do término da atual temporada de Hannah Montana.

Adam Bonnett, vice presidente Sênior de Programação da Disney, disse ao Post que um episódio de março do programa é um especial que será um "grande evento de uma hora em que descobriremos qual será a decisão de Miley Stewart. É uma das coisas com as quais ela tem lutado por meses - se é hora de tomar a decisão de continuar a ser Hannah Montana ou ser somente uma garota comum."

Apesar de o movimento ser esperado há algum tempo, o mundo tornou-se um pouco mais obscuro para milhões de pré-adolescentes. Mas todos podemos concordar que a cantora e atriz merece uma chance para crescer além do programa que a fez estrela e continuar com uma longa e feliz carreira, certo?

Bem, nem todos desejam felicidade à sorridente Miley.

Vocês todos sabem que a cantora e estrela do Disney Channel só tem 17 anos, correto? Então, mesmo que ela esteja sob holofotes há vários anos e seja conhecida por bilhões de pessoas mundo afora, sua vida só está começando. Seu futuro estava gravado em pedra aos 17? Eu acho que não.

Sim, "Hannah Montana" é muito idiota. À nível de entretenimento, é algo entre "The Patty Duke Show" e "The Brady Bunch Variety Hour". E daí? É um programa escrito para pré-adolescentes televisionado exaustivamente no Disney Channel. É feito para ser idiota. Eu aposto meu próximo aumento que há um programa da sua juventude que você venera e que se encaixa na mesma categoria. (O meu é "Land Of The Lost", um programa absolutamente ridículo com as piores atuações já vistas numa tela de TV e efeitos especiais ainda piores. Mas ainda o guardo com carinho na minha memória.)

Que tal todos nós respirarmos fundo e darmos um passo para trás antes de irmos em frente? Olha aí, eu já me sinto melhor, e você?

Eu não acho sábio (e certamente não é justo) desclassificar Miley tão rapidamente. Muitas pessoas na indústria do entretenimento tem começos bem toscos no currículo.

Janet Jackson começou na incrivelmente desbalanceada sitcom dos anos 70, "Good Times", Fergie e Martika aprenderam a fazer o que fazem no deplorável "Kids Incorporated" e Alanis Morissette ganhou experiência no programa infantil canadense /favorito dos cults "You Can't Do That On Television". E essas são só as garotas.

O queridinho da crítica George Clooney tem passagens em "The Facts Of Life", "Golden Girls" e "Return of the Killer Tomatoes". E preciso lembrá-los que um grande favorito e nomeado ao Oscar, Johnny Depp, passou por "21 Jump Street" basicamente por ter um bom cabelo e ossos do rosto bem localizados?

A verdade é que, nenhum de nós - incluindo Miley - pode realmente saber o que ela acabará fazendo. Mesmo que esteja claro que ela tenha alguma habilidade como cantora/letrista ("Party In The USA" acabou, surpreendentemente, em várias listas de "Melhores Do Ano", no mês passado), a música pode não ser seu destino final.

Só pense : ela pode acabar como uma atriz vencedora de um Oscar. Coisas mais estranhas já aconteceram. Afinal, Helen Hunt começou afundando sua carreira com "The Swiss Family Robinson" e depois de interpretar uma adolescente precoce em "Gidget", Sally Field tinha o "hábito" de se meter em encrencas.

Então quer seu quarto esteja repleto de pôsteres do rosto sorridente de Miley, quer você quase bata seu carro toda vez que uma de suas músicas toque no rádio, dê a ela um tempo. Você pode ter uma boa surpresa com o que ouvir (ou ver) um dia desses.

PS: Algumas partes eu não joguei no post por simplesmente não acrescentarem nada.


Texto original : http://www.pollstar.com/blogs/news/archive/2010/01/11/704829.aspx

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Quick - Os 10 álbuns mais vendidos de 2009

A empresa Nielsen SoundScan contabiliza vendas no mercado musical desde 1991 e anualmente libera a lista com os álbuns mais vendidos do ano anterior. Confira os 10 mais vendidos entre 05/01/2009 e 03/01/2010 :

Vendas EUA

1 - Fearless (Taylor Swift) : 3,217 milhões
2 - I Dreamed a Dream (Susan Boyle) : 3,019 milhões
3 - Number Ones (Michael Jackson) : 2,36 milhões
4 - The Fame (Lady GaGa) : 2,24 milhões
5 - My Christmas (Andrea Bocelli) : 2,21 milhões
6 - Hannah Montana : The Movie (Vários artistas) : 1,82 milhões
7 - The E.N.D. (The Black Eyed Peas) : 1,79 milhões
8 - Relapse (Eminem) : 1,74 milhões
9 - The Blueprint 3 (Jay-Z) : 1,54 milhões
10 - Only By The Night (Kings Of Leon) : 1,4 milhões

Agora, comparem com os dados mundiais calculados pelo United World Chart da Media Traffic, um outro grupo de mídia que também calcula vendagens :

Vendas Mundo

1 - I Dreamed A Dream (Susan Boyle) : 6 milhões
2 - The Fame (Lady GaGa) : 5,9 milhões
3 - The E.N.D. (The Black Eyed Peas) : 4,6 milhões
4 - Fearless (Taylor Swift) : 4,2 milhões
5 - Thriller (Michael Jackson) : 4 milhões
6 - Number Ones (Michael Jackson) : 3,6 milhões
7 - No Line On The Horizon (U2) : 3,5 milhões
8 - Only By The Night (Kings Of Leon) : 3,5 milhões
9 - Crazy Love (Michael Bublé) : 3,3 milhões
10 - I Am...Sasha Fierce (Beyoncé) : 3,2 milhões

Comparando as duas, nós vemos as diferenças de público - na tabela mundial , Jay-Z e Eminem ficaram em #21 e #15, respectivamente; Bocelli em #14. Também dá pra perceber a força de Taylor Swift e Hannah Montana/Miley Cyrus nos Estados Unidos. Outra coisa : ou U2 não promoveu muito o álbum para os Yankees ou o país não o recebeu tão bem assim.

Ano interessante, mas como sempre, as vendas de álbuns caíram - desconfortáveis 12,7% só nos EUA.



Enquanto isso, no Isohunt...