quarta-feira, 23 de março de 2011

Sebo - Obviedades...


O MSN pertence a Microsoft. O Internet Explorer pertence a Microsoft.

Como a toda poderosa é espertinha não?


Huahuahauhaa...

AMR - Look At Me Now (Chris Brown)


Análise: Segundo single do álbum
F.A.M.E., do Chris Brown. Lançado em Fevereiro, alcançou #11US.


Olhar pra qual dos três patetas?

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Bem, como todo mundo quer acreditar, "águas passadas não movem moinhos". E se tem alguém que está desesperadamente atrás do cumprimento deste ditado é Chris Brown. Ele está na situação "desci a sova na minha namorada, mas a vida continua" - e um julgamento que pode pôr Brown atrás das grades por 5 anos. Tudo bem, as pessoas erram e se arrependem, mas se você aí está pensando em dar um cassete na sua namorada, para pra pensar que ela não tenha a sua mesma estatura para aguentar...

Voltando para a música, o que se ouve dos trabalhos dele não nos inspira a acreditar que ele quer colocar a carreira nos trilhos. O caminho um tanto quanto alternativo e nada comercial que ele andou ciscando não serviu de nada para que ele mostre o que supostamente sabe fazer de melhor: fazer música. "I Can Transform Ya" mais parece uma demo gravada em fita K7 antiga (do tipo toda embolorada) e "Yeah 3x", apesar de ter mais ânimo (e meio que tentar emular de alguma forma a sua "Forever", não colou.


O que veio a seguir é uma colaboração com outros artistas do Hip-Hop. No caso, foram chamados Lil Wayne e Busta Rhymes. Geralmente a presença destes caras apenas garante uma chatice sem limites (como se o Chris Brown sozinho já não fosse o bastante), mas o projeto é levado parecendo mais uma espécie de disputa para ver quem consegue se dar melhor como narrador de rodeio - a velocidade com o qual eles fazem seu rap (especialmente Busta Rhymes) chega até a ser divertido (provavelmente por não se entender nada do que está sendo dito).

O clima cadenciado, intimista e cheio de climas clichês do Hip-Hop permeiam e simplesmente estão ali - não dão destaque nem chamam a atenção por qualquer motivo; e, considerando o fato de que o objetivo da coisa é comercial e que Chris Brown precisa voltar para o mainstream, a coisa toda parte para um suicídio comercial. Fora que o vídeo-clipe é underground demais e mostra uma coisa que nos vídeos anteriores não estava muito claro: Brown está começando a se mostrar um dançarino limitado, relegado a um estilo só, sem grandes surpresas. O cara já não canta bem, bate em mulher e ainda por cima não tá mais dando certo dançando? Ele vai acabar sendo apresentador de programa dominical ou integrante do programa Lengedários, tamanha inanição artística...

Enquanto Phil Collins se aposenta, e outros artistas estão na estrada apenas expondo seu imenso portefólio artístico (como Eric Clapton, Elton John e Stevie Wonder - os dois primeiros, apesar de ainda lançarem material, já não têm a mesma reinvenção de suas carreiras), gente sem brilho como Chris Brown vai continuar tentando se manter no topo com trabalhos inócuos. Vale lembrar que Brown começou com 16 anos. Justin Bieber também. Tudo o que podemos dizer é:

1 - Cuidado, Selena Gomez!

2 - Nada está tão ruim que não possa piorar...

terça-feira, 22 de março de 2011

Quick - Lobão metendo o pau...

Em Fiuk, Restart, Luan Santana e Sertanejo Universitário...


Bem, como todos nós sabemos, o Lobão deve falar mal até da própria mãe (fora que ele também está longe, muito longe de ser um artista relevante no meio musical - chegando ao ponto de ser um cara muito mais interessante falando do que cantando ou tocando). Mas vamos, como um blog que gosta de analisar com um pouquinho mais de critério, tentar sintetizar as coisas:


O Fiuk é o filho do Fábio Junior PONTO


O Restart é simplesmente uma banda sem grandes critérios e sem grandes aspirações - quando na verdade os critérios e aspirações deles são tão inúteis que se quer tem algum significado. Isso no final das contas se traduz em música ruim. Apenas para quem não é nada exigente.


O Sertanejo Universitário é defendido pelas pessoas que dizem que só querem pura diversão musical. O problema é que este estilo sintetiza a parte ruim, podre do que pode ser colocado como música para diversão, algo mais comercial. Quem realmente gosta disso, pode gostar de absolutamente qualquer porcaria.


Luan Santana é um produto do estilo citado acima. É portador de uma das piores e mais irritantes vozes já surgidas na história da música brasileira e também tem uma das mais constrangedoras letras de canções escritas em território nacional. A ruindade de sua arte traduz com fidelidade a qualidade do Sertanejo Universitário.


Saudades de quando as pessoas realmente prestavam atenção no que ouviam...

Obs: Esta é minha opinião, se você não gostou, ouça seu Restart ou Luan Santana bem alto e seja feliz com isso - eu não estou esfregando minha opinião na sua cara ou a colocando em um mural para ser seguido como uma mântra ou como a bíblia. Certo?

sexta-feira, 18 de março de 2011

Aconteceu - Boletim Musical (18/03/2011)

"Justin Timberlake não quer abandonar a música"


Cara, pior notícia do que esta só se o Phil Collins anuciar o fim de sua carreira.

"Phil Collins anuncia fim de carreira"


Oh fuck!

Os bons sempre se vão. Já os ruins...

"Justin Bieber traiu Selena Gomez?"


Aham, e deve ter sido com a boneca Barbie dele.

quinta-feira, 17 de março de 2011

AMR - 90's Jukebox 10

Artista: Corona (1993 - presente)
País de Origem: Itália
Estilo: Eurodance
Hits: "The Rhythm of the Night", "Baby Baby", "Try Me Out"
Hit da Jukebox: "The Rhythm of the Night" (1993, #11US - #2UK)


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Ah, o Eurodance! Tantos exemplares deste ritmo existem registrados em CDs que dominaram os anos 90. Grupos como Alcazar (que fizeram um sucesso razoável sampleando "Spacer" do grupo Sheila & The Black Devotion, numa canção chamada "Crying at the Discoteque"), Snap! (da famosa "Rhythm Is a Dancer", considerada o primeiro exemplar de Eurodance), Eiffel 65 ("Blue [Da Ba Dee]" e "Move Your Body"), La Bouche ("Be My Lover") e artistas como Haddaway (da maçante "What Is Love"). São canções realmente memoráveis e em sua grande maioria, descartáveis. Aliás, falando em descartável, aqui no Brasil eram estes artista internacionais e porcarias como Pagode e Axé que dominavam os ouvidos alheios - comparando o Eurodance com estes ritmos brasileiros, ele se torna sem dúvida um exemplo clássico de bom gosto e conceito artístico.


Enfim, no meio disso tudo, mais especificamente em 1993, surge mais um projeto musical neste segmento. E claro, como sempre, um grande hit para colar nos ouvidos. De fato, "The Rhythm of the Night" cumpre mesmo a função de carrapato musical, grudando e botando para dançar. O grupo italiano Corona, que foi composto naquele mesmo ano, foi fundado por Francesco Bontempi e Olga Souza. O que provavelmente ninguém sabe até hoje é que Olga Souza, aquela voz que canta* "this is the rhythm of the night, the night, oh yeah, this is the rhythm of my life" pertence a uma brasileira. Olga é ex-funcionária do Banco do Brasil e dançarina que resolveu tentar a sorte na música, fazendo duas decisões acertadas: largar o emprego para investir na vida artística e cair fora do Brasil, é claro.

E uma brasileira acabou contribuindo para a, digamos, manufaturação de um grande hit internacional Dance. Não que isso mereça realmente muito crédito, pois apesar de "The Rhythm of the Night" ser realmente bem legal, soa tão datada que até parece uma nota de cruzado. Além de datada, bem descartável, sem real valor musical. Mas como existem muitas pessoas que não estão realmente preocupadas com qualidade (gente que é capaz de ouvir coisas como "Se alguém me perguntar por quê eu gosto de você, eu gosto" ou "De chocolate nosso amor é feito, então não tem jeito, gruda em mim" e gostar realmente não tem nenhum critério). Mas o que importa neste caso é simplesmente se divertir, não?

Este single e seus companheiros do Eurodance e todos os outros ritmos relacionados merecem ter o pó removido de sua superfície uma vez ou outra. E pra quem viveu sua infância nos anos 90, isso dá uma gostosa sensação de nostalgia (tipo quando você ouve qualquer coisa dos Mamonas Assassinas). Saudades...