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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Quick - Polka Medley! 3

O terceiro álbum do "Weird" não foi bem comercialmente. Mas ainda sim era recheado de bom humor, parodiando vários artistas como Talking Heads e James Brown. E, logicamente, não poderia faltar o doido medley que já é tradição: Polka Medley!

Neste medley, Yankovic novamente se utiliza dos hits da época seu álbum, Polka Party!, de 1986. Phil Collins e Peter Gabriel, Madonna, Janet Jackson... enfim. Aí está o "Polka Party!".


Peter Gabriel - "Sledgehammer"
Phil Collins - "Sussudio"
Eddie Murphy - "Party All the Time"
Lionel Richie - "Say You, Say Me"
Aretha Franklin - "Freeway of Love"
INXS - "What You Need"
The Rolling Stones - "Harlem Shuffle" (como "Harlem Polka")
Bananarama - "Venus"
Janet Jackson - "Nasty"
Falco - "Rock Me Amadeus"
Tears for Fears - "Shout"
Madonna - "Papa Don't Preach"
Weird Al" Yankovic - "Ear Booker Polka"

domingo, 24 de fevereiro de 2013

AMR - Suit & Tie (Justin Timberlake)

Análise: Primeiro single do álbum The 20/20 Experience, do Justin Timberlake. Lançado em Janeiro de 2013, alcançou #4US e #3UK.




Só falta o zíper... na boca!

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Akon e Timbaland parece que se esvaneceram da face da Terra. Coisas como 'Lil Wayne parecem não ter mais a mesma força (isso pelo menos por enquanto). Como dizem, "quando a esmola é demais, o santo desconfia". E eis que para o alívio do povo do cinema e desgraça do povo da música, Timberlake resolveu sair da sua suposta aposentadoria musical (que continuaria a ser muito bem vinda) e produzir alguma coisa a mais. Bem, se você sai de um ramo para outro e acaba retornando para o primeiro, é esperado que se tenha algum material consistente para justificar a volta. Correto?

Me lembro quando ele participou do Saturday Night Live, como Robin Gibb ao lado de Jimmy Fallon. Sintomaticamente, ele não dizia nada no papel, apenas murmurava algo ininteligível  - prenúncio de que sua atuação não seria o suficiente para tanto. Pena que ninguém reparou que musicalmente falando ele era tão apto quanto. Mas o que temos dele depois de praticamente meia década sem relevância (não que ele tivesse antes disso), após coisas como "LoveStoned" e "What Goes Around... Comes Around"?


Como já era de se esperar, o que temos de Timberlake é um vácuo, resultado abaixo de zero em todos os sentidos. Simplesmente não justifica uma volta ao mundo da música. Não sei se no cinema a coisa estava fluindo, mas de qualquer maneira, seria menos constrangedor ficar por lá mesmo. Vocalmente falando, numa foi tão relevante (como se isso fosse possível). E a ruindade do projeto é tamanha que conseguiu deixar inócua também a participação de Jay-Z. Não que fosse grande coisa, mas geralmente ele costuma ser mais destacado.

Eu acho que o fato do single ter alcançado o Top 5 nos dois países mais importantes da indústria só mostra que o pessoal do cinema trabalhou legal para que a transição do cinema  para a música seja definitiva e que ele não estorve mais para aqueles lados. Mas o pessoal da música acabou com esta bomba no colo, com esta mala sem alça nem rodinha. Para a sintetizar a situação ao nível máximo, só faltou mesmo uma reunião com o *NSYNC - o que reduziria mais ainda a figura de Justin, por ser o pior vocalista do grupo.

Enquanto Phil Collins e Toni Braxton se aposentam e rumores dizem que Kylie Minogue segue para o mesmo caminho, não deixo de sentir um tremendo desnivelamento na qualidade musical atual. Triste...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

AMR - If It Wasn't For Bad (Elton John & Leon Russell)

Análise: Canção tirada do álbum The Union, feito da parceria entre Elton John e Leon Russell, agora em 2010. Indicado ao Grammy de Melhor Colaboração Pop com Vocais.


Ho-ho-ho!

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Bem, primeiramente, vamos falar sobre a figura de aparência mitológica e de barba polpuda e abundante chamada Leon Russell. O músico é mais conhecido por seu trabalho como músico de estúdio para vários artistas como Willie Nelson, Ringo Starr, George Harrison, Frank Sinatra, Rolling Stones, Eric Clapton, Jerry Lee Lewis, Bob Dylan, entre vários e vários outros. Russell inclusive integrou uma equipe de músicos comandada por Phil Spector (lendário produtor que deu uma força para os perdidos Beatles do álbum "Let It Be", criador da técnica de produção musical conhecida como Wall of Sound - detestada até a morte e com razão po Paul McCartney pelo seu uso na canção "Let It Be" e atualmente preso, condenado a 19 anos de prisão pelo homicídio da atriz Lana Clarkson, em 2007). Além de tocar e cantar, tornou-se um proeminente compositor. Seus maiores sucessos, até o lançamento do álbum The Union foram o álbum Carney e dele o single "Tight Rope" (#2US e #11US, respectivamente).


Já Elton John simplesmente dispensa qualquer apresentação. Porém, baseado nesta ocasião, tenho que fazer um comentário: Elton John (cujo verdadeiro nome é Reginald Kenneth Dwight) é um artista ativo (ou passivo, sei lá) desde meados dos anos 60 e, geralmente, artistas com esta longevidade artística demonstram ou cansaço ou um esgotamento de sua veia artística e poética, o popular "já deu o que tinha que dar". Porém, Elton, assim como Stevie Wonder com seu último álbum de estúdio, A Time to Love, de 2005, mostrou que apesar de não produzir mais grandes singles para figurar nas principais paradas, ainda tem o que dizer e tocar. E até mesmo no quesito Pop, Elton conseguiu colocar nas paradas grandes hits em 4 décadas diferentes. Feito realizado por poucos artistas como Michael Jackson e Bee Gees.


A colaboração entre estes dois pianistas (que poderia ser chamada de "Elton John encontra Papai Noel" ou "A Criação de Adão") é sintetizada por uma citação recente de Elton John a respeito deste projeto: "Eu não tenho mais que gravar canções Pop". Ou seja, Elton já fez o que tinha que fazer neste campo e agora procura uma vertente mais conceitual, mais artística. Geralmente transições deste tipo fazer o artista se perder e perder uma identidade, mas acredito que Elton, por sua competência como músico, tenha capacidade de transcender sem problemas. O difícil mesmo de ser sair do conceitual para o Pop (desastradamente tentado pela banda de Rock Progressivo Gentle Giant - o que acabou com sua carreira - mas feito com sucesso pela também banda de Rock Progressivo Genesis, do agora aposentado Phil Collins).


De fato pouca coisa Pop se encontra em "If It Wasn't For Bad", mas isso não significa que seja uma peça chata de uma máquina de conceitos para pseudo-intelectuais, como muitos gostam de tachar projetos do tipo. Fãs de Elton com certeza aprovaram esta canção e os fãs de Leon também podem se deleitar do projeto. Do nada me lembrei de uma canção do Elton, de 1970, vinda do seu segundo álbum, Elton John - "The King Must Die" também tá longe de ser Pop é pode ser igualmente admirada.

Fãs de Elton John, Leon Russell, Stevie Wonder e vários outros artistas, um recado: eles podem não estar mais em evidência como antes, mas com certeza ainda estão ali, e este pouco destaque na mídia atual só os deixam com um gosto especial, um plus chamado exclusividade. Fica a dica.


Apresentação ao-vivo:

sexta-feira, 18 de março de 2011

Aconteceu - Boletim Musical (18/03/2011)

"Justin Timberlake não quer abandonar a música"


Cara, pior notícia do que esta só se o Phil Collins anuciar o fim de sua carreira.

"Phil Collins anuncia fim de carreira"


Oh fuck!

Os bons sempre se vão. Já os ruins...

"Justin Bieber traiu Selena Gomez?"


Aham, e deve ter sido com a boneca Barbie dele.