domingo, 19 de setembro de 2010

Quick - O Advento do Auto-Tune

Bem, todos já devem ter percebido que sou um incisivo crítico do Auto-Tune. Mas aqui neste caso (finalmente) temos algo interessante e divertido relacionado a esta ferramenta.

Primeiramente, o vídeo original - onde temos uma mulher descrevendo um assalto:


E agora a narrativa afinada com o Auto-Tune:


Huahauhauahau! The Backin' Up Song!

Esta senhora poderia lançar singles no lugar de gente como Flo Rida, T-Pain e Lil Wayne que simplesmente não haveria diferença alguma! Ela soa mais divertida que todos eles juntos.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Aconteceu - Boletim Musical (16/09/2010)

"Fã joga garrafa em Justin Bieber"


Hum... é mais provável que fosse uma mamadeira!

"Akon caminha sobre os fãs em bolha de plástico"


Pena que ao estourar a tal da bolha, o seu "conteúdo" não suma junto com ela...

Mas uma coisa é certa: se a bolha conseguir conter a voz do Akon dentro dela, ela poderia ser mantida para sempre!

"Ex-guitarrista do Simply Red vira massagista do Liverpool"


Bem, considerando que, antes da fama, Rod Stewart foi coveiro, nosso ex-guitarrista até que está no lucro (ser músico hoje em dia não deve estar pagando nada mesmo!).

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

AMR - Just Be Good to Green (Professor Green & Lily Allen)

Análise: Segundo single do álbum Alive Till I'm Dead, de Professor Green com participação de Lily Allen. Lançado em Junho, alcançou #5UK.


O Green no caso só pode ser maconha...

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Quem nunca ouviu o clássico dos anos 70 "Take Your Time" da banda The SOS Band? Claro que, seguido disso, também vem outra boa canção deles, "Just Be Good to Me" que veio a ser o seu último hit significativo. Substancialmente com a primeira, o The SOS Band conseguiu pegar uma carona num estilo que estava em alta na época e que não durou 10 anos: a Disco Music.


Então, passados 7 anos do seu lançamento, "Just Be Good to Me" acabou sendo interpretada por um grupo de música Electronica chamado Beats International, sob o nome de "Dub Be Good to Me". O grupo foi fundado por Norman Cook, recém saído de uma banda de Rock Indie chamada The Housemartins. Cook viria a ser conhecido futuramente como Fatboy Slim. Esta versão contém ainda samples de "The Guns of Brixton" da banda punk The Clash. Foi um sucesso na Inglaterra (#1UK), porém o grupo não conseguiu muito mais do que isso e Norman acabou saindo para outro projeto musical, o Freak Power (que lançou o interessante single "Turn On, Tune In, Cop Out").

O rapper recém-chegado ao mainstream Stephen Paul Manderson, conhecido como Professor Green, saiu do nada, foi trabalhando em cima de demos até ser contratado pela Virgin (o que demorou longos 4 anos para acontecer!), que possibilitou um trabalho mais amplo para o artista - ou seja, um álbum.


Então, por cima de "Dub Be Good to Me", fazendo mais uma pasteurização do produto, Green mostra seus dotes artísticos. E digo: dentre tudo isso, este é seu maior problema - seu (ou a falta de) dote artístico. Professor Green soa como uma espécie de Eminem rejuvenescido, com uma voz e até um pouco do jeito de recitar o rapper parecidos demais com o veterano rapper. O que definitivamente não é bom. Para variar, ele ostenta aquela humildade tão conhecida dos rappers (o nome do single é "Just Be Good to GREEN", ou seja, colocando-se no centro da coisa).

Já como enfeite, fazendo a parte cantada para não deixar a audiência totalmente entediada, temos Lily Allen - numa performance vocal acima da média, melhor até do que na versão do The SOS Band; sobre a versão do Beats International, é melhor não falar nada...


O fato é que "Just Be Good to Green" parece mais um single barulhento do Enimem (tipo "I'm Not Afraid", pra ser sincero). Se Green ainda tivesse imitando a parte divertida do Enimem, com seus rappers sem compromisso, até seria aceitável. Mas aqui temos um veículo de uma carreira de mais um rapper no mundo - são muitos e muitos rappers no mundo, o mercado está totalmente saturado e ter mais um rapper que não tem personalidade e nada de interessante para vender não ajuda em absolutamente nada.

No final das contas, é melhor ir ouvir "California Gurls" da Katy Perry com o Snopp Dogg. Além de ter mais a Perry cantando e menos o Dogg fazendo rap, a parte do Snopp não está entediante como costuma ser e faz mais sentido do que este single aqui...

sábado, 11 de setembro de 2010

AMR - Hot N' Fun (N.E.R.D.)

Análise: Primeiro single do álbum Nothing do grupo N.E.R.D., de Pharrell Williams. Lançado em Maio, alcançou #49UK.


N.E.R.D. - Nada de Especial, Ridículo Demais?

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O grupo de Rock, Hip-Hop e Funk N.E.R.D. (No-one Ever Really Dies) é formado pelo já conhecido do público Pharrell Williams, Chad Hugo (que justamente com Williams integra o famoso duo de produtores The Neptunes - produtores de artistas como Britney Spears, Snoop Dogg e Justin Timberlake) e Shay Haley (que mais serve como "enfeite de palco" - se é que isso é possível - do que um apoio substancial para o projeto). O objetivo do The Neptunes com este projeto é algo mais próximo do Rock com o Hip-Hop e o Rap (realmente, nada mais NERD que isso). Porém, de boas intenções...

"Hot N' Fun" começa com uma batida envolvente e um baixo mais cru, nos remetendo inicialmente ao Funk. Porém o que se ouve em seguia é apenas uma "mistureba" mal remendada de Rock, Funk e Hip-Hop. Mais ou menos a mesma coisa que você pegar os ingredientes de um bolo e jogar tudo de qualquer jeito na panela e botar pra assar. Ou seja, se experimentos desmedidos não dão certo na culinária, por quê dariam em algo como a música (que pode ser tão complexo quanto?).


A participação de Nelly Furtado serviria pra ser a cereja do bolo, mas considerando as participações dela em projetos como "Give It to Me" com Timbaland e Justin Timberlake e "Morning After Dark" com (de novo) Timbalnd e a recém-chegada SoShy, só nos fazem pensar que isso tá mais para desespero em não conseguir manter o sucesso súbito que conseguiu pelas mãos de Timbaland. Em resumo: se não estivesse escrito na capa do single que Furtado está no projeto, seria bem provável que ninguém notasse...

Alguém tem que dizer para o Pharrell e pro Chad que para se fazer Rock e Funk necessitasse primeiro saber o que está se fazendo. Ou seja, não é só porque sua música tem guitarra significa que pode classificada de Rock (viu, Pitty??). E não é só porque o baixo tem destaque, signifique que se tem um belo exemplar de Funk (que tal ouvir "Genius of Love" do Tom Tom Club ou até mesmo "Another One Bites The Dust" do Queen, para se ter uma ideia de como fazer a coisa fluir?). Depois de ouvir estes exeplos, é só filtrar tudo com a personalidade do projeto e pronto.


Estes três membros como o N.E.R.D. dão um ótimo The Neptunes (ou seja, uma subtração em cima do peso-morto Shay Haley teria de ser feita). A banda soa no máximo medíocre, não servindo nem pra embalar final de balada ou coisa pior. É uma espécie de fusão do Linkin Park com o Red Hot Chili Peppers que deu incrivelmente errada - sem querer, é claro, ofender nenhuma das bandas citadas.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Quick - Cartões Motivacionais 14 (Justin Timberlake 2)