quinta-feira, 1 de agosto de 2013

AMR - Treasure (Bruno Mars)

Análise: Terceiro single do álbum Unorthodox Jukebox, do Bruno Mars. Lançado em Junho de 2013, alcançou #5US e #12UK.


Oldie but goldie?

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Ultimamente parece que virou moda artistas atuais trabalharem em revivais musicais em suas carreiras. Seja por pura afinidade, por alguma homenagem aos bons tempos, ou simplesmente um experimento inusitado, alguns artistas estão querendo voltar aos tempos da Disco Music. Tá bem, tá bem... não são muitos. O Daft Punk lançou "Get Lucky", que inclusive teve a participação de um dos maiores representantes do estilo: Nile Rodgers, do Chic.

E como Mars já estava nos remetendo ao Michael Jackson do final dos anos 70, época do álbum Off The Wall, nada mais natural que uma referência, homenagem ou demostração de afinidade com estilos e artistas que o precederam. Pagar tributo ou "sentar nos ombros do gigante". De qualquer forma, o resultado parece ser bom.


"Treasure" pode ser definido, especialmente quando se trata da parte visual da coisa (vídeo-clipe) como uma mistura de Kool and The Gang com Michael Jackson. O visual dos anos 70 que permeia o clipe somado ao filtro usado para simular uma gravação antiga realmente leva as coisas aos velhos tempos. A canção é divertida, embora em alguns momentos soe mais como anos 80 do que os anos 70. A propósito, poderia fazer parte da trilha sonora do GTA Vice City numa boa...

Para quem gosta dos tempos que Tony Manero andava por aí carregando um balde ao som de "Staying Alive" ou dos tempos que Barry White arrepiava com sua voz grave, este single é uma opção interessante para o saudosismo. Especialmente quando não se gosta nada do que se ouve por aí hoje em dia...


terça-feira, 30 de julho de 2013

Aconteceu - Boletim Musical (30/07/2013)

"Psy diz que vodca é sua melhor amiga"



Ah! Tá explicado o motivo dele cantar enrolado!

"Guitarrista do Bad Religion é agredido pela mulher"



Ora! Se fosse Good Religion essas coisas não aconteceriam... Huahuahauauahuaa!

"Ozzy Osbourne revela não gostar de celular e computador"



O negócio dele é mais simples. Natureza, morder um morceguinho e tal...

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Quick - 3x Fail



Huahauahauhau...

sábado, 27 de julho de 2013

Quick - Grandes Vergonhas da Música

"Dogão é mau, dogão é mau!"

Quem é que se lembra disso?? Vergonha alheia circa 2005!




sexta-feira, 26 de julho de 2013

AMR - 50's Jukebox 7

Artista: The Shadows (1957 - 1973 / 1983 - presente)
País de Origem: Estados Unidos da América
Estilo: Rock
Hits: "Apache", "Wonderful Land", "Dance On!"
Hit da Jukebox: "Saturday Dance" (1959)


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Hank Marvin é um lendário guitarrista. Um dos melhores em na arte de dedilhar. E atua desde os anos 50! Já está na estrada faz seis décadas, tocando clássicos da música mundial. "Apache", "Moonlight Shadow", "Riders in the Sky". Até mesmo "Don't Cry For Me Argentina" eles tocaram.

A canção "Saturday Dance" foi o terceiro single da banda. Apesar de muito interessante, não conquistou espaço algum. Foi apenas com o single seguinte, "Apache" (1960), que a banda conseguiu status e reconhecimento.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Quick - Behind The Mask (Vídeo)

Vazou o vídeo-clipe feito para a canção "Behind the Mask", do álbum Michael.


Excelente!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

AMR - Ohh La La (Britney Spears)

Análise: Single parte da trilha-sonora do filme Smurfs 2, da Britney Spears. Lançado em Junho de 2013, alcançou #54US.



Oh la la... Smurfete!

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A erroneamente proclamada Princesa do Pop parou com as esquisitices já faz um tempo. Quem se lembrar dos ataques com guarda-chuvas, de cabeça raspada e etc? Ah, isso sem contar beijos lésbicos, casamentos etéreos e mais um montão de coisas que tornam o mundo da música uma imensa massaroca de marketing em detrimento do que realmente é importante: a música de qualidade/divertida.

Britney aquietou seu marketing bizarro (mais parece que ela passou o bastão para a Lady Gaga), e sumiu das vistas na mesma proporção. Seu último trabalho visível foi "Criminal", em 2011 (não conta "Scream & Shout" com o Will.I.Am, pois os créditos são divididos), e desde então o máximo que ela tem feito é ser jurada em programa de talentos musicais (contradição!). Seu mais recente single veio de uma trilha-sonora. O que se tem disso?


Vocalmente falando, Britney é uma artista que não evolui em nada. E mesmo se de fato está havendo uma evolução, não temos como saber, pois ela não para de cantar com a mesma voz irritante que consolidou sua carreira no final dos anos 90. É como manias que você não consegue largar, como roer unha: é algo ruim, mas você não resiste, tem que fazer. Falando da canção em si, é uma das coisas mais irrelevantes e esquecíveis que Spears fez até o momento. Algo do nível de "Radar". Boa parde dos últimos singles dela estavam um tantinho acima da média, o que é notável, mas aqui não há nada, nada.

O vídeo da canção é, obviamente, relacionado ao clima infantil advindo dos Smurfs. Isso é irônico, uma vez que Britney é uma pessoa que alicerçou sua carreira na imagem sexista. Foi como a Madonna escrever livros infantis depois de queimar cruzes e tornar seu corpo mais conhecido que nota de R$2. Mais uma canção que também não.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Quick - Polka Medley! 6

O Polka que Yankovic fez no álbum Alapalooza (1993) foi diferente dos outros. Até mesmo do Polka feito com as canções dos Rolling Stones. Weird Al transformou a clássica "Bohemian Rhapsody" do Queen em um Polka!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Aconteceu - Boletim Musical (22/07/2013)

"Novo clipe do Beady Eye tem mulheres nuas"


Liam Gallagher precisava trazer algo de real interesse para seu trabalho, não?

"Miley Cyrus sobre Justin Bieber: 'Tem feito coisas estúpidas'"


Concordo com a Miley. Ele tem feito coisas bem estúpidas. Tipo cantar.

"Rapper J Cole pede desculpas por letra sobre autismo"


Interpretaram mal o cara. Era apenas uma letra auto-biográfica...

domingo, 21 de julho de 2013

Quick - Smooth Pisa?


Da página do autor no Facebook!

sábado, 20 de julho de 2013

AMR - Home Again (Elton John)

Análise: Primeiro single do álbum The Diving Board, do Elton John. Lançado em Junho de 2013.


Seja bem-vindo de volta...

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Você gostando dele ou não, você já ouviu falar no Elton John. Nascido Reginald Dwight, o músico britânico iniciou sua carreira nos anos 60 e até hoje continua gravando e fazer apresentações por aí. Elton, no começo de sua carreira tocou com músicos que na época eram tão desconhecidos quanto ele, como Roger Hodgson, ex-Supertramp (com quem formou a banda Argosy, banda que teve também o guitarrista Caleb Quayer, que atua com Elton até hoje), e a banda Gentle Giant (que outrora foi Simon Dupree and The Big Sound). Posteriormente tocou com John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison (sim, os Beatles, embora não tenha tocado com eles juntos), Eric Clapton, Mark Knopfler e o Dire Straits, Shania Twain... enfim. Eu poderia discorrer muito sobre isso.

Fora sua atuação em trilha sonora de filmes, como o clássico Rei Leão, de 1994. Daqui saiu canções como "Can You Feel The Love Tonight", uma das mais conhecidas. Elton é um dos poucos que estão na ativa por cinco décadas, entrando para o hall dos grandes músicos de sempre, ao lado de gente como Stevie Wonder, Paul Simon, dentre outros.


E a canção "Home Again" é mais uma daquelas belas baladas românticas, uma música lenda no piano. Uma das especialidades de Elton. Num exemplo bem antigo, temos "Skyline Pigeon" (a versão de 1972, não a original de 1969 — onde ele toca em um cravo, numa versão bem diferente do clima belo da versão posterior). Se você é fã das canções mais cuidadosas como "Candle in The Wind", "Blessed", "Empty Garden", "Your Song", "Sacrifice" e a eterna "Goodbye Yellow Brick Road", esta é mais uma canção para você.

Algo que podem apontar é que não há qualquer novidade, algo diferente do que já foi visto tanto de Elton quanto do resto. Mas tenho que dizer que Elton não deve mais nada, sua carreira mostrou isso. Assim como outros músicos como Eric Clapton, ele pode meramente gravar as canções que quiser, sem se preocupar com audiência. Ou seja: apenas para iniciados.

Obs: o Supertramp (do Roger Hodgson) também tem uma canção chamada "Home Again", cantanda pelo próprio Roger. Ela vai logo abaixo.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Quick - Show para o papa, só que não...


Isto é só pelo papa ser argentino?

Direto da página do Quinho no Facebook!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

AMR - Take Back the Night (Justin Timberlake)

Análise: Primeiro single da segunda versão do álbum The 20/20 Experience, do Justin Timberlake. Lançado em Julho de 2013, alcançou #47US.


Para quem comprou o álbum: I wanna take back my money...

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O ex-Club do Mickey, ex-namorado da Britney Spears, ex-*Nsync e ex-artista relevante Justin Timberlake continua carregando o fardo intrínseco ao nome Justin no mundo da música: o de encher o saco dos ouvintes desavisados. Aliás, depois que até o Chris Brown resolveu se envolver musicalmente com o Justin Bieber (e milagrosamente não ter descido a moqueta no moleque, o confundindo com uma moça), falta agora o Timberlake se prestar a isso.

Honestamente, é melhor não pensar nisso. Já basta gente que também perdeu a relevância como o ex-sou-o-melhor-do-mundo-no-que-faço Timbaland ainda estar na ativa. De qualquer forma, como ele não aparece como antes, acabamos por não ser mais afrontados com a arrogância do sujeito. Mas vamos falar: e o trabalho?


O que a dupla, juntamente com o produtor J-Roc, fez na canção "Take Back The Night" é em definitivo algo diferente. Primeiramente, me pareceu que eles gostaram ou ficaram com inveja do single "Get Lucky" do Daft Punk. Uma volta aos tempos da Disco Music, anos 70 e etc. É fácil você produzir algo bom com uma base boa, e é por isso com em ambos os casos tivemos algo acima da média. Sim, Timberlake conseguiu um single acima da média. Mas é óbvio que Justin deve, e muito, ao estilo musical que baseou o projeto. Pra mim a coisa fica no empate.

É uma pena que a canção não foi no padrão de qualidade ruim que é de praxe. Pois uma organização anti-estupro chamada Take Back the Night Foundation resolveu ralhar com o título do single. Eu poderia bolar umas piadas interessantes com isso. Mas por enquanto, posso apenas tirar sarro de coisas como "Rock Your Body". Eca...

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Quick - Aprendam as diferenças!

Clique para ampliar!

E que eu não precise repetir!

terça-feira, 16 de julho de 2013

Aconteceu - Boletim Musical (16/07/2013)

"One Direction lança clipe de 'Best Song Ever'"



Acho que houve um erro de escrita. Faltou uma letra N ali. Pois no caso deles tem que ser "Best Song NEver"...

"Beyoncé fica com cabelo preso em ventilador durante show"



Tô louco pra ver a Gaby Amarantos imitar isso!

"Selena Gomez encerra entrevista ao vivo ao ser questionada sobre Justin Bieber"



Mas quem não ficaria constrangido em falar sobre tal assunto?

segunda-feira, 15 de julho de 2013

AMR - 50's Jukebox 6

Artista: The Everly Brothers (1957 - 1973 / 1983 - presente)
País de Origem: Estados Unidos da América
Estilo: Rockabilly, Country
Hits: "Bye Bye Love", "All I Have to Do Is Dream", "Crying in the Rain"
Hit da Jukebox: "Bye Bye Love" (1957, #2US - #6UK)



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Primeiramente, se você é fã da banda norueguesa A-Ha com certeza ouviu o hit "Crying in The Rain", que a banda lançou em 1990. Dito isto, é válido lembrar que a canção não é original deles, mas sim do duo The Everly Brothers. A versão original saiu em 1962 tendo um dos seus compositores a grande Carole King.

Mas um pouco antes deste sucesso, a dupla de irmãos lançou seu primeiro sucesso, a canção "Bye Bye Love". Gravada no ano de 1957, a letra foi composta pelo casal Felice e Boudleaux Bryant, responsáveis por várias canções, dentre elas a imortal "Love Hurts" (muito conhecida na versão da banda de Rock Nazareth).



A canção fala sobre a partida de um amor, deixando em seu lugar o vazio e a tristeza, falando de amor do jeito especialista que o casal Bryant sabia. E até mesmo George Harrison fez sua versão em 1974, alterando parte da letra para encaixar com a famosa situação que se instalou entre Eric Clapton, Pattie Boyd, sua ex-esposa, e Harrison. Para quem não sabe: Pattie se separou de George e se uniu a Eric.

Aqui está a versão de George:

domingo, 14 de julho de 2013

Quick - O Advento do Auto-Tune 7

Como seria se o T-Pain tivesse um filho com a máquina de Auto-Tune?

sábado, 13 de julho de 2013

AMR - Who Do We Think We Are (John Legend)

Análise: Primeiro single do álbum Love In the Future, do John Legend. Lançado em Março de 2013.


... uma flor?

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John Legend é um ótimo músico. Não tem grandes canções, mas tem boas habilidades vocais e instrumentais. Com "Ordinary People", ele apareceu mais e com a bela "P.D.A. (We Just Don't Care)" (que foi muito mal nas paradas, mas que é uma de suas canções mais lembradas) ela começou a consolidar seu nome. Com a divertida "Green Light", gravada com o cantor Andre 3000 do Outkast, ele mostrou que também entende "do agito".

De um modo geral, Legend nunca foi um artista do mainstream. Ele está mais para um artista cult, que é um modo de dizer que ele é um bom artista mas que não ganha tanto dinheiro. De qualquer forma, é justamente o artista nesta linha que mantém as coisas em um nível adequado, sem vandalizar a música com o comercialismo exacerbado.


O single atual fica bem na linha de "Ordinary People", algo mais brando de desolado. Para quem gosta de algo mais Soul, é um prato cheio. Porém, para quem "P.D.A. (We Just Don't Care)", falta um clima mais específico. Algo mais especial, digamos. Mas para que quer apenas ouvir, tá de bom tamanho. John Legend tá muito melhor que Justin Bieber, obviamente...

Se você gosta de caras como Brian McKnight e talvez até Michael Bublé, a música de John Legend vai encaixar bem na sua biblioteca musical pessoal. Vai fundo, pois apesar de não ser para qualquer um, tem qualidade.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Quick - O Advento do Auto-Tune 6

Morador dos EUA dá entrevista falando sobre um criminoso e também vira sucesso na net. Como cantor!

Original:


Auto-Tune:

quinta-feira, 11 de julho de 2013

AMR - Kisses Down Low (Kelly Rowland)

Análise: Primeiro single do álbum Talk a Good Game, da Kelly Rowland. Lançado em Fevereiro de 2013, alcançou #72US.


Ui, que sexy...

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Eu gostaria de saber se por aqui as pessoas sabem que é a Kelly Rowland. E gostaria também de saber se as pessoas lembram quem foram as Destiny's Child. Melhor: Que a Kelly fez parte do Destiny's e que a Beyoncé era a frontwoman do grupo. Uma vez que a carreira da esposa do Jay-Z explodiu e tornou-se bem sucedida, a relevância das outras foi soterrada. No caso da Michelle Williams, ela mesma fez isso sem ajuda por se dedicar ao Gospel, num típico suicídio comercial. Já a Kelly não fez muita coisa mesmo.

Tentei de fato lembrar algo relevante da caminha solo de Kelly, mas a única coisa mais mainstream que consegui lembrar foi sua participação no filme Freddy vs Jason. Sério. Mas estamos falando aqui do Brasil. Na Inglaterra ela teve uma relevância mais acentuada, talvez até mais que nos EUA.


"Kisses Down Low" é um R&B moderninho, o que acaba sendo negativo. Por moderninho podemos incluir o fato de batidas eletrônicas desnecessárias, em excesso. Fora outros efeitos que poderiam ter sido eliminados para dar mais clareza ao som. A voz de Kelly não é ruim, o que é um ponto positivo que deveria ser mais explorado. Se a produção não faz jus, ao menos a voz deveria salvar a coisa toda.

Como Beyoncé anda bem (apesar do último álbum não ter sido lá a grande coisa) e Michelle ninguém lembra que existe, uma volta das Destiny's Child seria muito improvável. Se você quiser se divertir, ouça os primeiros álbuns da Beyoncé dou das Destiny's. Acredite: é bem efetivo.