terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Quick - Cartões Motivacionais 24


Detalhe: cartão de número 24...

AMR - Spotlight (Patrick Stump)

Análise: Primeiro single do álbum Soul Punk (com previsão de lançamento para Fevereiro) do Patrick Stump (membro da então banda em hiatus Fall Out Boy). Seu single de estréia lançado no mês de Novembro.



Caramba, que indecisão!

——————————————

O Fall Out Boy é para mim uma das bandas mais legais surgidas nesta década que passou. O Panic at The Disco se mostrou muito interessante com os singles "I Write Sins, Not Tragedies" e "But It's Better If You Do", mas eles acabaram não indo além destes dois projetos. Já a banda do vocalista e guitarrista Patrick Stump e do baixista Pete Wentz produziu canções como a punk "Sugar, We're Goin' Down", a divertida "Dance Dance", a alternativa e interessante "This Ain't a Scene, It's an Arms Race" e a curiosa "Thnks fr th Mmrs" (que, mais curioso ainda, foi produzida pelo Babyface!!).

As canções e os vídeo-clipes mostram uma banda inventiva e diferente. E considerando a chatice atual que ronda a cena musical, isso definitivamente não é de se jogar fora. Mas infelizmente, apesar de bem recebido, o último álbum Folie à Deux não produziu nenhum grande single ou algo divertido como os dois últimos projetos. No final das contas, a banda resolveu dar um tempo e os membros foram cuidar de seus projetos pessoais.


E o que anda fazendo Patrick Stump?

Primeiramente Stump resolveu emagrecer! O vocalista está magro e quase irreconhecível. Talvez seja para dar a si próprio uma nova faceta artista juntamente com seu primeiro trabalho solo, o álbum Soul Punk, com lançamento previsto para o mês de Fevereiro. E neste trabalho, Patrick resolveu fazer mais ou menos o que já era de costume em sua banda: umas pitadas de Punk com um pouquinho de R&B (um pouquinho) e as tradicionais pegadas Pop. O resultado deste caldeirão só poderá ser conferido no mês seguinte, mas um acetato já foi lançado para o público.

Aliás, aí está o grande porém do primeiro single de Patrick Stump. Ele marca, de uma certa maneira, uma indecisão musical por parte do artista, pois ele gravou duas versões da canção Spotlight: uma denominada "New Regrets" e outra denominada "Oh Nostalgia". Como ele é o responsável pela produção do álbum, ele manda né... Vamos falar um pouco de cada versão.

"New Regrets"


Seria a versão mais moderna da coisa, com seu clima mais dançante e o uso ostensivo de sintetizadores. Se você for analisar esta versão tecnicamente, levando em conta coisas óbvias como a atual cena musical, certamente esta versão seria a mais adequada para um lançamento comercial. Os vocais de Patrick não estão muito diferentes do que são com o Fall Out Boy, e isso com certeza é algo bom; Stump tem uma boa voz e ela se adequa bem aqui. (Aliás, a voz dele foi por muito tempo "calada" pelo fato dele antigamente ser baterista e ter caído no posto de vocalista por um acaso - inclusive caindo também no posto de guitarrista, um instrumento que ele teve que aprender imediatamente.)

"Oh Nostalgia"


Já esta versão aqui, como o título já faz referência, seria algo um pouco mais reservado, que nos remete aos tempos mais antigos mesmo (claro que nem tanto assim). No lugar dos sintetizadores temos um piano. A canção toda, comparada com a outra versão, soa um pouco intimista, com um cuidado um pouquinho maior na interpretação vocal. Os refrões não mudam muito, pois o objetivo seria mesmo o de agitar. Para quem prefere mais curtir uma música do que dançá-la, esta versão é mais interessante. Possivelmente Patrick tocou parte ou todos os instrumentos, e ouvindo as canções percebe-se que ele é também um ótimo instrumentista.


Qual das versões é melhor?

Honestamente, é difícil dizer. Simplesmente isso vai virar de ouvinte para ouvinte. As canções são legais e espero que as seguintes sejam boas (e que não causam tamanha indecisão e Patrick a ponto dele querer fazer mais de uma versão para cada). No final das contas, eu ainda sinto falta do tempo em que ele era gordinho e cantava "Dance Dance" ou "This Ain't a Scene, It's an Arms Race". Os bons tempos podem voltar, eu espero...

Quick - Gatos...

... os animais mais espertos do mundo. Por quê? Veja:



Tá certo que o primeiro gato gostar do Jonas ali é meio besta, mas ainda sim genial hauhauaha...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

AMR - Hold It Against Me (Britney Spears)

Leia também: AMR - 3 (Britney Spears)
AMR - I Wanna Go (Britney Spears)

AMR - Criminal (Britney Spears)



Análise: Primeiro single do futuro novo álbum de Britney Spears. Lançado agora no dia 11 de Janeiro de 2011, alcançou #1US.


[ironia mode on] Poxa, do que será que ela está falando? [ironia mode off]

——————————————
Extra: Inacreditavelmente, o single alcançou um #1US (mereceu? não, não mesmo). Fora que não foi apenas isso! Foi a estréia de single mais bem sucedida financeiramente vinda de uma artista. Agora, se a média de hits dela continuar assim, veremos um outro destes apenas em 2028...


E parece que Britney Spears está a fim de voltar ao trabalho. Ela havia lançado o single "3", que foi usado em 2009 como suporte para a coletânea de singles The Singles Collection e que chegou ao primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos (assim como a 'chicletosa' "...Baby One More Time" de 1998 e "Womanizer" de 2008). Agora, abrindo o ano de 2011, a cantora lança um exemplar de Dance - mais uma vez tentando se mantendo afastada daquele irritante rótulo de Pop Chiclete.

Embora os críticos tenham recebido bem o single (Pô, a música mal foi absorvida e os caras já estão conseguindo fazer discussões filosóficas sobre o item em questão?), deve ficar bem claro que este projeto é menos acessível do que outros como "Piece of Me" ou "If U Seek Amy". Parece que Spears está querendo se levar mais a sério - porém considerando o que foi o início da carreira dela, ela tem que fazer isso mais lentamente, pois vai ser difícil engolir isso de cara...


Para a produção, foram chamados produtores como um tal de Billboard (responsável por alguns projetos da cantora Robyn), Max Martin (que foi um dos produtores de "3" - em time que se está ganhando não se mexe) e Dr. Luke (que, assim como Max Martin, já trabalhou com uma infinidade de artistas, inclusive produzindo "Circus" da Britney). Apesar de parecer uma mistura com potencial para fazer algo grande, o destaque final fica apenas no nível mediano.

Este single parece, de alguma maneira, com aquela expectativa inicial de "Womanizer", pórem após ouvir o resultado final, tudo acaba soando um tanto quanto anacrônico. E considerando que Spears já tem mais de 10 anos de carreira, esta sensação é compreensível. Não é chato como, sei lá, "Toxic", e talvez por isso apesar de todos os contras este projeto mereça algum destaque positivo.


Espero que no final das contas possamos ter uma sequência de singles tão regular quanto foi a dos dois últimos álbuns. Afinal, não dá pra ficar fazendo música descartável o tempo todo e ainda sair impune. No final das contas, George Michael acabou aprendendo bem isso...

Alguém ainda tem dúvidas do motivo pelo qual não deixa a voz da Britney soar limpa, sem qualquer tipo de efeito digital ou modificações? Se ainda há, assista ao vídeo onde ela canta com Michael Jackson no show comemorativo de 30 anos de carreira solo do Rei do Pop. A canção é "The Way You Make Me Feel".

sábado, 15 de janeiro de 2011

Quick - Claudia Leitte Oops

Claudia Leitte, numa perspicácia nunca antes vista, lança o vídeo-clipe da música Água em época de enchentes :





Acho que a melhor parte mesmo é o refrão.