quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Aconteceu - Boletim Musical (10/01/2012)

"Preso homem acusado de vazar hit da Madonna"




Ele foi acusado de pirataria ou poluição sonora?


"Bieber quer fama como Jackson e se recusa a cantar sobre drogas"




Pra ter fama como Jackson talvez morrendo: todo mundo vai comentar. Se ele não quer cantar sobre drogas é só suspender o repertório dele e, obviamente, sua carreira.


"Noel Gallagher: 'Oasis e Blur foram as últimas grandes bandas'"



Isso, obviamente, na cabeça modesta e humilde do guitarrista...

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

AMR - Coincidências 8

Leia também: AMR - 70’s Jukebox 4

Para os nascidos nos anos 80, poucas coisas foram tão marcantes, musicalmente falando, quanto o Dance dos anos 90. Peças clássicas como "The Rhythm of the Night", do grupo Corona (aliás, coma brasileira Olga Souza), a famosíssima "Gonna Make You Sweat (Everybody Dance Now)" do C+C Music Factory com seu riff de guitarra imediatamente assimilável e a cantora italiana Gala com "Come Into My Life", são exemplos de como o estilo foi explorado à exaustão e definiu uma década. Enfim, são vários e vários outros projetos que trabalharam em cima do estilo: o Erasure com sua "I Love to Hate You", Cher com "Strong Enough" e "Believe", Sophie Ellis-Bextor com a ótima "Murder on the Dancefloor". É uma infinidade de opções.


Um dos vários grupos criados sobre o gênero, o La Bouche, foi criado em 1994 pelo produtor Frank Farian (sim, o mesmo responsável pelo setentista Boney M e pelo escandaloso e polêmico Milli Vanilli nos anos 90) e contava com os membros Melanie Thornton e Lane McCray. Estrearam com a moderada "Sweet Dreams", que era um exemplar comum do gênero, mas que ainda sim lembra a faceta da década. O projeto seguinte, "Be My Lover" segue a mesma linha - o que mostra que o La Bouche meio que estava preso na segunda divisão do mundo Dance.

Enquanto ativo, La Bouche lançou três álbuns. Em 2000, a vocalista Melanie resolveu seguir carreira solo e foi substituída por Natacha Wright. Porém, em 2001 foi vítima de um trágico acidente de avião, acidente que também tirou a vida de dois membros de outro grupo, o Passion Fruit. O La Bouche se dissolveu no mesmo ano.

Um dos maiores sucesso do grupo saiu do terceiro álbum, SOS. "You Won't Forget Me" foi lançado em 1997 e conseguiu um #9UK (posição superior ao seus dois primeiros e mais famosos singles, embora tenha decepcionado nos EUA com um #48US).



No distante ano de 1969, a banda de Rock neerlandesas Shocking Blue (da vocalista Mariska Veres) lançou o álbum At Home, com seu maior sucesso, a canção "Venus". Mas, além desta, outra canção também fez relativo sucesso e moldou a personalidade musical da banda. "Never Marry a Railroad Man", inclusive, já foi resenhada aqui.


Yeah, I won't forget it...

Logo no início de cada canção já dá para sacar a parte, digamos, referenciada. A melodia vocal com a qual Mariska abre a canção do Shocking Blue é idêntica à melodia com a qual Melanie abre a canção do La Bouche. Talvez a diferença seja, sei lá, 28 anos ou Rock pra Dance.

Coincidência?

Bem... Há uma distância muito grande tanto de tempo quanto de estilo entre os dois projetos. Mas há também uma grande similaridade entre as melodias vocais. De resto ambas seguem um caminho diferente e sem semelhanças. Acredito que possa caber, mais uma vez, o caso de plágio não-intencional. De qualquer maneira, fica novamente aquela dúvida pelo fato de Frank Farian ter seu dedo aqui. Milli Vanilli realmente é algo que ficou marcado no nome deste produtor.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Quick - 50 Cent...aur?



Trocadilhos infames na música...

sábado, 7 de janeiro de 2012

AMR - 50's Jukebox 4


Artista: Frank Sinatra (12/02/1915)
País de Origem: Estados Unidos da América
Estilo: Pop, Jazz, Swing
Hits: Vários!
Hit da Jukebox: "In the Wee Small Hours of the Morning" (1955)



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Indiscutivelmente Frank Sinatra foi uma das maiores vozes já surgidas na cena musical. Deu sua contribuição musical desde os anos 40 até a década de 90. Porém, apesar de toda sua fama e legado, Frank teve seus momentos decadentes - obviamente como todos os artistas.

Uma fase marcante na carreira de Sinatra foi durante os anos 50. Com problemas em sua voz e sem grande perspectiva, Frank achou que sua carreira iria ruir - apesar do Oscar ganho por sua atuação no filme A Um Passo da Eternidade. Então, Alan Livingston (um dos chefões da Capitol Records resolveu tentar uma ajuda a seu ídolo. O resultado inicial foi um contrato de 7 anos, iniciado em 1953.


Um dos projetos geridos durante este período foi In The Wee Small Hours, de 1955. Álbum concebido pouco depois de uma dolorosa separação matrimonial com a atriz Ava Gardner, acabou por se tornar uma fonte artística poderosa em matéria de solidão. O disco todo é guiado por um clima austero e melancólico. O álbum segue sobre uma linha conceitual que Frank sempre quis trabalhar, desde o início de sua carreira. E meu destaque vai para a tranquila, meio noir, "In The Wee Small Hours in The Morning".

O coração de um homem, extenuado pela falta de sua garota, que não dorme nem tem interesse nisso. Apenas vê a cidade sonolenta enquanto tenta se conformar com sua dor. Sinitra mostrou como canalizar sua dor de alguma maneira produtiva. Eu gostaria de saber o que Ava achou do álbum...

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sebo - EMB 2011

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O ano passou voando e eu até tinha esquecido dos famosos que se foram neste ano. Itamar Franco, ex-presidente, José Alencar, vice-presidente do sempre conivente com a corrupção, Lula. Foram também o divertido ator Ítalo Rossi. o ex-jogador de futebol Sócrates, o carnavalesco Joãosinho Trinta e Carola Scarpa, err... o que ela era mesmo?