sábado, 16 de março de 2013

Quick - Gary Larson sabe das coisas...


"Bem vindo ao paraíso... Aqui está sua harpa."

"Bem vindo ao inferno... aqui está seu acordeão"

Genial! Huahuahauahuaha...

sexta-feira, 15 de março de 2013

Aconteceu - Boletim Musical (15/03/2013)

"Noel Gallagher elogia David Bowie e critica Justin Bieber"




Finalmente alguma coisa com lógica e nexo vinda da boca de um Gallagher. Ele deve estar doente...

"Eric Clapton vai parar de fazer turnês em 2015"




Considerando também a volta de Justin Timberlake aos palcos, eu acho que teria sido melhor o mundo terminar em 2012 mesmo.

"Após confusões, Justin Bieber cancela show em Portugal"




Esperamos, com grandes expectativas, que ele cancele a temporada de show pelo planeta todo!

quinta-feira, 14 de março de 2013

AMR - Let Me Love You (Ne-Yo)

Análise: Segundo single do álbum R.E.D., do Ne-Yo. Lançado em Julho de 2012, alcançou #6US e #1UK.




Que título mais auto-ajuda...

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Antes (bem antes, muito antes) Ne-Yo que Akon...

O cantor Ne-Yo, ao contrário do que possam pensar os desavisados, ainda está na ativa. Tá, isso não é tão surpreendente quanto saber que o Usher ainda está, mas de qualquer maneira, podemos nos lembrar de épocas que singles como "So Sick" e "Closer" estavam em alta por aí. Fora que Ne-Yo consegue fazer uma excelente contra-partida ao arremedo de cantor Chris Brown, na linhagem de imitadores de Michael Jackson. Ambos se inspiram e dançam de forma muito parecida ao ídolo, porém um deles se diferencia por gostar de boxe unissex...

Mas se Ne-Yo ainda não é a melhor opção que você possa pensar para o apocalipse musical que estamos passando, basta lembrar que é muito melhor ele sendo mediano do que um Akon enchendo o saco com sua voz esganiçada achando que sabe cantar além de fazer rap. Triste otimismo, aliás.


Primeiramente, tive a leve impressão de que esta canção utilizava samples de "Betty Davis Eyes" da cantora oitentista Kim Carnes. As introdução são bem aparecidas e, honestamente, considerando o que ouvi depois (e apesar de eu não gostar muito do hit da Kim Carnes), teria sido uma tremenda salvação para a canção. O maneirismo (ou deveria dizer momice) vocal que Ne-Yo utiliza no início é plenamente dispensável. Melhoraria muito o nível da coisa toda se tivesse sido diferente.

A canção começa parecendo algo mais puxado para uma balada romântica, mas depois passa para algo mais agitado. Onde já ouvimos isso? Donna Summer Mode On. O fato é que Ne-Yo já foi mais criativo, inventivo. Agora ele está muito semelhante aos produtos genéricos da área que atua, como Taio Cruz, Jason Derülo (este já mais destacado) e etc. Talvez fosse a hora dele rever todo seu trabalho anterior e pensar em algo parecido. Se quiser continuar aparecendo.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Quick - One Direction pro sapato...

A única direção que o sapato teve foi esta...





Obs: se tivesse sido realmente a Taylor Swift quem fez isso, obviamente este seria o maior mérito musical da sua carreira!

terça-feira, 12 de março de 2013

AMR - 80's Jukebox 14

Artista: Joe Esposito
Origem: Estados Unidos da América
Hits: "Lady, Lady, Lady", "You're the Best", "Come into My Life"
Hit da Jukebox: "Lady, Lady, Lady" (1983)



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Um das coisas que marcaram bem os anos 70 e 80 foram os filmes musicais ou com temática musical. Vários deles foram produzidos e acabaram ficando na memória - positiva ou negativamente. Temos o Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, filme de 1978 baseado no álbum de mesmo nome e no Abbey Road dos Beatles, que teve o Bee Gees e o Peter Frampton (ambos em alta na época, o primeiro pelo álbum Saturday Night Fever e o outro por ter o álbum ao-vivo de maior vendagem até o momento). Tivemos o clássico Grease, também de 1978, com John Travolta e Olivia Newton-John, o Dirty Dance, com Patrick Wayze e Flashdance.

No caso, vou falar de uma canção específica de um filme específico. No caso, o filme Flash Dance, lançado em 1983. O enredo trata de uma garota que sonha em ser bailarina e tenta conciliar isso com o trabalho. O filme mostra o trajeto da moça, terminando sem mostrar se ela de fato conseguiu a vaga numa escola de dança que tanto almejava. E neste ínterim, o filme prestigia o telespectador com uma das melhores trilhas já organizadas para um filme. Clássicos como "Gloria", da falecida Laura Branigan (responsável também pela ótima "Self Control"), "Maniac" do Michael Sembello, "Flashdance... What a Feeling", produzida por Giorgio Moroder e escrita pelo próprio em parceria com Keith Forsey e Irene Cara, a interprete da canção - canção, aliás, vencedora do Oscar e Globo de Ouro de Melhor Canção Original de 1984.


Uma canção da trilha que teve menos destaque que as já citadas mas que ainda sim merece atenção é a terna "Lady, Lady, Lady", de Joe Esposito. Escrita também port Keith Forsey e Giorgio Moroder (e apesar de eu não ter encontrado informações a respeito, parece também ter sido produzida por Moroder). A letra sombria fala de uma moça solitária e de alguém querendo tirá-la desta triste situação. A produção também foi bem caprichada, ao nível do Giorgio (outra canção parecida com esta em alguns aspectos, que atende este padrão é "Take My Breah Away" do Berlin, também arranjada por Moroder).

Apesar de não ter tido tanta atenção (além de ser impossível todas as canções de uma trilha terem destaque, a concorrência no caso foi bem acirrada), esta tímida canção tem uma beleza especial, única. É uma destas músicas que fica mais pro fundo do baú, que você tem trabalho de chegar até ela, tirando outras coisas de cima, mas que vale plenamente o esforço. A propósito, a melhor maneira de conhecer a plenitude é ver o filme. Um clássico, do tipo que não se fabrica mais, nunca mais...