quinta-feira, 8 de março de 2012

Quick - Tristeza no mundo da música...

A notícia que nunca, nunca gostaríamos de dar...



Hauhauhauahuahaa...

quarta-feira, 7 de março de 2012

AMR - Person of Interest (Rebecca Black)

Análise: Single da cantora norte-americana Rebecca Black. Lançado no dia 15 de Novembro de 2011.



Person tá ali. Agora, interest?

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E quem diria que Rebecca Black, uma das celebridades mais negativadas no vídeos do Youtube depois do Justin Bieber, conseguiria manter-se na ativa após a chuva de críticas que lhe são dirigidas desde de a infame "Friday"? Se você não conhece este clássico, possivelmente deve estar acessando a internet desde semana passada. Ela é uma espécie de Luiza do Canadá: ambas acabaram surgindo de uma piada involuntária e só só continuam em evidência pelo fato de existir muitas pessoas que não levam a maioria das coisas a sério.

Mas é obvio que após os mais de 200 milhões de acessos não deixariam a carreira da moça ser apenas um "15 minutos de fama" qualquer. Qualquer coisa que consiga mobilizar tal massa (que, em partes, pode ser considerada ignara) pode certamente render algo mais. Tanto isto é certo que, após "Friday", tivemos outros projetos, como "My Moment" e "Person of Interest". Porém, a impressão que tenho é que eles, compreensivelmente, não estão lá tão seguros a ponto de todos este singles serem a parte de um álbum - pelo menos ainda não há um álbum inteiro com canções de Rebecca.



Em comparação à canção "Friday", temos uma Rebecca mais contida, e isso é, obviamente, porque sua capacidade vocal não está (ou ainda não está) em condições para tanto. Nem parece a Rebecca Black - se isso tocasse em alguma rádio teen por aí, poucos reconheceriam Black (a não ser aqueles que, por algum motivo, ficaram fissurados o suficiente no primeiro single dela para conseguir memorizar a voz dela). Fora que é o Pop básico e inofensivo ao nível de um Justin Bieber da vida. Felizmente não é tão pretensioso e devasso como Britney Spears, até porque os 14 anos da moça não lhe permitem.

Se você é fã de Selena Gomez, Miley Cyrus e similares azar o seu. Huahuahauaha... digo, talvez o rumo que esteja sendo sedimentado para ela possa lhe interessar. Obviamente não é nada grandioso, glamouroso e, a princípio, interessante. E analisando friamente a qualidade e nível musical geral, faço-me mais um vez repetitivo dizendo: é muito melhor do que ouvir por aí "ai se eu te pego"...

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Aconteceu - Boletim Musical (28/02/2012)

"DJ Pitbull participa de versão remix de 'Ai, se eu te pego'"


Cantor Michel Teló disponibiliza single com participação do músico...

Não deve-se chamar Pitbull de músico assim como não deve-se chamar Michel Teló de cantor.

"Canção de brasileiros não ganha o Oscar"


Canção de Carlinhos Brown em Rio perdeu para a dos Smurfs...

Pronto. Esta é a piada.

"Música de Michel Teló é usada em protesto em Portugal"


Estratégia perfeita vinda logo de Portugal! Com esta merda você pode sair vitorioso de qualquer protesto...

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

AMR - 60's Jukebox 7

Artista: The Lords
País de Origem: Alemanha
Estilo: Rock, Skiffle
Hits: "Shakin' All Over", "Poison Ivy", "Poor Boy"
Hit da Jukebox: "Poor Boy" (1965)



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Quando a Beatlemania e a Invasão Britânica vieram ao mundo invadindo todos os lugares com suas bandinhas de músicos arrumadinhos e melodias Pop fácies e agradáveis, a banda alemã The Lords seguiu a onda, como possivelmente a primeira banda alemã do movimento. 


O surgimento de centenas de bandas do estilo gerou uma genuína pretensão de se ganhar muito dinheiro e fama pegando carona no fenômeno e também uma disponibilidade de bons artistas, de gente que de fato sabia o que estava fazendo com seus instrumentos. Podemos dizer que foi mais ou menos o que aconteceu no Brasil com o pagode nos anos 90, só que, obviamente, sem referências qualitativas quaisquer (traduzindo: o pagode nos anos 90 explodiu, mas não significa que foi uma explosão benéfica, muito pelo contrário). Enfim...




Com um pretensioso nome, o The Lords (não menos pretensioso do que The Band, por exemplo, mas...) conseguiu algum destaque com a canção "Poor Boy", de origem desconhecida (não sei se é de autoria da banda ou regravação). Alguns confundem com uma tradicional canção chamada "Poor Boy Blues", mas não é o caso. Fora uma outra canção chamada "Poison Ivy".

Com esta canção, o The Lords mostra que, possivelmente, eram o que se tinha de melhor na Alemanha, nesta época e neste estilo musical. Claro que tinham um nível bem inferior se comparados com The Beatles, The Kinks, e o que mais tivesse de The no mainstream, mas ao menos mostraram que a Alemanha também estava no mapa do Rock na época.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quick - Jagger na Casa Branca


Só para constar: O vovô Jagger tocou ontem na Casa Branca. O show foi no mesmo molde que o show do McCartney. Vai virar tradição o presidente Obama fazer shows com artistas lendários? Interessante...