terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Quick - Cartoon + Rock =...

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Resultado bizarro hein?

Aconteceu - Guitarrista Gary Moore morre aos 58 anos

Leia também: AMR - 90's Jukebox 8

O renomado guitarrista norte-irlandês Gary Moore, 58 anos, morreu neste domingo (6) durante o sono na Espanha, onde passava férias


Moore fez parte do grupo Thin Lizzy, ganhou notoriedade por ter feito parte da formação original do grupo irlandês Skid Row (que não é a banda americana de Sebastian Bach) e, posteriormente, por sua carreira solo.

Na adolescência, segundo relata o site HotPress, entre o fim das décadas de 1960 - início de 1970, ele se mudou para a capital Dublin para ser um dos quatro membros da formação original do Skid Row - junto com Brush Shiels (baixo), Nollaig Bridgeman (bateria), Philip Lynott (vocal) e ele como guitarrista. Foi posto de lado pelos membros que queriam fazer da banda um trio, estilo Taste, de Rory Gallagher, e Jimi Hendrix Experience.

Na década de 1970, se juntou ao Thin Lizzy, substituindo o também guitarrista Eric Bell. Mas sua relação com o líder do Lizzy, vocalista e compositor Philip Lynott era extremamente competitiva. Havia muitos conflitos entre eles, e apesar disso foram trabalhando até que lançaram do hit Parisienne Walkways (1979) e, depois, o single, Out In The Fields (1985), que estreou em quinto lugar nas paradas britânicas.

Enquanto fez parte da banda de Jon Hiseman, Colosseum II, a maior parte de sua carreita Gary Moore liderou sua própria banda, fazendo músicas estilo hard rock, metal, influências de jazz em uma fusão com blues.

O primeiro álbum de Moore Band, intitulado Grinding Stone, é datado de 1973. Nos últimos anos, voltou às raizes com o primeiro lançamento de Still Got The Blues em 1991 e, posteriormente, Back To The Blues, em 2001. Ao todo, ele tem 20 álbuns de estúdio, e também seis ao vivo, incluindo o DVD em Montreaux.

Fonte: Terra

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Uma grande perda para o hall de guitar heroes. O mundo da música vai sentir falta de seus acordes. Descanse em paz, Gary.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

AMR - 90's Jukebox 9

Artista: Stevie B
País de Origem: Estados Unidos da América
Estilo: R&B, Pop
Hits: "Love & Emotion", "Because I Love You (The Postman Song)", "I'll Be By Your Side"
Hit da Jukebox: "Because I Love You (The Postman Song)" (1990, #1US - #6UK)


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Cantor negro de R&B, Steven Bernard Hill nasceu na Flórida e ingressou no mundo da música nos anos 80. Conseguindo um modesto sucesso nas paradas com singles dos seus dois primeiros álbuns, Party Your Body e In My Eyes, em um estilo mais Dance, Stevie B foi ficando mais conhecido e ganhando o apelido de Rei do Freestyle, um estilo que seria uma espécie de Hip-Hop com pitadas de Latino. Mas o verdadeiro sucesso veio um pouco depois disso.

Quando eu conheci o seu single de maior sucesso, foi como a maioria das pessoas por aí acabam conhecendo uma canção mais antiga: em formato remix. E de fato o pessoal mais atual na área da música realmente gosta o suficiente desta canção para tentar da ruma repaginada nela (o que, na minha opinião, foi em vão - quando ouvi a versão original pela primeira vez, qualquer resquício de outras versões deixaram de existir).


Não me lembro exatamente qual era o remix, mas de qualquer maneira eles todos nos remetem ao mesmo tipo de sensação: música de balada. Poderia ser a versão do grupo de Eurodance Groove Coverage em 2007 ou a cover feita pelo DJ Mark 'Oh (Marko Albrecht) em 2002, ambas não direcionavam o ouvinte ao ponto do qual Stevie B conseguiu com sua versão. Uma melodia bonita e cativante tocada ao piano enquanto a voz triste e lamuriosa de Stevie B sai ressoando acaba desenvolvendo uma clima comovente (e de cumplicidade) com o a situação amorosa. Uma peça do romantismo que o tempo dificilmente apagará.

Uma peculiaridade nesta canção é a equalização vocal escolhida, filtrando a voz de Stevie B de uma maneira peculiar e curiosa. Combinando com a proposta de uma canção de amor ou não, o resultado final não foi alterado - a emoção na voz é perfeitamente sentida

Stevie conseguiu o topo das paradas e acabou não indo mais longe que isso. Talvez fosse o caso dele ter alcançado seu Magnum Opus e após isso ter tido algum bloqueio que o impedisse de ir mais longe - Mark Hollies, frontman da extinta banda Talk Talk fez sua banda lançar seus últimos álbuns como sendo peças artísticas, sem apelo comercial e após o fim da banda, lançou um álbum solo para depois se aposentar, aparentemente por achar que já tinha feito seu trabalho como músico se extender até o fim. Talvez tudo seja questão de timing, saber parar na hora certa - e o resultado, normalmente, acaba sendo uma contribuição curta, porém proveitosa, para o mundo da música.

Stevie B se tornou mais um One Hit Wonder. Mas com esta canção ele deu uma ênfase à palavra "Wonder".

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Quick - Capas Exóticas 3

A capa exótica que situa-se logo abaixo vem de um artista de grande fama e renome. Sim, as grandes estrelas também conseguem produzir projetos gráficos estranhos nas capas de seus álbuns. E a bola da vez é ele, aquele que uma vez foi conhecido como Prince para depois ser conhecido como um símbolo sem nexo para depois voltar a ser Prince!

Nome do álbum: Lovesexy
Ano de lançamento: 1988
Estilo: Pop, Funk, Rock


Eu entendo que na maioria dos casos de artistas do Pop uma certa polêmica, uma coisa bem diferente tem que ser feita para atrair as atenções tal como um show de horrores. Mas neste caso o Prince foi realmente longe: literalmente um show de horrores. Vendo essa capa, poderíamos imaginar como seriam as coisas no Paraíso se uma lagartixa antropomórfica tomasse o lugar de Adão. Ao menos seria interessante ver como ficaria a interpretação de "Kiss"...

Fora que Prince tá mais pra interpretar vilão clássico da Disney. Ele tá a cara do Jafar, do filme Aladdin:


Afinal, a origem daquele símbolo só pode ter sido egípcia - das profundezas de uma pirâmide bem obscura e esquecida...