terça-feira, 26 de outubro de 2010

Quick - Cartões Motivacionais 17 (Justin Timberlake 5)

AMR - We No Speak Americano (Yolanda Be Cool &r DCUP)

Análise: Single saído da pareceria entre o duo Yolanda Be Cool e o produtor DCUO. Lançado em Fevereiro, alcançou #36US e #1UK.


Nóis num fala ingreis, tá ligado?

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Como seria se o Lula parasse de tentar ganhar mais uma eleição (ou vocês acham que quem iria governar mesmo é a Dilma?) e atacasse de DJ? Não, não teria nada a ver como o single "We No Speak Americano". Eu só queria espaço pra mais uma piada com uma das maiores piadas que o Brasil já inventou...

Primeiramente, este single - assim como a grande maioria dos singles atuais que fazem sucesso - tem como base uma outra canção. Sim, um sample. Mas desta vez foram longe demais... mais especificamente 1956. "Tu Vuò Fà L'americano" do músico italiano Renato Carosone serviu de esqueleto para que o duo australiano Yolanda Be Cool e o produtor Duncan MacLennan (DCUP) fizessem seu hit internacional.


De tempos em tempos ouvimos uma canção mais ou menos neste estilo estourar por aí. Que não se lembra de Benny Benassi e seu hit "Satisfaction" ou do Disco Kings com sua versão House para "Born to Be Alive" do cantor francês Patrick Hernandez (que aliás, teve uma versão remix feita justamente por Benny Benassi)?

Em resumo, são hits fáceis (de fazer no estúdio e de fazer a cabeça do pessoal que adora uma balada com muita bebida e talvez a tal da "balinha"). Onde foi parar Benny Benassi, Disco Kings, Fatboy Slim (que parece o Jason, de tanto que ressuscita), Michael Gray, o DJ Spiller e vários outros que gostam de pegar músicas já existentes e jogar uma camada de sons eletrônicos por cima? Eles são uma espécie de McDonalds do mundo da música. Fornecem um produtos de consumo rápido, e assim como qualquer coisa no mundo, tudo pode acabar enjoado (principalmente música eletrônica) e fatalmente sendo substituído pela próxima atração. O negócio é aproveitar o máximo o momento de alta para faturar.


No final das contas, pegar uma música antiga e legalzinha e jogar efeitos de Música Eletrônica legais pode dar bons resultados - o que foi o caso aqui. "We No Speak Americano" logicamente vai cair no esquecimentos tão rápido quando surgiu, mas está servindo para distrair o pessoal por uns 15 minutos.

Obs: O vídeo-clipe mais parece um episódio rejeitado daquela série dos Três Patetas...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Quick - Silent Gaga

Silent Hill + Lady Gaga?

=



Hauhauahuah!!

Sebo - Política 2

Geralmente esperando que saia da boca de gente como Marcelo Madureira, do Casseta & Planeta, apenas coisas sem importância ou apenas engraçadas. Mas é de onde menos se espera...


Que tal de, em vez de votar em "humoristas" como o Tiririca - que assumidamente não sabe o que se faz no seu atual cargo e ocultamente não sabe sequer ler e escrever - não votar em humoristas como Marcelo Madureira?

Ele não aumenta e não inventa.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

AMR - 80's Jukebox 7

Artista: Marty Balin (30/01/1942)
País de Origem: Estados Unidos da América
Estilo: Rock Psicodélico, Folk Rock
Hits: "Hearts", "Atlanta Lady", "What Love Is"
Hit da Jukebox: "Hearts" (1986, #8US)


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Quem não se lembra da banda Jefferson Airplane? Bem, acredito que aqui o caso não seja o de lembrar, mas sim o de conhecer - afinal, esta fase da banda tinha clássicos como "Somebody to Love" e "White Rabbit" que são desconhecidos da maioria do público. Apesar de serem pioneiros no Rock Psicodélico, não tiveram exatamente um grande destaque na cena do Rock mundial.

Nas duas canções citadas, os vocais ficavam por conta de Grace Slick (que deixou a música pra se dedicar mais a pintura). Porém a banda tinha outro vocalista chamado Marty Balin - que também tocava percussão, guitarra e, uma vez ou outra, baixo. Balin participou da banda desde sua criação em 1966 até o ano de 1971. Martin participou de alguns álbuns da Jefferson Starship (uma espécie de "spin-off" da Airplane), com várias idas e voltas pra o mesmo.


Balin, como qualquer membro de banda de Rock que sai de uma banda e não entra em outra de imediato, lançou sua carreira solo. O resultado é que o material feito por Balin preenche bem a demanda exigida por rádios FM dedicadas ao mundo das canções Easy. E seu maior (e talvez único realmente conhecido) é o single "Hearts".

Canção escrita pelo músico Jesse Barish e produzida por um tal de John Hug (que chegou a participar da trilha-sonora do filme Os Caça-Fantasmas), "Hearts" tem uma boa performance vocal de Balin, onde pode-se perceber melhor sua voz - na Airplane/Starship isso não era tão claro, principalmente nos casos onde ele tinha que dividir os vocais com Slick. Fora que a canção tem uma estrutura incomum: é uma espécie de refrão (ou ponte, ou verso) que se repete insistentemente. Isso pode parecer massante e chato na teoria, mas neste caso não compromente - pelo contrário, soa muito interessante.


No final das contas, após uma série de álbuns lançados e seus diversos retornos ao Starship mostram que a sua carreira solo não engrenou. Mas ao menos "Hearts" foi uma bela maneira dele mostrar o que tinha a dizer fora de sua antiga banda. Easy Rock Rocks!