sexta-feira, 4 de junho de 2010
Quick - Cartões Motivacionais 1
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quinta-feira, 3 de junho de 2010
AMR - Can't Be Tamed (Miley Cyrus)
Leia também: AMR - Breakout (Miley Cyrus) e AMR - Party In The USA (Miley Cyrus)
O Billy Ray Cyrus bem que tentou...
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Miley Cyrus continua na sua jornada para tentar se desvencilhar de Hannah Montana. Afinal, temos que concordar que se fosse pra ela basear sua carreira apenas na personagem que a consagrou, ela não iria mesmo muito longe. Então é hora de mostrar que é capaz de ser algo mais que uma garota que fica mudando de peruca!
"Cant' Be Tamed", para variar, é mais um exemplar de Electropop - com pitadas de Synthpop. O clima desolado no qual a canção foi construída condiz com a letra: "não posso ser domesticada". É Miley atirando para os lados de maneira a afastar qualquer vestígio de perucas e seriados da Disney. E é realmente notável um single tão obscuro ser o carro-chefe de um novo projeto de uma artista como Miley.
Agora, com tantas vertentes Pop correndo nas veias de Cyrus e de seus projetos (incluindo este em questão), é de se estranhar a seguinte notícia:
"Miley Cyrus dispara: 'Não escuto música Pop'"
Bem, ou ela não presta atenção no que ela mesma toca, o esqueceram de especificar na notícia se isso é opinião da Miley Cyrus ou da Hannah Montana...
Cyrus tem uma voz distinta, positivamente falando. Não é uma distinção como a de Britney Spears, por exemplo. Não desagrada com maneirismos vocais, indo direto ao ponto. Em resumo: Miley tem vocais acima da média.
Vamos ver o que mais ela prepara para o público. Apesar de supostamente não gostar de Pop, gosto muito do seu exemplar Pop maior, "Start All Over". Fora o fastígio de "The Climb", que mostra que se ela não gosta, os produtores dela adoram música Pop.
Em tempo:
Espero que as citações a respeito de Miley e Britney não vão além das referências nesta resenha. Porém, certas coisas vistas por aí não me animam muito...
Que Miley não vire uma boneca de plástico, se é que me entendem...
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
Aconteceu - Boletim Musical (02/06/2010)
"50 Cent emagrece cerca de 25kg para estrelar filme"
Hum, agora ele deve estar valendo no máximo uns 25 Cents...
Como ninguém realmente se importa com as outras componentes, bem que a Nicole poderia contratar umas dançarinas do Programa do Faustão para preencher a lacuna, não vai fazer diferença mesmo.
"Com muita dança e pouco canto, Chris Brown agita Porto Alegre"
Eles queriam o quê? Chris Brown cantando??
Comentário duas maduras e inteligentes fãs brasileiras no dia do show: "Nós gostamos dele [Brown] porque ele bateu na Rihanna".
Depois que mulher assim apanha de homem, quer reclamar...
terça-feira, 1 de junho de 2010
AMR - 60's Jukebox 3
Artista: The Turtles (1965 - 1970 | 1983 - presente)
País de Origem: Estados Unidos da América
Estilo: Rock, Rock Psicodélico, Pop Rock, Folk Rock
Hit da Jukebox: "Happy Together" (1967, #1US - #12UK)
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Talvez o maior mérito - e o maior motivo para esta banda ter sido tão conhecida em sua época - da banda The Turtles foi ter tirado do topo das paradas norte-americanas os Beatles com sua "Penny Lane", em 1967. E pra quem comparar as duas, vai ter certeza de que foi merecido. Além de "Penny Lane" não ser lá o melhor dos Beatles, "Happy Together" é uma canção bem agradável.
Pra tirar uma com a cara dos ingleses, dá até pra dizer que este "golpe" nos lembra a Guerra da Independência dos Estados Unidos: os ingleses (The Bealtes) fora de seu território, dominando outro território (os Estados Unidos) e acaba levando uma surra (ser retirado do topo das paradas) dos fazendeiros, ripongadas daquele território (The Turtles).
A banda no backstage...
Sobre a canção: uma canção alegre e otimista que fala sobre o amor com entusiasmo. Começa bem timída, simples até chegar em seus momentos majestosos. Que via aquela "trupe de tartarugas" não imaginaria uma canção tão interessante "secretada" deles.
A banda teve uma ajudinha do produtor Joe Wissert, que trabalhou com artistas como Earth Wind & Fire e Boz Scaggs (dá excelente "Lowdown"). Ele já foi até mesmo dançarino do extinto programa "American Bandstand - o cara realmente estava no ramo errado.
The Turtles são, juntamente com bandas como The Monkees e o The Grass Roots, ao mesmo tempo uma resposta aos Beatles e a tentativa dos Estados Unidos te trazer de volta para seus domínios algo que eles supostamente criaram, o Rock. O que dá pra dizer é que não importa quem conseguiu êxito nesta campanha: a música ganhou muito com a revelação de certos artistas neste ínterim.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
AMR - Young Blood (Norah Jones)
À pedidos da minha amiga Kauana, resenhei esta canção da Norah Jones. Sugestões de músicas, é só mandar nos comentários!
Análise: Segundo single do álbum The Fall, da Norah Jones. Lançado agora em Fevereiro de 2010, alcançou #33 no Japan Hot 100.
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A origem de Norah Jones é um tanto interessante: ela filha do lendário músico indiano Ravi Shankar com a promotora de shows e dançarina Sue Jones. Shankar, mestre em seu instrumento, o sitar, foi um grande amigo do ex-guitarrista dos Beatles, George Harisson. Fora que ele também já ganhou três Grammys. Agora, voltando a Norah...
Ela tem uma mistura de estilos em seu som (Jazz, Blues, Soul) que nos remete a um estilo criado no Brasil: a Bossa Nova. Melhor dizendo, algo que seria uma adaptação da Bossa Nova - ou seja, tipo uma Neo Bossa Nova. Um exemplo é a excelente "Don't Know Why". Ela "pegou" algo chato de colocou uma roupagem de certo interesse.
Agora, analisando seu novo projeto, The Fall, vemos que ela está trilhando um caminho mais Pop, um pouquinho mais diversificado - apesar de que este seja o possível motivo para este ser, até o momento, seu projeto de menor vendagem/repercussão. E podemos ver isso com os dois primeiros singles do álbum: "Chasing Pirates" (cujo o vídeo-clipe lembra muito a sequencia inicial do filme O Significado da Vida, do grupo de humor inglês Monty Phyton) e o projeto em questão, "Young Blood".
Comparando com a clássica "Don't Know Why", temos ligeira mudança para o Pop, algo mais distinto, mais bem construído. Porém, ainda sim paira um clima minimalista - tanto na canção em si quanto em seus vocais - o que de fato é uma característica do seu trabalho. Não dá pra notar qualquer influência da música de seu pai em seus projetos, até porque seria estranho demais incluir o estilo musical indiano entre o jazz e o blues.
Dá pra perceber também a omissão de suas habilidades com o piano, já que a canção é sustentada basicamente em uma guitarra e uns outros efeitos possivelmente vindos da mesma. Apesar de ser uma ótima pianista, nem sempre uma canção construída sobre ele consegue passar a mensagem desejada. Logo Norah resolveu dar ênfase aos vocais e a outros meios - e não errou, afinal.
Norah Jones nunca tentou ser uma artista do Teen Pop e nem tem jeito para tal. O que definitivamente deve ser encarado com algo maravilhoso. Apesar de a maioria das vezes não ter um grande destaque, ela segue fazendo música de qualidade sem precisar falar coisas obscenas ou usar roupas coladas. Uma ascensão na escala Pop ela nunca vai ter, mas pelo menos vai poder continuar sua carreira sem ter que beijar a Madonna na boca.
Extra: Norah Jones pode ser considerada também uma heroína! Afinal, além dela ter que aturar um Keith Richards embriagado a abraçando enquanto tentava cantar e tocar, ela ainda teve a ingrata tarefa de salvar o clássico "Love Hurts" do que Richards estava fazendo. Segue o vídeo.
I know, It's only rock and roll! But I like it...
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