Desde que começou sua nova turnê, fãs e críticos da cantora Whitney Houston não estão felizes com que estão ouvindo. As queixas são tão grandes que fãs já chegaram a sair no meio da apresentação e a pedirem reembolso do ingresso. Outros apenas reclamaram da voz desafinada e cansada.
Apesar das críticas, Whitney se recusa a crer que está tão mal. "Whitney está com a saúde ótima e está se divertindo muito com a turnê e com seus fãs", disse um agente da cantora em comunicado.
Para colocar mais fogo na história, o promotor de seus concertos na Austrália, Andrew McManus, disse que tem orgulho de estar ligado a "um talento tão incrível" e que quem quiser ouvir a Whitney Houston de 20 anos atrás deveria comprar um CD.
Artista: Crash Test Dummies (1989 - presente) País de Origem: Canadá Estilo: Rock, Folk Hits: "Superman's Song", "The Ballad of Peter Pumpkinhead", "Mmm Mmm Mmm Mmm" Hit da Jukebox: "Mmm Mmm Mmm Mmm" (1993, #4US - #2UK)
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O Crash Test Dummies, assim como o Blind Melon, o Dexys Midnight Runners e o Chumbawamba, representam a classe de bandas de nomes escrotos do mundo. A criatividade ou a Mary Jane (sacaram, hein?) estavam em alta quando Brad Roberts - vocalista, compositor, produtor e guitarrista - e companhia resolveram nomear sua banda com o nome daqueles bonecos usados para testes de air-bags, batidas de carros, etc.
O grupo teve popularidade média nos anos 90 com algumas canções - e alguma coisa na trilha sonora do filme Debi & Lóide, sucesso de bilheteria na época e um dos três filmes que alavancaram de vez a carreira de Jim Carey. Acho que este tipo de coisa pode meio que alavancar um artista lá fora (sendo que aqui, para um artista qualquer ser alavancado, basta ter uma canção em trilha de novela da Globo! Bizarro...).
A banda se concentrando antes do show
Mas o ponto máximo, o magnum opus da banda foi a canção "Mmm Mmm Mmm Mmm". Podemos ver que um dos pontos altos da banda é fazer intitulações idiotas e excessivamente criativas. Mas pelo menos a parte criativa, musicalmente falando, gerou bons frutos.
A parte instrumental é bem trabalhada, com um belo piano de apoio, tímido, porém eficiente. O violão não faltaria numa banda naturalmente saída do folk. E a voz de Brad Roberts é soturna e gutural, lembrando bastante Nick Cave - e os Bad Seeds, também ex-membro da banda Birthday Party. Algo diferente e bem interessante.
A letra fala sobre desolação envolvendo histórias de três crianças. E estas sendo cantadas por Roberts dá realmente um clima melancólico.
Infelizmente, e até injustamente eu diria, essa música entrou em várias listas de piores músicas e etc. Uma injustiça. A impressão é que o critério das listas vai de acordo com o nome da banda ou da música em questão - se for este mesmo o critério, não deixam de estar certos. Mas a canção é boa e merecia mais reconhecimento. Se fosse realmente o que diziam os críticos da época, a canção acabaria se chamando "Zzz Zzz Zzz Zzz".
Análise: Single lançado agora em Janeiro, em prol das vítimas do desastre ocorrido no Haiti no começo deste ano. Chegando a #3US, é uma regravação do clássico de Leonard Cohen.
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"Hallelujah" é uma música muito melancólica que coincide em emocional com a triste situação do Haiti. Neste sentido, foi a melhor música escolhida para este projeto até então (considerando os mais famosos como "We Are The World 25" e "Everybody Hurts"). Leonard Cohen criou um clássico resistente ao tempo, coisa muito difícil de perpetuar.
Nesta versão temos as atuações Matt Morris, Charlie Sexton e Justin Timberlake. Matt é um músico e compositor filho do artista country Gary Morris. Charlie Sexton é um guitarrista e compositor famoso por acompanhar Bob Dylan em certos momentos de sua carreira. E Timberlake dispensa apresentações.
Vemos que Justin sabe martelar um piano com certo domínio. Oh, surpreendente? Bem, sua voz não teve o poder de minar o projeto, pois a força da canção é tão grande que precisaria mais do que uma voz de algum tipo de animal desmamado para fazê-lo. Mas o fato aqui é que Timberlake tem uma atuação na medida, o que assusta e impressiona. Afinal, ele não usa notas altas neste projeto, o que garante que ele não pague o clássico mico de desafinar e/ou se utilizar de maneirismos vocais bizarros, coisa que aliás, nem deve ser maneirismo ("Gone, Gone"). Ou seja, o fato dele cantar como se estivesse rezando ajuda e muito.
Apesar da pequena pedra no caminho, se tornou uma versão muito bonita. Claro, não tão bonita quanto a interpretação de Kate Voegele apenas no violão. Aquilo sim é cantar com emoção. Morris e Sexton são muito competentes e ajudam o projeto no quesito emocional.
Estranho, muito estranho, mas Timberlake teve uma atuação boa. O perigo é que graças a isso possa voltar a chover aqui no Brasil. Isso se o que já choveu não foi culpa dele mesmo...
Análise: Segundo single do álbum One Love de David Guetta com participação de Akon. Lançado em Julho de 2009, alcançou #5US e #1UK.
A Chick (ou a Bitch, no caso da versão não-censurada) é o Guetta ou o Akon? Que dúvida...
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Vejamos... um trabalho juntando duas revelações da música da década que passou. Um DJ francês recém aparecido (promissor?) e um rapper senegalense que se mete a tentar cantar (realmente, alguém acharia isso promissor?). Coloque como cobertura uma produção moderna com o que tem de melhor - ou pior - na dance music e polvilhe com auto-tune. Até que o bolo aqui não saiu tão ruim...
Primeiramente, David Guetta tem sido bastante elogiado por aí em suas habilidades na produção e no ofício de DJ - claro que, considerando hoje em dia, quando um DJ se limita a pôr um disco seu na pick-up e ficar olhando a multidão, qualquer mané por aí pode ser DJ, mas enfim. E frânces. Pena que ninguém se lembra de coisas como Desireless...
Akon, o rapper que apareceu - para variar - fazendo cagada estragando um clássico (no caso, "Mr. Lonely" de Bobby Vinton, onde foi colocada uma ridícula voz fina pra cantar o refrão, aff), agora acha que é cantor só porque quer e porque tem em seu lado uma ferramenta chamada auto-tune. Triste isso.
Esta "sexy chick" tinha apenas 15 anos... Fail!
"Sexy Chick" não tem nada demais enquanto canção para tocar nas pistas. Tem tudo o que uma música do tipo precisa ter na medida certa. O que surpreende aqui é que a voz do Akon está estranhamente afinada. Tanto que em frações de milésimos de segundos nem parece ser ele o intérprete das linhas. O auto-tune às vezes faz coisas legais, pois fazer o Akon não soar como Akon com certeza foi vantagem pro rapper aspirante a cantor. Sobre a parte vocal do Guetta, só tapa-buraco mesmo, nada demais.
Ah, claro! Como toda a canção dance que existe, enjoa rápido e não demora muito pra cair no esquecimento. Dificilmente você vai se recordar deste tipo de canção daqui um tempinho. Vida curta, muito curta.