quinta-feira, 19 de novembro de 2009

AMR - Video Phone (Beyoncé e Lady GaGa)


Video Phone é o 8° single do álbum I Am…..Xuxa Fierce, de Bundoncé. A canção traz de volta um pouco da sensação de Diva; uma canção meio esquisita, que te dá a impressão de estar no meio de muito ácido…se é que vocês me entendem. A letra não traz nada de novo – aquela velha história do jogo de sedução numa “buatshy” – mas o destino da faixa era a balada mesmo, então tudo bem. Ok, chega de encher linguiça – vamos falar do que eu realmente queria – o clipe.

O clipe dessa música é uma das coisas mais toscas que eu já vi na minha vida; e olha que eu já fui viciada em rap, música japonesa, música country e Mariah Carey. Pra começar, o clipe é muito pobre : daria uma voadora em cada um que concordou com a ideia de usar arminhas d’água num clipe de uma suposta “Diva”. O vídeo como um todo não inova em nada e não diverte. Ambientação batida (fundo branco) e tema mais ainda. E o que falar desses homens-taradões-câmeras-robôs? Parece um infeliz retorno de Beyoncé aos tempos de Dangerously In Love. Agora – se fosse só ela, tudo bem, mas não – minha amada Lady GaGa fez questão de se juntar à festa do caqui.

O 11° mandamento deveria ser promulgado por ocasião dessa catástrofe : não farás um videoclipe sensual junto de Beyoncé. Nunca, jamais. Ninguém nem vai te ver. Meus queridos : GaGa parece uma aidética ao lado de Bey. A única protuberância em seu corpo é seu nariz – e isso não é legal. Parece uma daquelas propagandas da Polishop, com o antes e o depois. Knowles é o depois, claro : depois de muito Sol, macarrão e Brooklyn. GaGa tem sua sensualidade, e ela faz questão de mostrar isso com bastante frequência; mas com seu próprio estilo. Uma vez que Stefani Germanotta digivolveu para Lady GaGa, não há como voltar atrás. Nenhuma roupa “normal” trará o mesmo fascínio que seus “gaguismos”.

Por fim, há ainda quem diga que o penteado com franja que Bey usa em uma parte do clipe é uma homenagem à Bettie Page, modelo de pin-ups dos anos 50. Consultamos Bettie e esta foi a sua declaração :


- Me erra, Beyonça!


Bom, agora nos resta avaliar o contra-ataque de GaGa : a canção Telephone.


Que Deus nos proteja…

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

AMR - Empire State of Mind (Jay-Z e Alicia Keys)



Análise: Primeiro single do álbum Blueprint 3, de Jay-Z. Com participação de Alicia Keys, alcançou #1US.



Blueprint ou Toillet Paper?

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"Empire State of Mind" marca a carreira do Jay-Z como o primeiro single de sua carreira a ir pro primeiro lugar das paradas como artista principal. E considerando que ele já é um quarentão, podemos esperar mais um primeiro lugar em seu nome lá por 2049... De qualquer maneira, isso mostra que pode acontecer de você voltar de uma (breve) aposentadoria tendo alguma coisa a dizer, produzir, reclamar ou, como preferem os rappers mais novos e, pode-se fazer qualquer rap apenas para colocar mulheres gostosas dançando em um fundo branco.

Jay-Z sempre foi dos rappers um dos menos piores. Digo isso baseado em suas participações em projetos de outros artistas, claro. Pois esta é a maior e mais efetiva maneira deles disseminarem seu trabalho, seu rap. E nada mais fácil para um rapper do que usar um artista famoso e/ou talentoso como "recipiente". Algo extremamente raro é ver um rapper segurar uma canção sozinho, sem parecer chato e pedante - os artistas que cantam de verdade estão ali para tornar a coisa comercial de verdade. Ou você já conseguiu ouvir algum projeto do Shaggy sem participações até o final?


"Empire State of Mind" tem uma produção diferenciada, com uma distinção que dificilmente se vê nos trabalhos dos rappers da última década. Mas mesmo com uma produção boa, repito: dificilmente les conseguem segurar uma canção sozinhos, sempre tendo que recorrer a um recurso. Jay-Z então usou uma "chave", Alicia "Keys". Além de uma ótima cantora e pianista, é também um colírio!

Os vocais dela estão no limite de sua capacidade - quando na verdade o projeto nem exige tanto. Keys é uma boa intérprete, mas não tem realmente lá uma grande força vocal, o que pode ser compensado por suas habilidades no piano. Aliás, Alicia lançou a parte dois desta canção no seu álbum, The Element of Freedom, sendo uma versão mais "tranquila", em um clima mais pacífico e sem rap.


Em resumo, Jay-Z e Alicia fecharam o ano com uma canção "legalzinha", mas foi só isso - sem dúvida legal o suficiente para ainda ser tocada pelas ruas durante muito tempo. E talvez este sucesso afaste mais ainda Jay-Z de sua "re-aposentadoria". Vantagem ou desvantagem? Só o tempo passando pra sabermos.

Talvez esteja mais do que na hora de um "Blue Print: The Final Curtain".

Detalhe de última hora: Contém samples da canção “Love on a Two-Way Street” do grupo The Moments, de 1968 (#3 US). Chatíssima por sinal! Mas, se Jay-Z tem algum mérito, foi torná-la uns 15% interessante…

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Quick - Give It Up To Me (Shakira)




Não há como não pensar que isso foi feito em menos de 20 minutos.

domingo, 15 de novembro de 2009

AMR - 70’s Jukebox 2

Artista: Neil Sedaka (13/03/1939)
País de Origem: Estados Unidos da América
Estilo: Pop
Hits: "Oh! Carol", "Calendar Girl", "Breaking Up is Hard to Do", "Laughter in The Rain", "Bad Blood"
Hit da Jukebox: "Laughter in The Rain" (1975, #1US)



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Vamos fazer um brevíssimo resumo a respeito dele...

Nascido no Brooklyn, em 1939, Neil Sedaka é um notório compositor, pianista e cantor. Demonstrando uma pré-disposição musical acima da média na época da escola, foi indicado por uma professora a tomar aulas de piano e, futuramente, conseguiu uma vaga na conceituada Juilliard School of Music. 


Quando tinha 13 anos, conheceu o compositor Howard Greenfield (na época com 16 anos). Ambos fizeram parte de um grupo de legendários compositores que trabalharam no Brill Building, um prédio famoso por sua história musical, com escritórios e estúdios musicais onde vários artistas famosos já trabalharam.




A partir daí, Neil tornou-se um artista Pop, compondo também para outros artistas. Com mais de 50 anos de carreira, já produziu mais de 50 álbuns e vários singles de sucesso. O primeiro single a recebeu destaque vem de 1958 e chama-se "The Diary". Não muito depois, no ano seguinte, um de seus trabalhos mais conhecidos: "Oh! Carol". Nos anos 60, Neil teve trabalhos como "Calendar Girl", "Little Devil" e "Happy Birthday Sweet Sixteen" em destaque. Mas o que mais cativou o público da época foi a grande "Breaking Up Is Hard to Do".

Depois de um bom tempo, Neil voltou com força nos anos 70 com duas canções: "Laughter in the Rain" e "Bad Blood" (com participação não-creditada de Elton John). "Laughter in the Rain" é uma canção bastante otimista, com um toque de piano bem trabalhado, marca registrada de Sedaka. Clima alegre, letra bonita falando sobre amor e a voz suave de Sedaka. É citada por ele como uma de suas composições favoritas. A canção foi escrita pelo Sekada e por Phil Cody (?).

Quick - Rihanna Oops…

Err..


Cagaram no cabelo da Rihanna!