terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

AMR - Raise Your Glass (P!nk)

Análise: Single tirado da coletânea Greatest Hits... So Far!!!, da P!nk. Lançado agora em Outubro, alcançou #1US e #1UK.


Cheio da cachaça, de preferência!

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E a P!nk conseguiu mais uma vez. A cantora alcançou o primeiro lugar nas paradas com seu novo single, "Raise Your Glass", que foi retirado de sua nova coletânea, chamada Greatest Hits... So Far!!!. E com isso tirou Rihanna com sua "Only Girl (In The World)" do topo. Ela deve ser a cantora com raízes Punk e Rock mais popular dos últimos anos - Joan Jett era legal, mas não conseguia tal aprovação (claro que temos que considerar os públicos das épocas, mas enfim).


E o novo single "Raise Your Glass" foi escrito para as pessoas que acabam não fazendo parte daquele grupinho popular, os excluídos. Aliás, Alecia Moore (o nome da P!nk, pô!) provavelmente já cansou de se sentir assim na vida - mas com certeza não deve ter se deixado levar, assim como qualquer livro de auto-ajuda por aí deve aconselhar. Mas voltando para a música... este single conta, mais uma vez, com vocais muito bem executados da P!nk. Ela é, sem dúvida, uma das melhores vocalistas da atualidade, juntamente com Beyoncé (e em breve poderemos citar a Rihanna, se as coisas continuarem como estão indo). Um de seus diferenciais é que seus vocais se encaixam muito bem tanto com o R&B quanto com o Rock (Punk). Afinal, não é qualquer cantora por aí que consegue fazer uma cover consistente e bacana de "Bohemian Rhapsody", do Queen sem ser vaiada ou ser morta.


Porém, a canção acaba não sendo tão atrativa quanto poderia ser, em minha opinião. Torna-se um Pop mais comum, diferente de canções como a divertida "Stupid Girls", "U + Ur Hand" ou "Funhouse". De uma certa maneira, dá pra sentir a produção musical mais contida, como se toda a energia para algo mais tivesse sido gasta no álbum anterior - ou talvez pra economizar para o futuro, vai saber. O fato curioso é que o refrão da canção se assemelha um pouco com o da canção "Teenage Dream" da Katy Perry (Perry tirou P!nk do topo com seu single "Firework", aliás).

A P!nk continua sendo diferente e atrativa. Em seus mais de 10 anos de estrada, ela conseguiu produzir canções autorais e divertidas. "Raise Your Glass" não chegou muito perto disso, mas ainda temos que esperar o que virá do seu próximo álbum. Claro, isso depois que ela terminar de curtir sua filha que está por vir...

Quick - Capas Exóticas 4

Desta vez eu resolvi escolhar algo que além de deveras exótico, é também bizarro. Algo assim só poderia ter saído de uma banda que trata de alguma vertente mais pesada e obscura do Rock. No caso, o Death Metal (mais um dos infindáveis e desprovidos de sentido sub-gêneros do Rock que são apenas um rótulo para indicar barulheira de uma maneira diversificada). Muito regada no chamado Humor Negro, Pungent Stench.

Nome do álbum: Been Caught Buttering
Ano de lançamento: 1991
Estilo: Death Metal


Definitivamente, isso é exótico e bizarro. Se você ouvir canções como "Viva La Muerte" (seria o contra-ponto de "Viva La Vida" do Coldplay?), vai ver que, tirando a porra do canto gutural do vocalista Martin Schirenc (também conhecido como El Cochino), o som não é tão ruim, tão poluído. Mas vamos ao que interessa: a capa.

Eu dificilmente conseguiria pensar em algo mais bizarro do que isso. Dois velhos, provavelmente mortos (pois aparentemente estão em decomposição), dando um beijo apaixonado. Escroto? Pois é... e você aí achando que o Eddie do Iron Maiden era o máximo de imagens chocantes que uma banda de música pesada poderia proporcionar. Isso sim é Death Metal (ênfase no Death)...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Quick - É a Gaga!

Ou Gagatchan mesmo...


"A nova loira do Tchan..."

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Quick - A Capa de Michael na íntegra

Clique para ampliar!

Uma espécie de mistura de Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band com o próprio Dangerous do Michael. Vários aspectos de sua vida são referenciados nesta capa. Muito interessante...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

AMR - Bring the Light (Beady Eye)

Análise: Primeiro single do álbum Different Gear, Still Speeding, da banda Beady Eye. Lançado em Novembro, alcançou #61UK.


Da série "Vivendo Sem a Asa do Irmão por Cima"...

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Eu sempre, sempre vi o Oasis como um grupo concentrado no quesito arrogância e prepotência. A falta de humildade vida dos irmãos Gallagher é gritante e irritante. E nestes casos, não importa se um banda é talentosa (e eu NÃO estou dizendo que de fato é), atitudes babacas como as que fizeram a fama deles acabam por ofuscar qualquer admiração mais profunda do que apenas ouvir e achar legal.

Além de apontarem seus narizes empinados para todos os lados, a própria família Gallagher não consegue se suportar, de tão chatos que são. As intrigas entre os irmãos acabam sendo mais famosas que seus atos musicais. Não dá para esquecer da vez em que Liam (o vocal da banda) chegou atrasado para a gravação do acústico MTV da banda e Noel (guitarra e vocais) acabou assumindo todos os vocais do show - particularmente, digo que foi a atitude "involuntária" mais acertada da vida de Liam, pois seus vocais são simplesmente sofríveis comparados ao do seu irmão.


Enfim, no final das contas o inevitável aconteceu: Noel saiu da banda e o nome Oasis foi enterrado no passado. Agora o ex-guitarrista do Oasis (e verdadeiro talento entre os dois artistas metidos a besta) segue em carreira solo e o irmão mais novo simplesmente muda o nome do projeto musical para o estúpido nome Beady Eye (algo do tipo "olho redondo") - que aliás, Liam jura que foi escolhido com bastante critério... então tá né!

O primeiro single lançado pelo Beady Eye chama-se "Bring The Light", canção de Rock britânico com grande base em piano que lembra bastante Elton John (canções como "The Bitch is Back" e até mesmo "Crocodile Rock"). Tirando o fato que os vocais se Liam continuam tão ruins quanto no começo de sua carreira com o Oasis - e o fato dele querer soar como John Lennon só torna as coisas mais irritantes. O máximo de referência que Liam consegue com relação ao seu ídolo é um esqueleto se rebatendo no caixão...


Dá pra ver que o projeto perdeu um tanto de sua parte mais centrada no Rock em si. Com certeza a falta de Noel vai ser grande, pois pelo visto Liam vai ter que penar muito para poder aprender a andar sozinho. A aceitação nas paradas vinda de seu país não foi muito grande (#61UK), porém foi bem mais sucedida em charts menores como as paradas de Indie e Rock. Ou seja, o som da banda e da voz de Liam não são lá muito comerciais e nem estão perto disso.

No final tivemos duas referências de grandes astros da música e, infelizmente, neste caso não fizeram jus ao passado. Os irmãos Gallagher se acham realmente importantes para o mundo da música, mas tudo o que conseguiram fazer até hoje é ser uma espécie de centro referencial para quem curte a Beatlemania mas não tem muita escolha. Pois eu acredito que é sempre bem melhor você curtir Elton John ou John Lennon...

Obs: Foi só eu que por um acaso enxergou Rubber Soul na capa do single?