domingo, 3 de janeiro de 2010

Lady GaGa defende Adam Lambert de homófobo



Lady GaGa é uma amiga bem leal!

A progenitora de Poker Face aparentemente perdeu a serenidade quando um homófobo a criticou por ser amiga da estrela (declaradamente gay) do American Idol, Adam Lambert.

De acordo com o National Enquirer, GaGa estava festejando com amigos na boate Barrymore's, em Ottawa, após um show quando o homem a confrontou.

O cara aparentemente se aproximou da estrela e gritou, "Eu vi você e Adam Lambert no show do AMA, e o cara é uma puta duma bicha - e eu acho também que você na verdade é um homem!"

GaGa respondeu, "Bem, essa é a sua opinião, não é? E eu não estou fim de perder meu tempo tentando mudá-la."

O Homófobo então censurou, "Bem, você não se importa que ambos irão para o inferno!?"

Insultada, GaGa respondeu, "Não, não enquanto eu não tiver que ver sua cara lá!"

O beberrão então gritou, "Bem, você é uma aberração...e ele também!"

Antes de sair, a cantora disse, "Ok, chega! Me chame de qualquer coisa que quiser, mas quando você começa a insultar os meus amigos, está acabado - é guerra!"

GaGa então jogou uma taça de vinho no rapaz e rumou para a a saída em linha reta.
Fonte : Ladygaga.nu



VUAAAAAAAAAAAASSHHHHHHHH

AMR - Empire State of Mind Part II - Broken Down (Alicia Keys)


Análise: Single do álbum The Element of Freedom de Alicia Keys, lançado agora em Fevereiro. É uma continuação da canção "Empire State of Mind" de Jay-Z, alcançando #55US e #4UK.



Ufa! Neste caso, não tem o "elemento" Jay-Z!

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Questão: Alicia Keys é soul ou R&B? Bem, o fato é que quando ela tentou ser R&B a coisa acabou soando mais com R$B (sacaram?).
Alicia já produziu trabalhos ótimos durante sua carreira. Canções como "Fallin'", "A Woman's Worth", "You Don't Know My Name" e "If I Ain't Got You" demonstram o quanto esta talentosa pianista de voz afável tem a mostrar.
Resposta: Alicia Keys soul e neo-R&B? Vejamos...
Em 2007, ela resolveu lançar "No One", que pessoalmente me decepcionou. A direção musical de Alicia mudou pra uma coisa mais popular, um R&B comercial e sem-graça, como aconteceu com algumas músicas do Lionel Richie antes dele encerrar sua carreira em meados dos anos 80.

Até então poderíamos considerar Alicia uma espécie de hiato musical. Isso até sua mais recente parceria com Jay-Z - que rendeu ao rapper seu primeiro single #1 como artista principal. "
Empire State of Mind" dominou as paradas e encerrou 2009 no topo. Se não era a melhor coisa do mundo, pelo menos de uma certa maneira, ficou com o ano que passou, cedendo lugar para Ke$ha.

O fato é que "Empire State of Mind II - Broken Down" pareceu uma espécie de "passeio no antigo jardim do soul e neo-R&B". A canção é tomada por um certo intimismo que lembra um pouco os velhos tempos de Alicia. O que é musicalmente excelente.

O problema aqui é que a canção não tornou-se comercialmente viável, como, por exemplo, "No One". E parece que, justamente por isso, não se tem previsão de ser lançada como single. E se for lançada, será apenas pela sua conexão com sua parte I.

Teremos Alicia Keys e seu diário de volta?
Canção:


AMR - 99 Times (Kate Voegele)

Análise: Segundo single do álbum A Fine Mess de Kate Voegele. Lançado em Abril de 2009, alcançou #108US e algumas outras posições em charts alternativos.



99? Não! #93 no U.S. Billboard Hot Digital Songs...

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Kate Voegele é provavelmente uma grande desconhecida do grande público. Pelo menos, é claro, aqui no Brasil. Pois bem, Kate é uma artista que funde pop, rock e folk. Tem 23 aninhos e é contratada da Interscope. Hum, algo mais? Toca guitarra, piano e mandolin. E posso dizer mais: fez uma linda e emocionada versão para "Hallelujah" de Leonard Cohen.


Apesar de às vezes ela soar mais como uma cantora gospel, o folk é mais o seu forte. E como podemos ver agora, o pop rock também...

O single "99 Times" é onde Kate larga o folk para dar uma volta apenas no lado pop rock da força. Acho que alguém da gravadora resolveu dar um safanão nela para que ela fosse mais comercial (acho que $abem do que e$tou falando, não é?). E resultado é: para alguns isso pode dar certo, para outros não. E felizmente, no caso de Kate, soou muito divertido.


Essa com certeza poderia ser uma canção rejeitada pela Miley Cyrus. Por que? A canção é pop como Miley, mas não é "adolescentizada" como Miley. Então fica no meio termo. Como outra referência à Miley, podemos dizer que "99 Times" é tipo uma prima mais velha da "Start All Over".

A canção foi escrita pela própria Kate e teve uma produção rebuscada e até cuidadosa no limite do possível. Infelizmente não foi bem sucedida comercialmente. Dentre vários outros trabalhos pop, as pessoas preferiram coisas como as peripércias sexuais triplas da Britney...

Vídeo:


Confira também a versão de Kate Voegele para "Hallelujah" de Leonard Cohen:

AMR - Russian Roulette (Rihanna)

Análise: Primeiro single do álbum Rated R de Rihanna. Lançado agora no mês de Outubro, alcançou #9US e 2#UK.



Então essa era uma das técnicas do Chris Brown? Hum...

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Rihanna, depois de 3 álbuns e 14 singles, finalmente lançou algo impressionante. Provavelmente seu material mais bonito desde "Unfaithful" e mais significante desde "Umbrella". Mesmo que não tenha alcançado o topo das paradas (um #1, para ser mais direto), é um trabalho realmente considerável!

Primeiro é preciso falar sobre a atuação vocal de Rihanna. Sem dúvidas sua melhor interpretação e talvez a primeira vez que um projeto seu não tenha sido, de alguma maneira, comprometido pela sua limitação vocal. Pelo contrário: uma fluência inédita. Vocais profundos, marcantes e emocionantes.
A canção, como diz o título, fala sobre um jogo de roleta russa. E o faz de uma maneira na qual realmente possa se sentir a situação. A letra é de Ne-Yo com a própria Rihanna - que também tomaram conta da produção. Sem dúvida, um dos melhores projetos de Ne-Yo.

No clipe, Rihanna está numa espécie de prisão/sanatório - dentre as cenas - jogando roleta russa com um cara. O clipe é tenso, bem feito e ouvindo a canção, consegue-se sentir a tensão da coisa. Surpreendente!
Vejam: Rihanna conseguiu uma atuação vocal digna de nota!! E o melhor: Chris Brown ainda deve estar tentando vender seu álbum para seus parentes para não ficar no vermelho huahauahua...

Segue o vídeo-clipe:


sábado, 2 de janeiro de 2010

AMR - Party In The USA (Miley Cyrus)

Party In The USA é o 1° single do novo álbum The Time Of Our Lives de Miley Cyrus. E justamente tive vontade de comemorar quando vi do que se tratava.


And a Geyse song was on, and the Geyse song was on...

A letra fala da mudança de Cyrus de Nashville para Los Angeles e como ela por vezes sentia-se fora do lugar com todos os excessos e modismos diferentes de Hollywood - mas quando suas canções preferidas eram tocadas, a sensação era de que estava em casa :

My tummy's turnin' and I'm feelin' kinda home sick
Too much pressure and I'm nervous
That's when the taxi man turned on the radio
and a Jay-Z song was on
and the Jay-Z song was on
and the Jay-Z song was on

Agora, talvez você esteja se perguntando o mesmo que eu : Miley Cyrus escuta Jay-Z? A resposta é : não. Segundo o que a própria cantora declarou numa entrevista, ela mal conhece os trabalhos do rapper. Acontece que a letra não foi escrita por Miley, mas sim por Lukasz Gottwald, Claude Kelly e Jessica Cornish e nem mesmo foi originalmente destinada à cantora - na verdade, foram feitas algumas pequenas alterações em sua estrutura para fazer sentido com a vida de Cyrus. Provavelmente não tivemos doses de adolescentismos na canção justamente por causa de sua não colaboração com a letra - felizmente, pois esta ficou no ponto. Não especificando necessariamente nenhuma faixa etária, a música ganhou um senso de universalismo maior e fez com que as pessoas pudessem se identificar com mais facilidade.

A cantora pode tentar "não esquecer das raízes" o quanto quiser com botas de cowboy, chapéus, carros antigos e festas à la Tennessee, mas a estrutura musical pouco lembra a "origem" country : a canção faz uso de sintetizadores e poderia muito bem ser algo vindo do No Doubt. E falando em origem, há uma coisa aqui que tira um pouco da originalidade da canção : o riff principal é quase idêntico ao de Beast Of Burden dos Rollings Stones, apesar de a equipe de produção ter declarado que o plágio não foi intencional.

Transcendendo os trabalhos um tanto quanto enjoativos de Breakout, a cantora conseguiu com esse single chegar a um novo nível qualitativo. A faixa é um Pop Rock que talvez ainda não faça jus a um #2 na Billboard Hot 100, mas que dá de 100 a zero em todas as canções do CD anterior. Tudo aqui está em seu devido lugar - voz e arranjo instrumental se unem para talhar uma das canções mais divertidas do top 10 americano dos últimos tempos.


Um comentário a parte sobre o videoclipe : não sei se isso foi determinado com antecedência ou não, mas parece que o diretor do vídeo não pegou bem o espírito da coisa : enquanto a letra fala em certos momentos da insegurança de Cyrus em relação à mudança de ambiente, o clipe mostra uma Miley confiante o tempo todo - e que aparentemente nem foi pra LA. A filmagem acontece num antigo Drive-In - bem longe da Califórnia - no qual os pais da cantora tiveram o primeiro encontro.