sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Quick - Bad Romance by Carlos (Paródia)




O começo é engraçado, depois é só meio criança. Mas de qualquer maneira, merece um post!

Salvem os peruanos (?) !!

Quick - “Homenagem” à Beyoncé





Detalhe pro inglês impekvel.


Come Brasil, Beionce!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

AMR - Video Phone (Beyoncé e Lady GaGa)


Video Phone é o 8° single do álbum I Am…..Xuxa Fierce, de Bundoncé. A canção traz de volta um pouco da sensação de Diva; uma canção meio esquisita, que te dá a impressão de estar no meio de muito ácido…se é que vocês me entendem. A letra não traz nada de novo – aquela velha história do jogo de sedução numa “buatshy” – mas o destino da faixa era a balada mesmo, então tudo bem. Ok, chega de encher linguiça – vamos falar do que eu realmente queria – o clipe.

O clipe dessa música é uma das coisas mais toscas que eu já vi na minha vida; e olha que eu já fui viciada em rap, música japonesa, música country e Mariah Carey. Pra começar, o clipe é muito pobre : daria uma voadora em cada um que concordou com a ideia de usar arminhas d’água num clipe de uma suposta “Diva”. O vídeo como um todo não inova em nada e não diverte. Ambientação batida (fundo branco) e tema mais ainda. E o que falar desses homens-taradões-câmeras-robôs? Parece um infeliz retorno de Beyoncé aos tempos de Dangerously In Love. Agora – se fosse só ela, tudo bem, mas não – minha amada Lady GaGa fez questão de se juntar à festa do caqui.

O 11° mandamento deveria ser promulgado por ocasião dessa catástrofe : não farás um videoclipe sensual junto de Beyoncé. Nunca, jamais. Ninguém nem vai te ver. Meus queridos : GaGa parece uma aidética ao lado de Bey. A única protuberância em seu corpo é seu nariz – e isso não é legal. Parece uma daquelas propagandas da Polishop, com o antes e o depois. Knowles é o depois, claro : depois de muito Sol, macarrão e Brooklyn. GaGa tem sua sensualidade, e ela faz questão de mostrar isso com bastante frequência; mas com seu próprio estilo. Uma vez que Stefani Germanotta digivolveu para Lady GaGa, não há como voltar atrás. Nenhuma roupa “normal” trará o mesmo fascínio que seus “gaguismos”.

Por fim, há ainda quem diga que o penteado com franja que Bey usa em uma parte do clipe é uma homenagem à Bettie Page, modelo de pin-ups dos anos 50. Consultamos Bettie e esta foi a sua declaração :


- Me erra, Beyonça!


Bom, agora nos resta avaliar o contra-ataque de GaGa : a canção Telephone.


Que Deus nos proteja…

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

AMR - Empire State of Mind (Jay-Z e Alicia Keys)



Análise: Primeiro single do álbum Blueprint 3, de Jay-Z. Com participação de Alicia Keys, alcançou #1US.



Blueprint ou Toillet Paper?

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"Empire State of Mind" marca a carreira do Jay-Z como o primeiro single de sua carreira a ir pro primeiro lugar das paradas como artista principal. E considerando que ele já é um quarentão, podemos esperar mais um primeiro lugar em seu nome lá por 2049... De qualquer maneira, isso mostra que pode acontecer de você voltar de uma (breve) aposentadoria tendo alguma coisa a dizer, produzir, reclamar ou, como preferem os rappers mais novos e, pode-se fazer qualquer rap apenas para colocar mulheres gostosas dançando em um fundo branco.

Jay-Z sempre foi dos rappers um dos menos piores. Digo isso baseado em suas participações em projetos de outros artistas, claro. Pois esta é a maior e mais efetiva maneira deles disseminarem seu trabalho, seu rap. E nada mais fácil para um rapper do que usar um artista famoso e/ou talentoso como "recipiente". Algo extremamente raro é ver um rapper segurar uma canção sozinho, sem parecer chato e pedante - os artistas que cantam de verdade estão ali para tornar a coisa comercial de verdade. Ou você já conseguiu ouvir algum projeto do Shaggy sem participações até o final?


"Empire State of Mind" tem uma produção diferenciada, com uma distinção que dificilmente se vê nos trabalhos dos rappers da última década. Mas mesmo com uma produção boa, repito: dificilmente les conseguem segurar uma canção sozinhos, sempre tendo que recorrer a um recurso. Jay-Z então usou uma "chave", Alicia "Keys". Além de uma ótima cantora e pianista, é também um colírio!

Os vocais dela estão no limite de sua capacidade - quando na verdade o projeto nem exige tanto. Keys é uma boa intérprete, mas não tem realmente lá uma grande força vocal, o que pode ser compensado por suas habilidades no piano. Aliás, Alicia lançou a parte dois desta canção no seu álbum, The Element of Freedom, sendo uma versão mais "tranquila", em um clima mais pacífico e sem rap.


Em resumo, Jay-Z e Alicia fecharam o ano com uma canção "legalzinha", mas foi só isso - sem dúvida legal o suficiente para ainda ser tocada pelas ruas durante muito tempo. E talvez este sucesso afaste mais ainda Jay-Z de sua "re-aposentadoria". Vantagem ou desvantagem? Só o tempo passando pra sabermos.

Talvez esteja mais do que na hora de um "Blue Print: The Final Curtain".

Detalhe de última hora: Contém samples da canção “Love on a Two-Way Street” do grupo The Moments, de 1968 (#3 US). Chatíssima por sinal! Mas, se Jay-Z tem algum mérito, foi torná-la uns 15% interessante…

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Quick - Give It Up To Me (Shakira)




Não há como não pensar que isso foi feito em menos de 20 minutos.