quarta-feira, 9 de maio de 2012
Quick - Cartões Motivacionais 35
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domingo, 6 de maio de 2012
AMR - 60's Jukebox 10
Artista: The Zombies (1961 - 1968 | 2001 - presente)
País de Origem: Inglaterra
Estilo: Rock, Pop
Hits: "She's Not There", "Tell Her No", "Time of the Season"
Hit da Jukebox:
"She's Not There" (1964, #2US - #12UK)
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Parei pra pensar se o surgimento da Invasão Britânica não teria sido algum tipo de tentativa de resposta à altura ao fenômeno Elvis Presley. De uma certa maneira, deu certo. Os Estados Unidos tinham Elvis Presley, Carl Perkins e Bill Haley. Na década seguinte, a Inglaterra atirou The Beatles, The Animals, The Kinks e também The Zombies. No final das contas, eu acho que nos anos 70 dos dois sentaram juntos pra fumar maconha e que saiu todo mundo sabe...
De qualquer for, não há como falar sobre a música nos anos 60 sem citar este movimento. Afinal, depois que a Inglaterra perdeu a Guerra Revolucionária Americana, eles tinham que tentar invadir os Estados Unidos de novo (piada nerd huauhauha). Pelo menos esta é uma guerra em que todos saem ganhando - se algo assim ocorresse hoje em dia, seria de fato a definição de torturas de guerra. Mas não vamos dispersar!
"She's Not There" é a entrada do The Zombies para este mundo do Rock. Escrita por Rod Argent, tecladista da banda, ela segue a cartilha básica do Rock da época, porém com uma certa distinção se comparado com a cartilha comum (leia-se Beatles). Distinta porque esta canção não tem aquele viés que os Beatles e seus clones seguiam com canções animadas e com letras nada complexas (isso, claro, no início da carreira deles, devo frisar). Se compararmos questões vocais, John Lennon e Colin Blunstone, ambos estão na mesma linha: um vocal apropriado para o projeto e sem grandes destaques. Pode parecer uma grande heresia da minha parte, mas esta canção me lembrou um pouquinho o The Doors. É, isso é legal...
Acho que outra característica da Invasão que acho que ainda não citei é a capacidade de nomes estranhos! Tirando as mudanças na grafia, temos coisas como Os Besouros, Os Zumbis, Os Animais, As Dobras, fora os Pedras Rolando. Alguém sabe o que diabos pode ser The Troggs?
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
Quick - Pokecelebrity
Qual a semelhança entre o Bieber e o Jigglypuff? Quando eles cantam todo mundo dorme...
Vi lá no Manolagem!
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
AMR - Birthday Cake (Rihanna)
Análise: Quarto single do álbum Talk That Talk da Rihanna. Lançado no mês de Março, alcanõu #22 no US Bubbling Under Hot 100 Singles - ou #122US.
Bolo com creme batido... batido!
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Vou ser bem honesto aqui. Eu não tive nenhum outro motivo para comentar um single tão pouco ou nada representativo e de qualidade praticamente nula se não fosse pelo fato de uma certa participação ter ocorrido como puro golpe de marketing. Sim, a canção é uma droga, mas me vi obrigado a analisar a coisa toda porque Chris Brown deu as caras ("deu as caras", não "deu na cara", ok?) e "cantou" (alguém ainda acha que é humanamente possível Brown cantar?) ao "lado" (quantos metros de distância da Rihanna ele tem que manter?) da Rihanna. Esta é a primeira vez que ambos participam de algo juntos desde o boletim de ocorrência...
Todo mundo sabe que o marketing é uma grande ferramenta de promoção e etc. E nada melhor do que um beijo lésbico na televisão, uma dupla tirar parte do vestido da outra para mostrar um seio em pleno intervalo do Super Bowl para uma audiência de milhões (incluindo crianças), desmerecer um prêmio que uma cantora ganhou dizendo que outra cantora que perdeu era melhor... Ah, e claro: uma participação em uma canção sua do seu ex-namorada que usou seu rosto como saco de areia. Brown previu a febre do MMA na cara de sua ex. (Eu adoraria ver o Brown num ringue com o Anderson Silva!)
Não há muito o que dizer sobre a canção. Dentre os compositores está a própria Rihanna e a letra fala sobre sexo. Considerando a participação de Brown na peça, podemos dizer que é sexo sadomasoquista ou coisa do tipo. A canção realmente não acrescenta nada a lugar algum. O clima desolado e bagunçado da canção me faz pensar se a Rihanna não quis traduzir em música como seus pensamentos ficaram depois de servir de sparring pro Brown. E acredito que diferente de qualquer outra canção que tenha sido lançada pela Rihanna nos últimos tempos, nenhuma teve a pretensão e coragem de ser tão idiota por se basear num golpe de marketing tão besta e de mal gosto como este.
Esperamos apenas que no próximo álbum o marketing seja usado de maneira menos depreciativa. Ou seja, Rihanna, além de ficar longe do Chris Brown, fica longe da Nicki Minaj! Ela é estranha por natureza, sem precisar bater em ninguém ou qualquer coisa do tipo. Se precisar de algo pra divulgação, sempre é viável um projeto com a Madonna - mas sem beijos na boca, pois este posto a Laetitia Casta já ocupou.
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domingo, 29 de abril de 2012
Aconteceu - Boletim Musical (29/04/2012)
"Selena Gomez fica com vergonha de beijar Justin Bieber"
Não se preocupe, Selena, isso é perfeitamente natural. Afinal, é o Justin Bieber...
"Preso suspeito que planejava roubar empresário do Luan Santana"
Não sejam injustos com o rapaz... ele apenas queria dar um jeito no responsável por isso. Recomendo que ele faça o mesmo com o empresário do Michel Teló.
"Thiaguinho, ex-Exaltasamba, vira boneco de brinquedo"
Não se preocupe, Selena, isso é perfeitamente natural. Afinal, é o Justin Bieber...
"Preso suspeito que planejava roubar empresário do Luan Santana"
Não sejam injustos com o rapaz... ele apenas queria dar um jeito no responsável por isso. Recomendo que ele faça o mesmo com o empresário do Michel Teló.
"Thiaguinho, ex-Exaltasamba, vira boneco de brinquedo"
Tal pro pessoal, um belo boneco de voodoo!
Obs: antes que alguém venha de mimimi, já digo: não, eu não acredito em voodoo nem em unicórnios...








