terça-feira, 21 de junho de 2011

Quick - Jon Bon Jovi se machucando

O Bon Jovi estava fazendo um show no dia 17 e, durante a apresentação, o Jon acabou rompendo os ligamentos do joelho!


Para que não se aguenta de curiosidade, é só adiantar até 28 segundos...

Deve ter doído!

Aconteceu - Boletim Musical (21/06/2011)

"Lupe Fiasco acusa Barack Obama de terrorismo"


Rapper pretende 'combater o terrorismo' através da música...

Aviso: o comentário abaixo é construído em cima de uma piada pronta

Ele usando música pra combater terrorismo? Já vou avisando: vai ser um Fiasco...

"Justin Timberlake desistiu da música?"



'É uma péssima aposta', diz o cantor sobre lançar um novo álbum...

Hahaha! Mais e mais obviedades e piadas prontas!

"Joe Jonas estreia primeira música solo"


'See No More' conta com a participação de Chris Brown...

Não tinha um jeito pior de começar não?

Quick - Capas Exóticas 8

Um instrumento não muito difundido e até incomum, eu diria, é a flauta. Não dá para encaixa-la em todos os casos e, quando usada em demasia, acaba ficando meio chato - se você duvida, procure ouvir qualquer gravação long play do Kenny G, pois com certeza vai achar pelo menos 85% de qualquer disco dele um saco. De qualquer maneira, se a última edição do Capas Exóticas mostrou um Shel Silverstein bizarro na capa de um disco, aqui temos um homem tocador do singelo instrumento em questão. Seu nome é Herbie Mann.

Nome do álbum: Push Push
Ano de lançamento: 1971
Estilo: R&B, Jazz


Em vez de um bizarro cenário de um homem parecendo um bicho correndo na beira de uma praia, temos um homem peludo de meia idade segurando uma flauta. Se fosse musculoso, tivesse uma metralhadora no lugar da flauta e, claro, sem pelos, convenceria bem como Rambo. Porém, aqui temos uma pré-molde do Peludão da sauna gay, amigo do Wanderney - quadro do extinto programa Casseta & Planeta Urgente.


No álbum em questão, temos clássicos como "If", da banda de Soft Rock Bread (responsáveis por grandes canções como "Baby I'm-a Want You", "The Guitar Man" e minhas favoritas, "Aubrey" e "Lost Without Your Love") e "Never Can Say Goodbye", do Jackson Five e que também ficou famosa por sua versão feita pela Gloria Gaynor. Porém a coisa, mais ou menos como Kenny G, é meio morna - temos o lendário guitarrista Duane Allman para dar uma força com algo mais. Posso dizer que Mann fez um grande trabalho em sua versão para "Sunny" de Bobby Hebb - famosa também por sua versão com o Boney M.

Quantas referências!

sábado, 18 de junho de 2011

AMR - Haven't Met You Yet (Michael Bublé)

Análise: Primeiro single do álbum Crazy Love, do cantor Michael Bublé. Lançado em 2009, alcançou #24US e #5UK.


O que? O Sono?

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Antes tarde do que nunca! O single em questão foi lançado em 2009, mas, como nunca escrevi nada sobre Michael Bublé, esta é a melhor chance possível.

Cantor de Jazz Michael Bublé surgiu em meados dos anos 90 e se consolidou com peças como "Everything" de 2007 e várias covers que fez durante a carreira, como "How Can You Mend a Broken Heart" do Bee Gees, "Kissing a Fool" do George Michael, "Save the Last Dance for Me" do The Drifters (de 1960!) e até mesmo "Me and Mrs Jones" de Billy Paul. Todas estas acanções condizem bem com o estilo musical do cantor.


Agora não sei bem se é pelo fato de ser Jazz, se é pelo jeito de cantar ou qualquer outra coisa. Mas, apesar de não cantar porcarias como Lil Wayne, T-Pain, Akon e outros menos cotados fazem, o trabalho de Bublé é coberto por uma névoa chatice imensurável. Apesar de ser um estilo bem melhor do que muita coisa que tem por aí (tipo Reggae ou Reggaeton), definitivamente é coisa para poucos - ou coisa para mais antigos, pois o Jazz não é o estilo mais novo do mundo. Mas de qualquer maneira, o caminho que Michael escolheu está sendo bem traçado.

E "Haven't Met You Yet" é, por incrível que pareça, um trabalho legal, nada chato. É um single mais Pop, com pouquíssimas influências do Jazz (embora elas existam, sendo a estrutura principal da canção). Um Jazz mais Pop é algo mais tragável, que se pode curtir e experimentar mais profundamente. Não que "Everything" tenha sido ruim, apenas não havia atingido este nível comercial - sem efeitos colaterais negativos, diga-se de passagem.


O single seguinte, "Hold On", já puxa para a calmaria característica do Jazz, mas ainda sim já é um pouco mais fácil que as baladas antigas que Bublé tanto gosta de gravar. Para que curte artistas como Diana Krall e Norah Jones, Michael Bublé é, sem dúvida, uma escolha agradável e, em certos momentos, até um pouco mais agitada que o tradicional. Vale até para não iniciados (pelo menos do álbum Crazy Love pra cima).

Quick - Cartões Motivacionais 29


Foi só eu ou vocês também acham que os dois da esquerda lá de trás são a cara dos caras do É o Tchan??