sexta-feira, 25 de junho de 2010

Especial - 1 Ano Sem Michael Jackson

Um ano se passou, seu trono continua vazio, e assim continuará...


Passou rápido, após 1 ano, o mundo da música perdeu um dos seus maiores componentes: Michael Jackson. O menino de Gary, Indiana, que já esbanjava talento desde pequeno junto ao seus irmãos. O rapaz amadurecido que botou fogo nas pistas de dança aos 21 anos. A mega-estrela que inovou os conceitos de som e imagem com um álbum lendário. A pessoa humanitária que fazia o bem sem olhar a quem, o pai dedicado e amoroso. O ídolo supremo. Um artista que se juntou a Elvis Presley e os Beatles no posto de maiores estrelas, que encantaram olhos, ouvidos e corações pelo mundo.


Tempos de Jackson Five

Não vamos fazer aqui uma retrospectiva de sua carreira. Existem milhares delas por aí, cada uma de um jeito e não pretendo desenvolver apenas mais uma. Vamos apenas fazer resumo, falar um pouquinho sobre o valor musical e emocional que este artista foi e ainda é capaz de causar nas pessoas que amam a arte ou simplesmente gostam de se divertir. Afinal, quem é capaz de assistir Jackson dançando sem ficar de boca aberta ou sem lançar elogios, falando sobre sua incrível habilidade corporal? Tão certo quando 2 + 2 = 4.


Nova gravadora e novo nome, "The Jacksons"

Desde da notável desenvoltura com o microfone e os palcos, passando pelo seu crescente talento em compor suas próprias obras (o direito de liberdade artista conseguido depois de muita luta junto ao seus irmãos, ao sair da gravadora Motown e indo para a Epic/CBS - hoje em dia como Sony Music). O começo espetacular com o Jackson Five mostrava um garoto que evoluiu, subindo tanto que chegou onde ninguém chegou.


Preparando o terreno com "Off The Wall"

Os vídeo-clipes, assisti-los pode despertar um variado de emoções. O medo e a fascinação com "Thriller", a emoção de "Man In The Mirror", a surpresa agitação de "Black or White", um misto geral com o mini-filme "Ghosts". Como não se encantar e se impressionar com o que aquele homem era capaz de fazer em vários cenários, vários temas. Como era capaz de tocar mentes e corações.


"Thriller" e a ascensão de uma estrela

Fred Astaire, James Brown, os irmãos Nicholas. O que veio depois deles é algo sem precedentes. Uma mistura deles todos com todo seu talento nato. Inovação e a eterna busca da perfeição em cada passo, cada movimento fizeram dele o dançarino mais distinto e surpreendente de todos. Michael foi introduzido no Dance Hall of Fame em 2010 - mais uma honraria das centenas que já recebeu em sua carreira.


Quem é mau?

A voz de menino declarando o seu amor em "I Want You Back". A voz de adolescente declamando poesia em "One Day in Your Life". O rapaz cheio de energia em "Don't Stop 'Til You Get Enough". Sua voz sensual e misteriosa na considerada melhor faixa dançante do século XX, "Billie Jean". Cada época, cada canção revela algo diferente. Cada época, cada ano é um Jackson diferente, encantador em sua arte.


Michael Joseph Jackson

Vários artistas que você hoje em dia têm a inegável influência do Rei do Pop. Chris Brown, Justin Timberlake, Ne-Yo, Usher, Lady Gaga, Katy Perry, Beyoncé, Britney Spears e até mesmo a Madonna, estes e vários outros artistas foram/são influenciados pelo legado artístico de Jackson. Desde os passos de dança de Brown, Timberlake, Ne-Yo e Usher até os maneirismos vocais em alguns momentos da carreira de Madonna, O Rei do Pop estabeleceu um novo patamar Pop musical.


No Brasil, gravando o vídeo-clipe de "They Don't Care About Us"

Foi embora tão cedo que não teve a oportunidade de mostrar para o mundo seu retorno aos palcos. Fato este que não seria um "retorno" se ele nunca tivesse sido tirado de lá por gente que só queria reduzi-lo a nada. Fica na lembrança This Is It, onde ele ensaia o seu maior espetáculo, preparado com carinho para o mundo.


Os ensaios finais...

A Sony comprou os direitos sobre canções não lançadas e pretende lançar vários álbuns através dos anos. Projetos que nunca imaginamos ouvir um dia logo estarão disponíveis. Poderemos conhecer o que Michael "escondia" durante a criança de cada um dos seus álbuns.

E uma última notícia: aparentemente Michael lucrou cerca de 1 bilhão de dólares desde sua morte. O que inclui o contrato com a Sony e os faturamentos de This Is It, fora as vendagens monstruosas de seus discos.

Ele vai viver para sempre. Pode apostar que vai...

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Quick - Lil Wayne (Japa Fail)

Clique para amplicar

Biito!!

Sebo - O Senhor das Vuvuzelas


Depois de "A Sociedade da Vuvuzela", ainda virão "As Duas Vuvuzelas" e "O Retorno da Vuvuzela-Rei".

Droga...

terça-feira, 22 de junho de 2010

Quick - Cartões Motivacionais 5

segunda-feira, 21 de junho de 2010

AMR - 60's Jukebox 5

Artista: Brian Hyland (12/11/1943)
País de Origem: Estados Unidos da América
Estilo: Pop, Country
Hit da Jukebox: "Sealed With a Kiss" (1962, #3US - #3UK)


———————————————–

Saindo um pouco das bandas de Rock e da Invasão Britânica, vamos pegar um cantor sem filiação com este tipo de música. Brian Hyland tem uma pegada mais Pop, mais Soft. Apesar de já ter participado de uma banda no começo da sua carreira (com apenas 14 anos), foi em sua carreira solo que lançou um de seus maiores hits, "Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini", com apenas 16 anos - o pessoal aqui no Brasil deve conhecer essa canção como "Biquini de Bolinha Amarelinha", imortalizada por Celly Campello. Os anos 60 revelaram muitos artistas precocemente. Felizmente tinham algum valor artístico real, algo com conteúdo (isso não foi uma *cof cof* referência ao Chris Brown).


Um dos grandes sucessos da carreira de Hyland, "Sealed With a Kiss" foi escrita por dois compositores não lá muito conhecidos, Peter Udell e Gary Geld - Brian Hyland usualmente interpreta as canções do duo. A primeira aparição esta canção foi por um grupo chamado The Four Voices (tão desconhecido quanto os autores), em 1960 - sem chamar muita a atenção. Ela já foi até mesma cantada por Bobby Vinton, que foi o interprete e compositor da música "Mr Lonely", grande sucesso em 1964 e que alcançou #1US - e que foi cruelmente descaracterizada pelo dublê de cantor e rapper Akon, que a usou, infelizmente, como porta de entrada para o mainstream.

A letra é muito bonita e considerada uma grande canção de amor da época. O homem que mandará seu amor para uma mulher numa carta selada com um beijo. Certamente é bem mais abrangente e complexa do que coisas como a já supra citada "I Want to Hold Your Hand".


A canção ainda seria re-lançada na Inglaterra em 1975, alcançando um #7UK - posição inferior se comparada com o lançamento original, mas ainda sim um top 10. Vale ainda conferir a versão lançada por Jason Donovan, cantor Pop australiano, que alcançou #1UK em 1989: