domingo, 25 de outubro de 2009

AMR - I Didn’t Know My Own Strength (Whitney Houston)

Análise: Canção do novo álbum da Whitney Houston, I Look to You, que foi lançado em Agosto de 2009. Apesar de não ser um single do álbum, chamou mais a atenção do que o principal single, "I Look to You", pela sua temática. Com certa rotação nas rádios inglesas, conseguiu um #44UK.


É, ela realmente não conhecia a própria força…

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Uma segunda chance para uma grande estrela. Quem nunca parou para pensar na pessoa amada ao som de "I Will Always Love You" (cover de Dolly Parton) e achava "It's Not Right but It's Okay" demais? Está é dona Houston, prima de Dionne Warwick que tem o dom de cantar nas veias. E que voltou recentemente com um novo álbum e turnê. Vejamos...

Temos neste single a junção de três grandes lendas do mundo da música. Diane Warren (excelente letrista, escreveu alguns dos maiores clássicos da música norte-americana), David Foster (um dos melhores produtores de seu tempo) e a consagrada cantora Whitney Houston. O tema central da canção diz respeito a um tema forte na vida de Whitney Houston: seu quase fim devido ao seu vício em drogas.

A letra é muito emotiva, falando sobre o fundo do poço onde Whitney se encontrava - ela estava afundada nas drogas e casada com Bobby Brown, o que, no final das contas dá na mesmo -, sua recuperação e os passos seguidos até o momento de erguer a cabeça ao mundo. A somatória de uma letra tão bonita escrita por Warren e a produção de Foster contribuem para deixar o projeto ainda mais emocionante, no nível desejado para Houston mostrar que ainda possui um potencial notável.



Mas apesar de Whitney ter saído viva do mundo das drogas (e de um casamento com Bobby Brown!) e estar na história da música internacional como uma das melhores vozes já surgidas, temos que analisar alguns pontos. Pois infelizmente o período em que ela esteve afundada nas drogas acabou trazendo as já esperadas consequências: nota-se uma diferença, uma fragilidade em sua voz, uma certa perda de sua força vocal. Isso considerando que estamos falando de uma gravação em estúdio, onde pode-se gravar vários takes para selecionar destes o melhor...

É triste saber que muitas pessoas têm ficado insatisfeitas com as performances de Whitney com sua nova turnê. Algumas pessoas pensaram na possibilidade de pedir o dinheiro do ingresso de volta. O que acaba mostrando que se você é um artista de sucesso e sabe que as drogas são de fato uma droga, que são algo que não vai te fazer bem e vão te levar para baixo de uma maneira vertiginosa, é melhor ficar longe delas. Esperamos que estes problemas técnicos com a voz de Whitney não passem de uma certa "ferrugem" pelo tempo em que ela ficou parada.


Essa música merecia ser um single, uma pena que foi deixada de lado para que "I Look to You" e "Million Dollar Bill" tomassem conta. Uma linda canção que mostra que se você quiser, você pode o que quiser, em qualquer situação. Basta querer, ter força e deixar substâncias ilícitas de lado.

sábado, 17 de outubro de 2009

Quick - Com Inri Tudo Fica Bem

Ai, Lady Gaga é tããão semana passada…


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Aconteceu - Schwarzenegger assina lei contra paparazzi

O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, assinou uma lei criada em 1998 que torna crime a produção e distribuição de imagens de celebridades em momentos familiares ou praticando qualquer atividade, sem a permissão desta. Ou seja, torna crime a profissão de paparazzi.
Fonte : Terra
Talvez assim a gente pare de achar fotos da Britney sem calcinha, né.




segunda-feira, 12 de outubro de 2009

AMR - Shine (Estelle)

Estelle Fanta Swaray, ou simplesmente Fant…digo, Estelle, é a artista do álbum de hoje: Shine. Pouco se sabe sobre ela aqui no Brasil pois não teve boa recepção nem dos públicos musicais fora do seu país de origem, a Inglaterra, onde vendeu incríveis…100 mil cópias.

A cantora é uma espécie de Lauryn Hill da cena Hip-Hop do velho mundo….e aí já vejo o primeiro empecilho : o velho mundo….é velho; na verdade, Estelle chegou atrasada, dado que a vanguarda das mulheres desse gênero musical pipocou no início dos anos noventa, com gente como Queen Latifah e a própria Lauryn – e ainda errou de continente – a sensação de ouvir quase todas as canções do CD (tirando American Boy) é a de estar no meio do Brooklyn, em Nova Iorque. E claro : como toda boa referência à condados cheios de rappers, o seu trabalho conta com o estraga-premiações-de-plantão Kanye West, na faixa American Boy.

Sendo sincera? O CD não traz nada de inovador; pelo contrário, até desenterra umas tendências (que pelo jeito estão na moda de novo), como a vibe anos 80 das faixas “do Brooklyn/Bronx/Harlem” e a anos 70 de American Boy. Dica : se você quer ouvir uma artista britânica com voz fina, ouça Lily Allen. Pelo menos você se diverte.

Ficam aí de exemplo as canções American Boy e No Substitute Love :






quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Especial - VMA 2009 - Parte 2

Falar que Kanye West é arrogante e insensato já não é novidade – mas na noite do VMA, ele ultrapassou todos os limites. Quando Taylor Swift foi receber o prêmio de melhor vídeoclipe de artista feminina , West simplesmente subiu no palco e desabafou que o vídeo de Beyoncé era um dos melhores de todos os tempos. Venhamos e conhevamos : o clipe de Taylor realmente não tinha nada demais, mas o “recado” foi totalmente inapropriado. Logicamente, o feito escatológico de proporções bíblicas recebeu enorme respaldo da web, TV e até mídia impressa, como se pode ver em sites como este e montagens como estas. O engraçado é que os chiliques de Kanye estão se tornando tão previsíveis que parecem combinados.



E pra um dos maiores desastres de relações públicas da história da música, um acontecimento igualmente polêmico : Beyoncé, ao receber o prêmio de Videoclipe do ano (era só ter esperado alguns minutos, Kanye…), deu a Taylor a chance de agradecer devidamente pelo seu prêmio e, provavelmente, para mostrar que A Destiny Child é Uma Uma Di-va. O interessante dessa história toda é que, juntamente com o “amadurecimento” musical de Bey dos últimos anos, parece que vem sendo feito todo um esforço para transformar a cantora num ícone da música pop/RnB; exatamente no que poderia se chamar de diva nos dias de hoje (se isso lá é elogio). Se for essa a intenção, os eventos do VMA de 2009 ajudaram grandemente para maturar a imagem pública de Beyoncé. Inclusive a performance de "Single Ladies".


"Single Ladies" foi o grande sucesso do último álbum da cantora e uma das performances mais aguardadas da noite. Contou com uma leve modificada na mixagem da música, mas apresentou elementos identificáveis do clipe : as mulheres de collant, Beyoncé (ou melhor, Sasha Fierce) com a armadura de Pégaso e a dancinha trenzinho das popozudas. Muito aplaudida, pode-se dizer que Knowles foi a que se saiu melhor no VMA 2009.
Saldo : o maior ídolo da história da música morreu e a “rainha do pop” está com o caixão quase encomendado também.

A nova geração?

Música country ganhando destaque e prêmios – ao menos de consolação – no mundo pop (sim sim, mas Shania Twain já sumiu…), mulheres que não saem de casa com absorvente reserva, conceitos de moda completamente exóticos, gente que acha que falar o que pensa, em qualquer cirscuntância, é válido, e um apresentador chato pra cacilda.

O futuro nos reserva grandes surpresas!

Droga..