quarta-feira, 7 de julho de 2010

Aconteceu - Boletim Musical (07/07/2010)

"Katy Perry consultou Wikipedia antes de dueto com Snoop Dogg"


Isso que dá ficar pesquisando em um site como o Wikipedia, que mais parece um corrimão, onde todo mundo metendo a mão na edição...

"Disco de Prince será distribuído com jornal"


Já é melhor que aqueles CD de provedores de internet, tipo o AOL. Ou não...

"Cantor Netinho xinga Ed Motta no Twitter"


A briga é pelo fato de Ed Motta criticar o Axé Music...

Bem, considerando o quanto ambos são frequentes e lembrados nos dias de hoje, temos a primeira briga fantasma no Twitter!

AMR - 70’s Jukebox 7

Artista: Ace (1972 - 1977)
País de Origem: Inglaterra
Estilo: Rock, Rock Britânico
Hit da Jukebox: "How Long" (1974, #3US - #20UK)


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Ace foi uma das bandas do famoso cantor e instrumentista Paul Carrack, que já trabalhou com artistas como Eric Clapton, Roger Walters e o Roxy Music (do Brian Ferry). Inicialmente chamada de Ace Flash and the Dynamos, o Ace desfrutou de pouco sucesso nos anos 70 juntamente com bandas de um estilo chamado Pub Rock - realmente algumas músicas nos remetem a estes lugares. A banda era formada por membros vindos de várias outras bandas.

O maior sucesso - e possivelmente único hit - da banda é a canção "How Long". Inicialmente, a canção trata de um amor que acabou não dando certo. O clima de certa maneira triste, indica essa possibilidade. Porém, corre a notícia de que Paul Carrack compôs essa canção com o baixista da banda, Terry Comer, em mente - epa! com o baixista em mente, e ainda por cima chamado Comer?? Não é nada disso que estão pensando...


Carrack expressa na letra a decepção ao saber que Comer está trabalhando com outras bandas. É uma traição sim, mas sem os famosos chifres sobre a cabeça. Inclusive, Terry Comer particiou das gravações - resta saber se ele tinha ideia, na época, de que a coisa toda era sobre ele. De qualquer maneira, Carrack se mostrou um verdadeiro artista no ramo de duplo-sentido musical (não me refiro ao duplo-sentido de artistas de forró e etc hein!!).


Fora que vários outros artistas já cantaram esta canção. O mais famoso deles foi Rod Stewart, que gravou sua versão em 1981 - sem grande impacto, aliás. Porém, saiu no mesmo ano uma versão que realmente fez a diferença e pode ser igualada em qualidade com a original é a do Lipps Inc, banda famosa na era Disco Music. A canção ganhou um clima mais pesado, dando ênfase na interpretação amorosa da letra. Com certeza vale a pena dar uma ouvida!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Quick - Cartões Motivacionais 8

segunda-feira, 5 de julho de 2010

AMR - Dark Side of The Sun (Tokio Hotel)

A pedidos da nossa leitora Nana, aqui vai a resenha de uma canção do Tokio Hotel!

Análise: Terceiro single do álbum Humanoid, do Tokio Hotel. Lançado agora no final de Junho.


Hum... Emonoid?

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O Tokio Hotel é uma banda que se pode definir como um misto de estilos: Rock Alternativo, Emocore ("Don't Jump" tem um bom referencial disto) e até mesmo o Glam Rock (obviamente devido a cabeleira pouco usual do vocalista Bill Kaulitz e as apresentações da banda, especialmente as baseadas no novo álbum). Pode-se até mesmo somar o Teen Pop, que foi um estilo usado inicialmente pela banda.

O fato é que a banda alemã é integrante da segunda divisão do Rock (ou qualquer vertente associável) na Europa. Muito bem sucedidos em seu próprio país, porém bem distantes de agradar aos ingleses ou aos norte-americanos - e até mesmo os japoneses, que costumam se afeiçoar com este tipo de som).


"Darkside of The Sun" é o terceiro single do novo álbum, Humanoid. Geralmente, a banda lança o single em duas línguas (alemão e inglês), porém não foi o que aconteceu neste caso - talvez não tenham encontrado algum apelo significativo para justificar um lançamento na Alemanha.

Na minha opinião, o single tem sim muito apelo para os alemães. Porém apenas para o povo alemão mesmo. A introdução meio que deixa a entender mais uma faixa no estilo da já citada "Don't Jump", mas temos algo fora do sentimentalismo um tanto emo para algo bem mais alternativo. Talvez a banda estivesse puxando um pouquinho da parte pesada do Rammstein, uma banda também alemã, como influência em seu som.


O clima mais urgente e barulhento da canção destoa e desvaloriza a voz de Kaulitz, que chega até mesmo a ser um tanto escondida pelos efeitos em alguns breves momentos. Dá para notar rapidamente que a fase Teen Pop do começo da banda cai muito melhor do que o Alternativo que a banda demonstra atualmente. Um exemplo disto é a ótima "Through The Monsoon".

No final das contas, parece mesmo que eles estavam querendo soar como a banda norte-americana Marilyn Manson. Só falta passar do Rock Alternativo para o Rock Industrial (eca!). Esperamos que Bill não resolva manipular sua aparência da maneira que Brian Warner (o Marilyn Manson da banda) faz.

domingo, 4 de julho de 2010

Quick - Katy Perry e Justin Bieber Oops


É... a vida imitando a arte!