sábado, 26 de dezembro de 2009

AMR - Magnetic Baby (Semi Precious Weapons)



A banda (esq. p/ direita) : Dan Crean, Cole Whittle, Justin Tranter & Stevy Pyne

A análise de hoje será em cima de Magnetic Baby, da banda Semi Precious Weapons. Mas uma pergunta que cabe muito bem aqui é : quem são esses caras?

O SPW é uma banda que se auto-entitula de "garage glam" rock - muito bem adequado por sinal, dadas suas performances dramáticas, maquiagem excessiva, roupas extravagantes, androgenia e muita, mas muita putaria. Surgida em 2004/2006 (?) dos formandos da renomada escola de música Berkelee, atua(va) principalmente na cena underground da cidade de Nova Iorque.

Seu líder é Justin Tranter (deve ter ficado óbvio pela foto), o loiro super hot da imagem acima - e é o mesmo quem carrega e representa com mais convicção a bandeira glam da banda. Os garotos são velhos conhecidos da nova estrela-guia do entretenimento dramático, Lady GaGa, a qual está dando um belo apoio para o seu lançamento comercial - eles são um dos atos de entrada da turnê Fame Monster da Gaguíssima. Coincidência ou não, o SPW parece ser uma versão "masculina" (se bem que é difícil descobrir quem é macho aqui) e Rock 'n Roll da cantora - ou seria o contrário?


Magnetic Baby é o mais perfeito exemplo do estilo da banda; a letra é basicamente um discurso sobre como o interlocutor é divino - ou divina, sei lá. O "carão" da canção pode ser interpretado como pura arrogância - mas mesmo se fosse só isso, já seria incrivelmente divertida. É aquele tipo de música que não representa seu modo de ser, mas vestir sua camisa por alguns minutos não deixa de ser interessante - mais uma semelhança com GaGa. A faixa parece ter suas origens em meados de 2007, mas como nunca houve um lançamento bem sucedido de seus álbuns - The Precious EP, The Magnetic EP e o último lançamento, We Love You - não há muita definição para seu "nascimento".


O arranjo se sustenta no clássico combo guitarra+baixo+bateria, que até lembra um pouco o som do Offspring - na verdade, o que faz diferença aqui são os mandos e desmandos vocais de Justin Tranter, que não tem lá uma voz poderosa, mas sim carismática e escandalosa. Tranter faz jus ao título de líder - é ele quem começa, continua e termina o show do SPW. Há muito de Freddie Mercury em sua atuação.


O estilo glam (ou trash, para alguns) foi levado ao limite em 2009 e promete continuar a ser tendência em 2010. Lady GaGa o reviveu, Ke$ha aproveitou e o Semi Precious Weapons promete utilizá-lo para entrar no mainstream com tudo no ano que vem. Os pastores que se protejam!

Videoclipe da canção e detalhe interessante : tanto é verdade que Lady GaGa os conhece que ela é uma das "bêbadas" do clipe! (morena, em 0:48, 1:29, 1:39, 1:44, 1:56 e 2:02) :





Aconteceu (edição inútil) - Lady GaGa afirma ter medo de sexo

A Rainha Pop Lady GaGa (23) tem medo de sexo! "Quando se trata de homens, eu não tenho nenhuma auto-confiança", ela revelou em uma entrevista.

Fonte :
Bild.de | Ladygaga.nu

É difícil de acreditar, não?


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Quick - Novo clipe de Mallu Magalhães - Shine Yellow




Vou falar a língua dela, então : Who gave this girl a record deal?


Segundo o site Virgula :

A cantora paulistana Mallu Magalhães lançou ontem, através de seu canal oficial no You Tube, o clipe da música Shine Yellow, onde aparece se divertindo nas praias catarinenses em meio a uma >>>animada<<< festa na areia.

Animada? Minha flora intestinal tá mais animada que isso.



Zzzzzzzzzzzzz

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

AMR - Sober (P!nk)

Análise: Segundo single do quinto álbum da cantora P!nk, “Funhouse“. Lançado em Novembro de 2008, atingiu #15US e #9UK.


Será que a Kelly Clarkson curte um goró?

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A P!nk pode mesmo ser considerada uma artista autêntica. Podemos começar falando disso pelo fato dela conseguir convencer as pessoas a chama-la por “P!nk”. Enfim, depois que o Prince quis ser identificado por um símbolo que mais parecia o sinal de alguma seita satânica, nada mais pode impressionar ou causar interesse…

Outro fato é que Alecia Moore (o nome da P?nk) conseguiu tomar as rédeas de sua carreira se retirando do lucrativo filão R&B + Hip Hop no qual estava metida para poder fazer seu rock + punk + sei lá o que. Neste caso, a coisa melhorou e ela acertou em cheio!


Voltando para os dias atuais, P%nk lança o interessante álbum Fun House (que segue em qualidade com seu ótimo álbum anterior, I’m Not Dead, de 2006). E dele sai a canção “Sober”.

Aparentemente, a canção é baseada no fato de que uma vez P#nk esteve numa festa onde, depois de um certo tempo, se viu como a única sóbria no local. E ficou se perguntando como as pessoas podiam se divertir daquela maneira.

A canção tem um clima denso, pesado. Lembrando até mesmo o estilo gótico. O que nos lembra que “Sober” poderia se chamar “Call Me When You’re Sober” (dos góticos-mas-nem-tanto Evanescence). E P$nk segue com sua interpretação forte que foi até mesmo indicada para o próximo Grammy.


O clipe é realmente bem interessante. Nele há duas P&nks! Em certo momento as duas vão para cama dar uns amassos! Melhor que uma P*nk na cama, só duas mesmo! E é o clipe mais bem dirigido, artisticamente falando, condizendo com o clima da letra.

Bem, “So What” e “Sober” são bem legais. Mas o combo “Stupid Girls“, “Who Knew” e “U + Ur Hand” foi mais legal ainda. Talvez P¨nk resolva voltar nesta parte e lançar um “I’m Not Dead part II” ou até mesmo “I’m Still Alive, Asshole!”.

Comentário final: Kelly Clarkson (que também brigou para ter o direito de cantar o que bem entende) não foi mal, mas tem muito o que aprender com a Pink (acabaram os caracteres).

Vídeo da canção:

AMR - One Less Lonely Girl (Justin Bieber)


Análise: Segundo single do álbum
My World (Part I) de Justin Bieber. Lançado agora no mês de Outubro.


Xuxa só para Eminhos!

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Bem, o artista em questão é canadense (Avril Lavigne com 17 anos cantando coisas como “Sk8er Boi” não foi o bastante pra eles) e tem 15 anos. Não parece promissor né? Pois é… Mais ainda se eu disser que ele foi revelado pelo Youtube (depois que o mesmo revelou Malu Magalhães, coisas como esta já eram previstas). Seu nome é Justin Bieber (ele deve sofrer do complexo de Justin, que faz com que os artistas sejam bobos e infantis. Exemplo máximo: Justin Timberlake.)

Cara, coisas como essa funcionavam nos anos 60/70 com garotos negros de black power, ou até mesmo sem (pra quem não sacou a referência, aí vai o Jackson Five e o New Edition). Neste caso você fica com receio de ser acertado em cheio por alguma chupeta enquanto assiste o vídeo-clipe.


A canção tem gosto de “trilha-sonora da Disney” (pelo menos Miley Cyrus se sai melhor nessa). E, pasmem, tem a participação do Usher na produção. O que mostra que ele age diferente com a produção dos outros. Só falta Usher pintar o cabelo de loiro e montar uma boy-band… Mas o resultado fica no limite da média. O que se tratando de um garoto que devia estar em casa assistindo Sábado Animado, até que tá no lucro.

No clipe, Justin persegue uma garota visivelmente mais velha que ele (porra, eu acho que tô assistindo uma versão musical do seriado “Anos Incríveis”). Seria uma espécie de pedofilia às avessas. O garoto até dança ao estilo Timberlake (mal sinal…). Enfim, a infantilidade é tanta que a Marlene Matos certamente tá envolvida nisso (e até mesmo pelo fato de o diretor do vídeo já ter dirigido a Taylor Swift!). Assistindo o clipe, você se pergunta em qual momento a nave da Xuxa vai descer dos céus (pegando fogo?).


Quem sabe na próxima música, ele não aparece desafiando Billy Ray Cyrus para um duelo pela mão da Noah Cyrus (irmã caçula da Miley)?

Pergunta final: O que diabos ele tá fazendo com um violão numa lavanderia???

Nota final? Três pirulitos… digo, três estrelas…

Vídeo-clipe: